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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, revelou, nesta sexta-feira (3), sobre a possibilidade da chegada de novas doses contra a mpox (varíola dos macacos) no Brasil, está em discussão com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A declaração aconteceu em Salvador, durante visita ao Hospital Martagão Gesteira, na capital baiana.
Segundo a titular da pasta, atualmente, a distribuição dos imunizantes depende de uma análise da necessidade dos países, em especial às nações africanas que possuem um maior número de casos.
“As doses estão em discussão com a Organização Mundial de Saúde e dependem de uma avaliação de necessidades que não são só do nosso país, mas que são sobretudo do continente africano, onde está tendo um grande número de casos”, disse Trindade em entrevista à imprensa.
Nísia afirmou também que, no atual momento, ainda não há indicação de vacinação em massa.
“Não há indicação em nenhum país para vacinação em massa, o que nós estamos fazendo é reforçar a vigilância e no caso dos sinais que estão bem descritos no portal do Ministério da Saúde, estimular a busca imediata dos serviços de saúde”, disse a ministra em resposta a reportagem do Bahia Notícias.
O relato da chefe da saúde chega após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) renovar a dispensa de registro sanitário da vacina Jynneos e da vacina Imvanex, ambas compradas pelo o Ministério da Saúde para prevenção da mpox. Segundo a medida publicada nesta terça-feira (27), no Diário Oficial da União, a diretoria colegiada da agência decidiu, por unanimidade, permiti, em caráter excepcional e temporário, a renovação da dispensa de registro sanitário das vacinas por um prazo de 180 dias, contados a partir da última sexta-feira (23).
O imunizante Jynneos é fabricado pela Bavarian Nordic, na Dinamarca, enquanto a Imvanex é desenvolvida pela IDT Biologika GmbH, na Alemanha. A Anvisa disse que as duas doses se referem a um mesmo produto, com nomenclatura distintas na Europa e nos Estados Unidos.
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"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).