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O DJ e produtor cultural Jamil Godinho denunciou, na madrugada deste domingo (4), ter sido vítima de homofobia dentro do Show Bar, localizado no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O relato foi feito por meio das redes sociais.
De acordo com Jamil, o episódio começou quando ele procurou o proprietário do estabelecimento para tratar de uma situação. Durante a conversa, o dono teria questionado quem ele era e o ofendido com xingamentos de cunho homofóbico. O DJ também afirmou que, em meio à confusão, um segurança do bar desferiu um soco em seu tórax.
Ainda segundo o relato, ao tentar registrar a situação com o celular, o aparelho teria sido jogado no chão. Após o ocorrido, Jamil informou que se dirigiu a uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Confira a denúncia nas redes:
Em resposta apurada pelo Bahia Notícias (BN), o 'Show Bar' manifestou-se oficialmente sobre o caso, negando as acusações de violência e discriminação:
"Show Bar reafirma o seu compromisso com o respeito e a diversidade. Os fatos ocorridos ontem [estão sendo apurados] com base em registos internos e depoimentos. Até ao momento, não há confirmação de conduta discriminatória e da suposta agressão por parte da equipe. Permanecemos à disposição das autoridades", responde.
Além da nota oficial, a apuração junto ao estabelecimento indicou que depoimentos de pessoas presentes no local sugerem que o DJ apresentava sinais de embriaguez. Segundo o relato obtido pelo repórter, "os depoimentos de pessoas que estavam na casa é que a pessoa estava alcoolizada e fora de si".
O caso segue sob análise das autoridades competentes, que deverão utilizar as imagens das câmaras de segurança e os depoimentos de testemunhas para esclarecer o ocorrido. (Nota atualizada 13h para incluir posicionamento do bar)
Do nome de batismo à alcunha de "Lerry", muitos beats e feats percorrem a carreira do DJ feirense Pedro Lucas. Um dos expoentes da cultura SoundSystem da Bahia, o músico é dono de uma pesquisa que deu origem ao "pagotrance" e lançou, nas última semanas, duas novas apostas musicais: FêraBeat Remix e a participação no compilado Máfia do Dendê (confira aqui).
Para ele, versatilidade é a palavra de ordem no seu trabalho. "Essa é a palavra que dá liga para essa linguagem que eu trago. Ela não é tão fácil de assimilar na primeira ouvida, não é um estilo ou uma batida única. São diversas linguagens que se comunicam entre si através da tecnologia digital, através de softwares e hardwares no computador. O âmago do projeto Lerry é esse", aponta o DJ.
As misturas possíveis dão conta de ritmos como o trance, o arrocha, o trap, o forró, o sertanejo e até o pagodão baiano. Tudo numa "pegada" dançante. Seu álbum mais recente, o FêraBeat Remix, é ideal, indica Lerry, "para pistas de casa" e faz uma ode à cultura de Feira de Santana.

Foto: Reprodução / Facebook
Iniciado na cena com a parte mais técnica da produção musical, ele conta que tudo se deu em 2013, quando começou a ensinar amigos DJs a montar equipamentos e trabalhar com programas. Acabou botando a mão na massa e fazendo ele mesmo as mixagens.
"Em 2015 eu comecei a pensar sobre como eu gostava daquilo [da música eletrônica], mas não me sentia tão representado, então quis quebrar isso e comecei a brincar com essas experiências. Pensei como eu poderia caminhar com minha música para que seja comunicativa da minha verdade e da verdade do meu povo. Em 2016 eu lancei minha primeira música como 'Lerry', 'Ela Balança', com o Roça Sound, e em 2017 lancei o disco 'Tá Batenu' e caiu essa onda do pagode eletrônico", conta Lerry.
