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domicilar
A Procuradoria-Geral da República se manifestou favoravelmente, nesta segunda-feira (23), ao pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A avaliação considera o quadro de saúde do ex-chefe do Executivo, diagnosticado com pneumonia após ser transferido para um hospital.
No parecer, o procurador-geral Paulo Gonet apontou a necessidade de cuidados médicos contínuos e monitoramento integral, indicando que a prisão domiciliar seria mais adequada diante do risco de agravamento do quadro clínico.
A decisão cabe ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que solicitou ao hospital informações detalhadas sobre seu estado de saúde. A posição da PGR foi solicitada por ele na última sexta-feira (20).
Na semana passada, Bolsonaro passou mal no presídio e foi levado para o Hospital DF Star, onde continua internado. O ex-presidente se recupera de um quadro de pneumonia bacteriana.
A defesa do ex-presidente afirma que houve piora clínica e que o local atual de detenção não oferece condições adequadas para o tratamento. Nos bastidores do Supremo, ministros avaliam que a concessão da domiciliar, com medidas cautelares, pode ser a alternativa mais adequada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.