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embate no uniao brasil
O "racha interno" no União Brasil foi causado por uma "decisão unilateral" do atual presidente da legenda, Luciano Bivar, segundo o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União). Ao Bahia Notícias, Bruno ressaltou que a medida de alterar a comissão provisória do Amazonas foi o estopim.
"Estatutariamente, qualquer decisão, em relação às composições partidárias nos estados e cidades tem que ser aprovada por 60% da comissão instituidora. Cometeu uma ilegalidade e fomos à justiça. Conseguimos a decisão no mandado de segurança que suspendeu essa substituição e resultou, naturalmente, em uma discussão interna, para que o estatuto seja respeitado. Toda vez que isso ocorrer, adotaremos a mesma posição", comentou.
A “guerra” aberta entre os grupos de ACM Neto e do deputado federal e presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, aumentou o clima de tensão na cúpula da União Brasil (reveja mais). O embate contou com cartas internas a parlamentares.
Aliado de Bruno, o ex-prefeito de Salvador, ACM fez questão de ressaltar também que não pretende ser candidato em uma eventual disputa com Bivar. O mandato do atual presidente vai até maio de 2024. "A carta é uma reação à tentativa dele de rasgar o estatuto do partido. Não tenho pretensão de disputar a presidência não, mas de tornar o processo decisório mais democrático, inclusive com a ampliação da participação dos parlamentares no comando do partido", disse ao BN.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.