O "pagotrance" veio disso, mas também de outras várias inquietações que permeiam o público que acompanha a cena eletrônica. Ele queria estar naquele lugar, mas com uma outra perspectiva. "O pagotrance nasce primeiro da observação de que nós, agentes da cena de música eletrõnica na Bahia, não somos iguais ao púbico padrão de psytrance. É uma cena que em sua essência é branca e aqui ela tomou outra forma", indica.
"A periferia abraçou a festa de música eletrônica. A juventude periférica baiana acessa a rave e ela não se comporta como a juventude da classe média. Isso era um choque para mim porque quando comecei a gente tinha outras referências e eu não me identificava porque não queria me fantasiar. O 'pagotrance' começa de querer levar a minha parte para aquilo, não só pegar a influência de fora, quis mostrar uma coisa nossa, brasileira, baiana, feirense".
"Pagotrance", a música homônima, é um dos marcos fundantes do estilo que mistura o trance e o pagode baiano tomando como referência as influências negras como a cabila (ou cabula) tocada nos atabaques dos terreiros de candomblé.
Um outro aspecto do trabalho de Lerry são os feats, principalmente com artistas locais. As "aglomerações", como ele brinca ao falar sobre as parcerias com representantes de variados estilos, sempre estiveram no seu radar por querer tornar o que fazia "em sua essência, colaborativo".
"Primeiro chamei pessoas para fazer letra, colocar a voz e ao mesmo tempo fui abraçado por outras pessoas que eu nem pensava em chamar e aí fui tendo uma outra perspectiva. Comecei a compor também", diz Lerry, comentando sobre o processo de criação de uma dessas composições "Aquela Saudade", em parceria com o grupo Luísa e os Alquimistas.
"Eu vejo o feat como uma grande sacada para todo mundo. Divulga, espalha, diminui os custos e fortalece mais pessoas", argumenta, lembrando que a ideia de parcerias não é nova no mercado musical e já podia ser vista nos tempos dos vinis com o formato split.

Lerry no Ressonar Festival | Foto: Reprodução / Instagram
Sobre as perspectivas do pagode baiano para o futuro, Lerry é otimista. "Tenho a ideia de que a Bahia é a capita cultural do mundo. O que fazemos aqui é a referência. O pagodão é o nosso produto de exportação agora e todos os artistas da nova safra fazem coisas próximas".
Segundo ele, há, ao longo dos anos, mudanças consideráveis na sonoridade do pagode da Bahia e tal movimento é natural. Ele diz considerar que, mesmo com o surgimento do "pagode exportação", o "pagodão raiz" não vai deixar de ser consumido e vai se tornar um alvo do interesse do público que acompanha o formato tocado no mainstream.
Além de DJ e produtor cultural, Lerry gerencia um estúdio de música e produz uma festa em São Paulo e na Bahia, a "Brasilidades".
O Villa Container Mall, em Feira de Santana, vai receber neste sábado (21), a festa Brasilidades. O evento vai acontecer a partir das 18h e pretende reunir a música de todas as regiões do país numa mistura de verão, carnaval, alegria e muitas cores. Esta é a segunda edição da festa, que acontece de forma itinerante, na Bahia. A primeira foi na Praia do Forte, em setembro de 2019.
Comandada pelo DJ e Produtor Musical Lerry, que nesta edição convida a DJ Sica (festa Embalô-SSA), o DJ Cândido e o grupo RoçaSound, no repertorio composto por músicas originais e remixadas, busca-se, além de resgatar a música popular brasileira, exaltar a produção da vanguarda artística atual.
O repertório tem sons como o Forró, Samba-Reggae, Samba de Roda, Partido-Alto, Axé, Maracatu, Coco, Ijexá, Experimental, Regional, Pop e muitas sonoridades do lado B da nossa música.
Para o idealizador do evento, o momento e a conjuntura atual do país, fazem ser mais que necessário o resgate da canção brasileira e suas letras cheias de história, lutas e memórias, alinhadas com todo o ritmo e a pulsação típicas do Brasil.
