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O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União) afirmou nesta quarta-feira (9) que a oposição pode contar com eleitores que apoiam o candidato do PT à Presidência da República, mas pretendem escolher outro nome para comandar a Bahia. O ex-prefeito de Salvador afirmou que esse tipo de combinação de votos faz parte da liberdade de escolha do eleitor e criticou o que classificou como uma tentativa de vincular as disputas nacional e estadual.
Para Neto, não há necessidade de seguir o mesmo partido em todos os cargos. “Ele está vendo que tem uma parcela do eleitorado que vota no presidente do partido dele, mas que, para governador, vota com a gente”, declarou em entrevista à Rádio Metrópole.
Neto também disse que a decisão pode variar entre os cargos em disputa, permitindo que o cidadão escolha deputados, senador, governador e presidente de diferentes siglas. Ao comentar sua própria postura, o candidato afirmou que também possui preferências políticas, mas que elas devem ficar abaixo da autonomia do eleitor.
O candidato ao Governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) colocou os conflitos fundiários no Extremo Sul entre os principais problemas que pretende enfrentar caso seja eleito. Durante participação no quadro “Bahia na Palma da Mão”, da TV Bahia, exibido nesta terça-feira (8), ele defendeu a reforma agrária e ações conjuntas com a Justiça para proteger comunidades tradicionais e trabalhadores sem-terra.
“Só quem morre nesses conflitos são as comunidades indígenas, o povo quilombola e sem-terra. Temos muitas áreas griladas por fazendeiros e produtores de eucalipto. Vamos fazer reforma agrária e atuar em parceria com a Justiça para defender os nossos povos originários”, afirmou.
Na saúde, Mansur prometeu abrir concursos para médicos e enfermeiros e construir novos hospitais. O candidato também apresentou propostas para melhorar o abastecimento de água e o saneamento em áreas rurais, com a valorização da Embasa e parcerias com os municípios.
Para Feira de Santana, a principal proposta apresentada foi a retomada do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), extinto em 2015. Segundo Mansur, a reativação do órgão permitiria ampliar a estrutura viária e criar novas vias e estradas na cidade e na região.
O candidato ao Governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) criticou a suposta adoção de critérios políticos em investigações relacionadas ao caso Master que envolvem o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda. Segundo documentos publicados pelo jornal O Globo, uma operação contra os dois não chegou a ser deflagrada e estaria pendente de decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Relatórios da Polícia Federal teriam apontado diferenças nos critérios utilizados para definir os alvos das apurações. Na avaliação de Mansur, eventual interferência política no Judiciário compromete a confiança nas instituições. O candidato também afirmou que a Justiça não pode adotar tratamentos diferentes conforme o investigado.
“É um desserviço à nação e que a gente deve repudiar. A Justiça é o último refúgio que nós temos na República quando tudo dá errado. Agora, quando a Justiça também dá errado, a República cai. Nós continuamos confiando nos agentes jurídicos, homens e mulheres, que honram as suas togas e os juramentos que fizeram. A Justiça deve ser democrática e não seletiva”, afirmou.
Mansur ainda questionou os impactos políticos de uma eventual proteção judicial a ACM Neto e fez uma comparação com o período de Antonio Carlos Magalhães à frente da política baiana. “Ter um candidato que é apontado como beneficiário de um seletivismo jurídico é muito ruim. Imagina essas figuras à frente de um estado do tamanho da Bahia? Iríamos voltar à época do Toinho Malvadeza numa versão 2.0”, completou.
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) aproveitou uma caminhada na Cidade Baixa, em Salvador, nesta sexta-feira (4), para homenagear o avô Antonio Carlos Magalhães, que completaria 99 anos na data. Neto afirmou que pretende levar para uma eventual gestão estadual o mesmo compromisso atribuído ao ex-governador com os interesses da Bahia.
Durante o ato, o candidato se emocionou ao relembrar a trajetória de ACM e destacou o legado político deixado pelo avô. “É um dia especial, em que a gente lembra a memória de meu avô, Antonio Carlos Magalhães. Sem dúvida, foi o baiano que mais amou a Bahia e, nas últimas décadas, o baiano que mais lutou pelo nosso Estado. Se estivesse hoje, ele completaria 99 anos”, afirmou.
“Apesar de já ter nos deixado há quase 20 anos, seu legado continua vivo na memória e no coração dos baianos, as suas obras, as suas realizações e toda a sua luta pela Bahia. O que a gente, nesse momento, lembra com mais carinho é do amor de ACM pela Bahia, como ele lutava pelo nosso Estado, colocava a Bahia em primeiro lugar. É algo que eu quero levar comigo, se Deus me der a oportunidade de ser governador do nosso Estado”, completou.
