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A jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews, pediu desculpas neste fim de semana após uma declaração polêmica feita durante a edição de sexta-feira (20) do programa Em Pauta, ao comentar os ataques realizados pelo Irã contra Israel. A fala gerou forte repercussão negativa nas redes sociais e críticas por suposta insensibilidade diante da gravidade do conflito.
Durante o comentário, Cantanhêde afirmou: “Tem uma mortezinha aqui, outra ali. Uns 23 feridos aqui, 40 ali. Feridos! Eu não consigo entender por que o Irã atinge o alvo e não mata ninguém.” O tom e a escolha de palavras foram criticados por internautas, que consideraram a fala insensível e, em alguns casos, antissemita. Houve quem apontasse que a jornalista minimizou o valor de vidas humanas ao questionar o número de vítimas.
No sábado (21), Eliane publicou um esclarecimento nas redes sociais, dizendo que sua intenção era apenas compreender os sistemas de defesa dos países envolvidos. Mais tarde, reconheceu o erro e pediu desculpas. “Depois de rever a gravação da pergunta que fiz na sexta-feira, reconheço que me expressei mal e dei margem a conclusões equivocadas, que não representam meu pensamento, pelo que peço desculpas. A intenção foi fazer uma pergunta técnica sobre armamentos e sistemas de defesa”, escreveu.
Depois de rever a gravação da pergunta que fiz na sexta-feira, reconheço que me expressei mal e dei margem a conclusões equivocadas, que não representam meu pensamento, pelo que peço desculpas. A intenção foi fazer uma pergunta técnica sobre armamentos e sistemas de defesa.
— Eliane Cantanhêde (@ECantanhede) June 22, 2025
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Pérolas do Dia
Luciano Sandes
"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".
Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).