Nome conhecido da cena noturna de Salvador, o DJ e produtor musical Ober lança seu primeiro EP com faixas inéditas na próxima semana. O homônimo “Ober” chega às plataformas de streaming na sexta-feira (17) e será acompanhado por um show ao vivo do artista no Youtube no domingo (19).
O EP de estreia terá cinco músicas com participações especiais. Além de “Fine”, primeiro registro extraído do trabalho feito em parceria com o irmão Rodrigo Leite nos vocais, o DJ adiantou que preparou uma nova faixa com a drag soteropolitana Mary Jane Beck para o disco.
A música se chama “Enquanto Cê Me Beija” e dá prosseguimento ao casamento dos dois que já rendeu outros frutos como “Manual do Bumbum” (2019), “Cê Faz Assim” (2017) e o EP da transformista "Passa a Bola” (2018).
Para o primeiro compilado da carreira, Ober promete um mix variados de estilos nas faixas. “Eu queria apresentar minha identidade como produtor e músico. Eu amo música pop e tudo o que ela abrange, então quis trazer um pouco disso com house, disco, reggaeton, electro pop e até uma baladinha”, revelou.
Reconhecido pelos sets e remixes que produziu aos longos do anos, Ober aproveitou a quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus para tirar do papel a ideia de produzir seu próprio EP. “Eu não encontrei ninguém. Tudo foi feito remotamente por meio de ligação de vídeo, áudios. Cada participação gravou em sua casa”, relatou.
Confira “Fine”, uma das cinco músicas que estarão presentes no EP “Ober”, que chega em todas as plataformas na semana que vem:
Isolado em seu apartamento para se prevenir da Covid-19, o DJ Pedro Sampaio decidiu criar um remix da canção “Lavar as Mãos”, de Arnaldo Antunes. A música, eternizada por gerações, faz parte da trilha sonora da série infantil “Castelo Rá-Tim-Bum”, que foi exibida originalmente entre os anos de 1994 e 1997.
Em uma postagem feita em seu perfil no Instagram, Sampaio mostrou parte do processo de criação da nova versão, incluindo na melodia as batidas que são característica de seu trabalho. A publicação, vale destacar, já conta com mais de 2 milhões de visualizações conquistados em um dia.
Como se sabe, higienizar de forma correta as mãos tem se tornado uma das medidas mais eficazes para prevenir a proliferação do novo coronavírus. No Brasil a doença já contaminou mais 500 pessoas e já vitimou 7 delas. Na Bahia, já são 30 diagnosticados.
Antes da publicação sobre a música “Lavar as Mãos”, o DJ também divulgou na mesma página uma festa improvisada feita a partir da varanda de sua casa. Com seu disc jockey, Sampaio animou crianças que estava no térreo do condomínio onde mora, além de outros moradores do mesmo prédio e edifícios vizinhos.
Confira:
Confira a versão original de "Lavar as Mãos":
Silva anunciou, nesta segunda-feira (18), as primeiras cinco cidades por onde irá passar no início de 2020 com seu projeto de verão.
Um dos locais confirmados é Salvador, que pela segunda vez receberá o “Bloco do Silva”, no dia 25 de janeiro. O cantor e compositor capixaba subirá ao palco do Trapiche Barnabé, no Comércio, a partir das 17h, e seu show contará com participações de Tatau e dos DJs Ju de Paulla e Ubunto.
O primeiro lote de ingressos custa R$ 50 e está à venda na plataforma Sympla (clique aqui).
Além da capital baiana, Silva anunciou datas também em São Paulo (SP), no dia 18 de janeiro; Vitória (ES), dia 7 de fevereiro; Rio de Janeiro (RJ), em 8 de fevereiro e Rio de Janeiro, dia 22 de fevereiro.
