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eleicao em jeremoabo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, negou um pedido de liminar da prefeitura de Jeremoabo, no Nordeste baiano, contra o ex-gestor João Batista Melo de Carvalho, o "Tista de Deda" (PSD). Com isso, o ex-prefeito segue candidato à prefeitura da cidade neste ano.
Na decisão, tomada na última quarta-feira (25), o presidente do Supremo declinou do julgamento e afirmou que "nada impede que o efeito suspensivo aqui pretendido seja requerido ao relator do feito de origem".
Tista de Deda foi condenado por improbidade administrativa sob acusação de se promover durante o primeiro mandato à frente do município, em 2002. Á época, o então prefeito foi acusado de espalhar placas pela cidade identificando o nome dele á obra, a exemplo de “ADM. JOÃO BATISTA M. DE CARVALHO”, ou a eventos, como São João.
Na liminar, a prefeitura, que apoia o candidato Matheus de Deri (PP), sobrinho do prefeito Deri do Paloma (PP), afirmou que a manutenção da candidatura do ex-prefeito causaria risco de grave lesão à ordem pública, uma vez que influenciaria a "liberação de outros agentes políticos condenados por atos dolosos que causaram prejuízo ao erário, incutindo-se a convicção de impunidade".
A situação de Tista de Deda chegou a ser comparada no município com a da esposa, Anabel de Tista, que chegou a ganhar a eleição em Jeremoabo em 2016, quando tentava a reeleição, mas teve a candidatura indeferida, o que fez a cidade ter uma eleição suplementar, já em 2018. Deri do Paloma venceu aquele pleito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.