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eclipse lunar
Em fenômeno raro, nesta terça-feira (17), admiradores da astronomia poderão observar um eclipse parcial da Lua em todo o território brasileiro. O eclipse não precisa de instrumento óptico para ser observado, mas terá uma cobertura baixa do nosso satélite natural.
Além do Brasil, o fenômeno também será visível na América do Norte (exceto no Alasca), na Europa, em grande parte da África, da Ásia Ocidental e partes da Antártida.
Durante um eclipse lunar, a sombra da Terra obscurece a Lua e essa sombra tem dois tipos: a umbra e a penumbra. A umbra é a sombra escura que não recebe nenhuma luminosidade do Sol. Já a penumbra é a sombra clara que ainda recebe luminosidade do Sol.
Segundo a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento, este será um eclipse parcial com pequeníssima parte da Lua penetrando na umbra. No máximo do eclipse parcial somente 3,5% da área total da Lua estará escura. A Agência Brasil, a astrônoma esclarece que, diferentemente do eclipse do Sol, no horário do eclipse lunar, quem estiver vendo a Lua verá a lua eclipsada.
É interessante notar que eclipses da Lua e eclipses do Sol acontecem em sequência. Em sequência ao eclipse da Lua haverá o eclipse anular do Sol no dia 2 de outubro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.