O DJ e produtor Avicii, que faleceu em abril aos 28 anos, terá um funeral realizado apenas para familiares. De acordo com informações do Omelete, a família do DJ, cujo nome real é Tim Bergling, anunciou em comunicado que o funeral seria fechado: “"A família Bergling confirma que o funeral será privado, na presença das pessoas que eram mais próximas de Tim. Eles pedem gentilmente que a mídia respeite isso. Não há mais informações". Avicci, que foi um dos maiores nomes da música eletrônica dos últimos anos, foi encontrado morto no dia 20 de abril na cidade de Mascate, em Omã.
O DJ e produtor sueco Avicii morreu após utilizar caco de vidro de uma garrafa de vinho para fazer vários cortes no pescoço e no pulso, de acordo com o portal TMZ. Avicii, de 28 anos, foi encontrado morto em um hotel em Mascate, capital de Omã. A família do músico havia declarado que o artista já não tinha “forças” para lutar e só buscava “paz”, algo que foi interpretado como uma confirmação do suicídio.
A família do DJ Avicii, encontrado morto na sexta-feira (2), aos 28 anos (veja aqui), divulgou nesta quinta-feira (16), um comunicado que supostamente indica que o artista tenha se suicidado. De acordo com o Uol, a declaração feita pela família falou sobre a vida de Tim, e sobre sua relação com a carreira de DJ. “Um apaixonado perfeccionista que viajava e trabalhava duro em um ritmo que levou a um stress extremo. Quando ele parou de fazer turnês, quis achar equilíbrio na vida e ser feliz, e poder fazer o que ele mais amava – música”. Além disso, algumas colocações da família falam sobre ele buscar a paz e ser uma pessoa frágil: “Ele lutava contra pensamentos sobre o significado da vida, da felicidade. Ele não conseguia mais. Ele queria achar a paz.” “Nosso querido Tim era uma alma artística e frágil, que buscava respostas para perguntas existenciais”, complementou a família. Leia o comunicado na íntegra: “Nosso querido Tim era uma alma artística e frágil, que buscava respostas para perguntas existenciais”.Um apaixonado perfeccionista que viajava e trabalhava duro em um ritmo que levou a um stress extremo. Quando ele parou de fazer turnês, quis achar equilíbrio na vida e ser feliz, e poder fazer o que ele mais amava - música. Ele lutava contra pensamentos sobre o significado da vida, da felicidade. Ele não conseguia mais. Ele queria achar a paz.
Tim não foi feito para a máquina de indústria que se inseriu. Ele era um cara sensível que amava seus fãs, mas se escondia dos holofotes.Tim, você será amado para sempre e fará muita falta. A pessoa que ele era e sua música continuarão deixando sua memória viva.Nos te amamos. Sua família".
O ator Michael Douglas fez agradecimentos públicos após descobrir uma música com seu nome, gravada pelo DJ brasileiro João Brasil. "Obrigado, João Brasil! Eu estou honrado!", disse o artista, por meio de sua conta no Instagram. O que ele não sabia é que a canção "Michael Douglas", lançada em 2016, não é propriamente uma homenagem, mas na verdade faz referência à droga sintética MD. Mesmo assim, o agradecimento do artista foi celebrado por João Brasil. "O grande dia chegou!", escreveu ele.
Confira a canção "Michael Douglas":
O DJ Alok foi o único brasileiro a aparecer na lista “Billboard Dance 100”, da revista Billboard, que reconhece os 100 melhores DJs do mundo. Alok ficou na 72º posição. “É sempre muito gratificante ter nosso nome reconhecido. Toda conquista é muito válida e a cada uma delas a gente espera melhorar ainda mais. Qualquer reconhecimento que seja, nos motiva de uma forma muito especial.”, agradeceu Alok em comunicado. O DJ tem mais de 10 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais, mais de 300 milhões de plays com o hit “Hear Me Now”, Discos de Ouro e Platina recebidos na Itália e França, 200 milhões de visualizações no YouTube e 10 milhões de seguidores nas redes sociais. No top 5 da lista, ficaram Major Lazer, Marshmello, Kygo, Calvin Harris e The Chainsmokers.