A caminhada reuniu o prefeito Bruno Reis (União), a vice-prefeita Ana Paula Matos, os candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), além de deputados, vereadores e lideranças.
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta quarta-feira (2), em ato político em Paulo Afonso, que pretende promover mudanças nas áreas de saúde, segurança e educação caso seja eleito. Segundo ele, esses setores formam o “tripé fundamental” de sua proposta para o estado.
Neto também criticou os índices de segurança e afirmou que pretende combater a expansão do crime organizado. “Esse é o tripé fundamental do trabalho que a gente quer fazer. É garantir a assistência para quem precisa e assegurar que não vai ter gente morrendo na espera da fila. É devolver a paz às famílias que infelizmente viram o crime organizado chegar, o tráfico de drogas tomar conta de territórios”, disse.
O candidato voltou a questionar a promessa feita por Jerônimo Rodrigues (PT), em 2022, de zerar a fila da regulação. Para Neto, a realidade enfrentada por pacientes da rede pública ainda é diferente do discurso do atual governador. “Há quatro anos Jerônimo prometeu que iria zerar a fila da regulação. Agora, em entrevistas, ele diz que na Bahia nenhum paciente que precisa de atendimento de urgência espera mais que 24 horas por um internamento hospitalar, mas nós sabemos que isso não é verdade”, afirmou.
Segundo o candidato, as dificuldades seriam maiores no interior, onde, conforme sua avaliação, ainda há carência de hospitais, leitos de UTI, consultas e exames. Durante o evento, Neto também apresentou propostas relacionadas ao agronegócio. Ele afirmou que a Bahia tem potencial para se tornar a maior potência agrícola do país, desde que haja investimentos em irrigação e infraestrutura. “A Bahia pode ser a maior potência na agricultura de todo o Brasil. A maior, não é a segunda, não é a terceira, é a maior potência”, declarou.
O turismo, especialmente o ecoturismo, também foi citado como uma oportunidade para ampliar a geração de emprego e renda em Paulo Afonso e na região. “Paulo Afonso pode ser um dos principais destinos de todo esse país. Mas para isso acontecer vai ser preciso ter um governador com visão de futuro, um governador comprometido com a geração de emprego”, afirmou.
O ato reuniu integrantes da chapa majoritária de oposição, como o candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e os postulantes ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos), além de lideranças políticas locais.
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) reuniu moradores da Fazenda Grande do Retiro, em Salvador, nesta quarta-feira (2), durante uma caminhada de campanha pelo bairro. Ao lado do prefeito Bruno Reis (União Brasil), da vice-prefeita Ana Paula Matos e dos candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), Neto percorreu as ruas da região acompanhado por deputados, vereadores e lideranças políticas.
Durante o trajeto, moradores deixaram casas e estabelecimentos comerciais para acompanhar o ato, tirar fotos e cumprimentar o candidato. Neto afirmou que a mobilização demonstra um sentimento de mudança na capital e em outras regiões do estado. “É emocionante ver a Fazenda Grande do Retiro desse jeito, com tanta gente nas ruas, demonstrando carinho, gratidão e reconhecimento pelo trabalho que fizemos em Salvador”, declarou.
O candidato também disse que recebe as manifestações “com muita humildade” e apontou que há, segundo ele, uma crescente busca por um novo caminho para a Bahia.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta segunda-feira (27) que recebe com alegria a possibilidade da chapa de Rui Costa como um dos grandes nomes para chapa na eleição de 2026, durante sua participação no Encontro da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Bahia (FETAG-BA) em Feira de Santana.
Questionado pela Imprensa, Jerônimo alega na importância da unidade do grupo político para compor futuras chapas eleitorais. Em tom conciliador, o governador usou uma metáfora para falar sobre os desafios internos na política.
“Na política, a gente segue a regra das omeletes — não se faz omelete sem quebrar ovos. Nós não estamos padecendo, estamos sofrendo o fato de termos três bons nomes. O nome de Rui Costa é um nome justo, pela experiência dele, pela forma como ele ajuda o presidente Lula. É justo que a gente possa analisar e tomar uma decisão que una o grupo”, comenta o governador.
A fala surge em um gesto de apoio a Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, e também como uma sinalização de que o grupo petista busca da cadeira do Senado Federal, a fim construir uma chapa forte para as próximas eleições.
O Encontro da FETAG-BA reúne lideranças sindicais rurais, representantes de movimentos sociais e autoridades estaduais e federais para discutir o fortalecimento do campo e políticas públicas para a agricultura familiar. Com o tema “Sindicalismo Forte, Campo Vivo, Brasil Soberano!”, ocorre no Centro de Convenções até esta terça-feira (28).
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Gilberto Gil
"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.