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O ex-BBB Eliezer teve uma surpresa ingrata ao descobrir o passado de uma funcionária que estava trabalhando na mansão em que vive com a influenciadora Viih Tube.
Em relato feito nas redes sociais, o designer contou que a profissional, contratada para trabalhar em sua casa, era procurada pela polícia, com uma ficha criminal extensa.
Segundo Eliezer, a funcionária conseguiu escapar do crivo da família por já chegar com os antecedentes criminais em mãos, no entanto, se tratava de um documento falso.
"Geralmente, é a gente quem puxa os antecedentes criminais da pessoa. Só que essa mulher é tão esperta que ela já veio com os antecedentes criminais. A gente nem imaginou que isso poderia acontecer", afirmou.
Leinha, responsável pelas contratações da casa, chegou a suspeitar da funcionária, porém Viih Tube ignorou a situação. O ex-BBB só tomou conhecimento do perigo após receber uma mensagem de um internauta.
Eli contou que a funcionária pediu para não ser filmada, porém, acabou aparecendo por alguns segundos no fundo de um vídeo e os seguidores o alertaram sobre o perigo.
"Recebi um direct assim: Eli, você precisa tirar essa mulher da sua casa. Essa mulher é uma bandida, procurada em vários estados, já apareceu no Metrópoles, no Leo Dias, no 'Fantástico', em tudo quanto é jornal. Eu liguei pra Viih e falei: pelo amor de Deus, você está em casa? Tranca as portas. A gente vai precisar mandar Fulana de Tal embora, porque ela é bandida mesmo", detalhou.
Entre os crimes cometidos pela profissional, que não teve a identidade revelada, estava assalto à mão armada e formação de quadrilha.
O ex-BBB contou que teve medo de ela fazer algo com a filha recém-nascida do casal e após descobrir a situação, tentou dar um jeito para que ela pedisse demissão.
"A gente queria fazer ela pedir as contas de qualquer jeito, pra gente não ter que assumir que descobriu a bandidagem. A gente estava com medo de ela fazer alguma coisa. Nosso maior medo era ela sequestrar a Lua."
A morte de uma mulher de 29 anos que caiu no poço de um elevador num edifício residencial nesta segunda-feira (18) será investigada em inquérito aberto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O caso aconteceu no edifício Rio Paraguassu, na rua Vereador Maltez Leone, bairro da Pituba, em Salvador.
De acordo com informações do MPT, Juliane Lima Gonçalves saía do apartamento em que começou a trabalhar naquele mesmo dia. Ao abrir a porta do elevador, não teria notado que a cabine não estava no andar e caiu no poço. A vítima chegou a manter os sentidos após a queda, mas morreu minutos depois enquanto era conduzida para uma unidade de saúde.
O MPT abriu um inquérito civil para que sejam reunidos elementos de prova, como laudos de órgãos de fiscalização, documentos do condomínio e do empregador da vítima, além de depoimentos.
Segundo o órgão, o objetivo da apuração é identificar como as normas de saúde e segurança do trabalho, previstas na legislação brasileira, estavam sendo cumpridas. “Serão solicitadas inicialmente informações à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-BA), órgão de fiscalização que em casos de acidentes de trabalho fatais realiza perícia para verificar o cumprimento das normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho específicas para cada tipo de atividade econômica”, diz a nota do MPT.
Ainda de acordo com o Ministério Público do Trabalho, também poderão ser usadas informações de outros órgãos, como Polícia Técnica e Corpo de Bombeiros.
Bárbara Evans desabafa após críticas por empregada inflar piscina com a boca: “Ela está aos prantos”
A influenciadora digital e empresária Bárbara Evans, de 32 anos, se tornou um dos assuntos mais comentados das redes sociais após mostrar em um vídeo uma das funcionárias que trabalham na casa em que vive, inflando uma piscina infantil com a boca. Na gravação, a funcionária aparece ajoelhada, enquanto a filha de Monique Evans registra o momento.
O vídeo, que teve uma repercussão negativa para Bárbara, voltou a ser assunto na rede social da ex-A Fazenda. Em um novo desabafo, a empresária afirma que a funcionária ficou triste com toda situação e com a forma como as pessoas estão falando dela na web.
"Não vou ficar aqui dizendo o que faço por elas, até porque não vai mudar em nada. O que muda é a vida delas, e é isso que importa para mim. Só para finalizar esse assunto, a babá da Ayla estava chorando no banheiro, ela viu a forma que falaram dela. Ela não está magoada comigo, mas da forma como falaram dela (...). Mas não quero intriga, não vou ficar mostrando as pessoas que trabalham aqui. Ela está chorando, aos prantos. Não vou mais expor ela", disse.
Bárbara Evans está sendo criticada após colocar a empregada doméstica pra encher piscina de plástico com a boca ????
— Alfinetei (@ALFINETEI) November 3, 2023
pic.twitter.com/O4wUSWCWaO
Bárbara reforçou no discurso que não fazia nenhum tipo de separação entre os funcionários e a família dela e garantiu que todos são bem tratados dentro de casa. "Aqui em casa não funciona dessa forma, não é assim. Aqui em casa, todo mundo senta na mesma mesa para almoçar, aqui em casa, temos sorvetes, picolé, e todo mundo come. Fui em casa, compramos todos os tipos de doces, qualquer coisa, e todo mundo come. A gente vai viajar e traz presente. Aqui em casa, e vou falar de novo, somos uma família", disse.
No final de semana que o vídeo viralizou, Bárbara Evans fez questão de mostrar aos seguidores gravações das câmeras de segurança que mostravam ela ajudando a funcionária a encher.
"Não existe a possibilidade de encher com a boca. Enchemos a parte maior com o secador. Dentro da piscina, tem alguns bichinhos, e tem que ser com a boca, porque é aquele bico pequeno. Estava eu e o Ronald, que veio passear aqui em casa e estava me ajudando a encher", explicou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.