De passagem pelo Rio de Janeiro para se apresentar no Rio Music Carnival, nesta segunda-feira (12), o produtor, empresário e DJ norteamericano Diplo declarou seu apreço e agradecimento ao Brasil. “O Brasil foi o lugar que me definiu como artista. Desisti de tudo e comecei a vir aqui — desisti do meu emprego, deixei minha casa na Filadélfia, resolvi que queria ser um escritor ou, melhor ainda, um músico/DJ. Hoje, parece que ainda estou nessa mesma onda que começou há tanto tempo. Não fiz uma pausa, apenas continuo aprendendo e tentando coisas novas como produtor”, disse ao jornal O Globo. O artista, que trabalhou com nomes como Beyoncé, Justin Bieber, Madonna, Major Lazer e Pabllo Vittar, falou ainda sobre a evolução e do funk carioca. “É uma loucura ver como, em apenas dez anos, o funk tornou-se quase a língua do Brasil. Músicas como ‘Afronta é guerra’ são algumas das minhas favoritas do ano passado. É ótimo que agora, enquanto o resto do Brasil diz ‘nós temos o funk’, o Rio, onde ele foi inventado, diga ‘pois nós temos algo mais’. Isso mostra o poder dos produtores na favela de se adaptar e evoluir, seguindo como lançadores de modas. Claro que eu me lembro de quando o funk de São Paulo era tido apenas como moda passageira — agora ele é uma indústria completa”, avaliou Diplo. “Lembro das primeiras músicas da MC Beyoncé e de como tudo isso mudou para algo mais polido. Quando eu comecei a tocar funk, lembro-me de que em São Paulo havia apenas algumas pessoas interessadas, mas tudo o que faltava era o rádio e a TV darem uma chance. Os MCs de São Paulo decidiram que o funk era algo em que poderiam entrar para fazer sua própria música. E eles continuam inovando”, acrescentou.
Com a notícia de que teria convidado Pabllo Vittar para uma parceria, a rapper Azealia Banks negou o feito. Ainda assim, ela deixou a possibilidade aberta. "Eu não me lembro de ter convidado oficialmente pra uma colaboração, mas eu estou dentro se Pabllo estiver", comentou Azealia no Instagram Stories.
De acordo com o blog Gente Boa, de O Globo, Leocádio Rezende afirmou que Pabllo tem sido procurada por muitos artistas. "Muita gente tem vindo atrás dela, inclusive a Azealia Banks, que é incrível, mas ficamos preocupados", contou Rezende, que é DJ oficial da drag queen. A preocupação, de acordo o blog, se deve à postura polêmica de Azealia, que teria assumido atitudes homofóbicas. Em resposta, Azealia disse que "definitivamente não é homofóbica" e que essa imagem é "culpa dos garotos gays" que a ensinaram piadas ruins. "Eu tive que aprender do jeito difícil que eu não devo repeti-las", justificou.
Depois de "Sua Cara" com Anitta e Major Lazer, Pabllo tem mais uma parceria internacional confirmada. O nome ainda está em segredo, mas, de acordo com Rezende, "é com uma americana".
Destaque na cena eletrônica, Alok foi eleito o 19º melhor DJ do mundo pela revista especializada DJ MAG. Ele é o brasileiro mais bem colocado no ranking, que traz o holandês Martin Garrix no topo pelo segundo ano consecutivo. Em 2016, Alok ocupava a 25ª posição. "Além de honrado, me sinto extremamente feliz, satisfeito e muito motivado. Conquistar essa posição demonstra o quanto nos dedicamos e trabalhamos para que a música eletrônica brasileira conquistasse seu próprio espaço. Orgulho em representar o Brasil e ter o apoio de vocês ao meu lado. Agradeço a todos que contribuem com a construção dessa história. Essa posição não é minha, é do Brasil", agradeceu o artista goiano.
