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A Electronic Arts (EA) anunciou nesta segunda-feira (29) que foi vendida por US$ 55 bilhões. O negócio foi fechado com um consórcio formado pelo fundo saudita PIF, a gestora Silver Lake e a Affinity Partners, que adquiriram 100% da companhia.
Os acionistas da EA receberão US$ 210 por ação, valor 25% superior à cotação de US$ 168,32 registrada em 25 de setembro de 2025, último dia de negociação antes do anúncio. O preço também supera o recorde histórico da empresa, de US$ 179,01 em 14 de agosto de 2025. O PIF já possuía 9,9% de participação na EA, incorporada ao acordo.
A operação é considerada a maior transação privada totalmente em dinheiro já realizada no setor, consolidando a retirada da EA da bolsa de valores. O consórcio afirma que a aquisição permitirá acelerar projetos globais, com foco na integração de experiências físicas e digitais e na ampliação de parcerias em jogos, esportes e entretenimento.
Fundada em 1982, a EA é uma das principais produtoras de games esportivos, responsável por franquias como EA FC (antigo FIFA), NBA, Madden NFL, NHL, UFC, PGA Tour, F1, College Football e o recém-anunciado EA Sports Tennis. Além dos títulos esportivos, a empresa também publica séries como The Sims, Battlefield e Apex Legends.
O CEO Andrew Wilson declarou que o acordo representa um reconhecimento ao trabalho da equipe e projetou crescimento em novas áreas. Segundo ele, o objetivo é "ultrapassar os limites do entretenimento, esportes e tecnologia, desbloqueando novas oportunidades em escala global".
Com os novos controladores, a expectativa é de que a EA disponha de mais recursos para expandir suas franquias e desenvolver projetos de maior escala.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".