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do banco master
A interrupção aconteceu no momento em que os repórteres indagaram o senador sobre a denúncia de que ele teria negociado R$ 134 milhões com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Confira em vídeo o momento:
REPERCUSSÃO POLÍTICA
Apesar de ter se retirado por conta das perguntas de uma repórter do site que revelou o caso, exclamando e gesticulando com a frase “Dinheiro privado! Dinheiro privado!”. Em nota, o pré-candidato confirmou a veracidade do áudio e não respondeu à jornalista, classificando-a de "militante".
Como resposta, lideranças políticas brasileiras, como o Partido Novo, Missão e Partido Social Democrático (PSD), já criticaram o pré-candidato de olho nas eleições de 2026.
Já membros de partidos aliados ao atual governo, por sua vez, dentro da Câmara, acionaram o setor jurídico partidário e a Procuradoria-Geral da República (PGR). É o caso da deputada federal Erika Hilton (Psol) e de Pedro Uczai (PT). Outros nomes também se manifestaram sobre o caso.
Como nomes baianos aliados do governo federal, Lídice da Mata (PT): "Eu não estou nem um pouco surpresa", conta. Confira:
E não é que Flávio Bolsonaro, aquele da rachadinha, emitiu por áudio um “recibo” de R$ 134 milhões do Banco Master para financiar um filme sobre o pai?
— Lídice da Mata (@lidicedamata) May 13, 2026
“Estarei contigo sempre”, disse a Daniel Vorcaro.
Sinceramente? Eu não estou nem um pouco surpresa. E você?
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tem uma coisa que me causou muita estranheza: por que começar essa operação por um líder da oposição? Essas coisas não surgem por acaso, acontecem porque estamos em ano eleitoral. As questões técnicas e provas estão em segundo plano para eles".
Disse o senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI) ao anunciar nesta terça-feira (12) que permanece como pré-candidato à reeleição ao Senado Federal. A declaração foi dada ao g1 por meio de um vídeo enviado pela assessoria de imprensa. A decisão vem após a quinta fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, na qual Ciro foi um dos alvos da investigação que apura possíveis interferências do Banco Master no Congresso Nacional.