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dor e outra cronicas
A médica baiana Julie Valente lança no dia 3 de outubro o livro “Dor e outras crônicas”, obra que aproxima medicina e literatura para tratar a experiência da dor a partir de diferentes perspectivas. O lançamento acontece às 9h, no Pereira Café, no Shopping da Bahia, em Salvador.
Na obra, Julie parte de memórias pessoais para apresentar uma abordagem que vai além dos aspectos físicos da dor. O projeto reúne textos sobre atividade física, sono, alimentação, lazer, hobbies e espiritualidade, relacionando esses elementos ao tratamento e ao bem-estar.
A narrativa também aborda as dimensões emocionais, sociais e existenciais da experiência dolorosa, combinando conhecimento científico, literatura e poesia em uma escrita marcada pela delicadeza.
Com raízes no sertão da Bahia e no Vale do Jequitinhonha, Julie é médica com formação em Dor, Anestesiologia e Cuidados Paliativos e mestra em Medicina e Saúde Humana pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. A autora também escreve para o Jornal dos Comitês da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), onde atuou como coordenadora científica do Comitê de Dor Oncológica, além de ministrar palestras em congressos da área pelo Brasil.
Leitora desde a infância, Julie tem entre suas principais referências nomes como Clarice Lispector, Machado de Assis e Gabriel García Márquez. A relação com a literatura aparece no próprio formato escolhido para discutir um tema que faz parte de sua rotina profissional. O livro já está disponível para compra na Amazon, pelo valor de R$ 60.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.