Em uma lista divulgada pela Billboard, Alok também foi eleito o brasileiro mais ouvido no exterior. Em 15 anos de carreira, o artista despontou com o hit "Hear Me Now". Além de Alok, os brasileiros na lista são Vintage Culture na 31ª posição e o duo Cat Dealers, na 74ª. O ranking traz ainda Calvin Harris, Skrilexx, Kygo, Diplo e Alesso.
Responsável pela transmissão do Lollapalooza 2017 no canal BIS, neste fim de semana, a apresentadora Titi Muller chamou a atenção do público, ao criticar uma das atrações. Em uma passagem ao vivo, neste domingo (26), antes do show do DJ israelense Borgore, ela fez considerações sobre o artista. “Borgore é um dos mais polêmicos produtores da EDM, Electronic Dance Music, da atualidade. Ele nasceu em Israel e foi alçado à fama, ele é responsável por vários hits, vários remixes, mas o grande lance é que na medida que ele foi ganhando visibilidade, as letras compostas por ele, extremamente machistas, misóginas… babacas mesmo, foram ganhando visibilidade e, obviamente, muitas críticas”, disse Titi, exemplificando sua afirmação com um trecho de uma das canções de Borgore: “Haja como uma vadia, mas antes lave a louça”. A apresentadora destacou ainda que algumas pessoas saem em defesa do DJ, como a dupla de DJs australianas Nervo, que também tocou no festival, mas não autorizou a transmissão do show. "Eu não sei como interpretar isso, ela [Nervo] falou que isso é só um personagem”, questionou Titi, acrescentando: “Querido, na próxima encarnação vem de um personagem melhor”. Em seguida ela diz ironizou a própria transmissão: “Eu gostaria de dizer que machistas não passarão neste canal, mas vai passar agora, pelo menos no palco Perry. É isso aí, Borgore, vai que é tua, querido”. Pouco tempo depois, Titi Muller voltou ao vivo para anunciar que o show não seria mais transmitido pelo BIS, mas que o público poderia acessar, na íntegra, pelo site do Multishow. “Lá está o palco Perry na íntegra, sendo machista ou não!”, concluiu.
Veja o vídeo:
A caminho do aeroporto de Los Angeles, onde embarcaria para o Alabama, o DJ e produtor musical Calvin Harris se envolveu em um grave acidente de carro e precisou ser hospitalizado. De acordo com o TMZ, o carro de Harris foi atingido por um conversível que trafegava no sentido contrário da pista. O veículo era conduzido por uma jovem de 16 anos que acabou sendo arremessada pra fora do veículo, junto com uma amiga, que estava no banco do passageiro. Através do Facebook, a equipe do DJ informou aos fãs que está tudo bem com Harris. Entretanto, o produtor precisou cancelar o show que faria na cidade por recomendações médicas.
Produzido pela companhia de Manganiello, a 359 Inc., o filme se passa no ano de 1987, quando o grupo anunciou um hiato. O roteirista Stephen Kijak é apontado como o responsável pela escrita do projeto, que já teria o aval de Morrissey por uma "quantia amigável e pagável". Segundo o Showbiz 411, Manganiello interpretaria o protagonista da trama, sendo o DJ sequestrado da estação de rádio.
O nome Tombo também foi sugestão de Milla, unindo conceitos e olhar crítico sobre termos como “tombar” e “Geração Tombamento”. O “tombo”, na gíria LGBT significa passar na frente do outro, daí a proposta de “tombar” um espaço que era predominantemente masculino e colocar a mulher como protagonista. Já a alcunha “Geração Tombamento”, vem dos movimentos negro e feminista, geralmente usado em tom pejorativo para denominar pessoas que utilizam a estética para promover seus discursos políticos. “Queremos mostrar que essa geração não é alienada, que é muito mais que isso. Pessoas negras que não tinham visibilidade agora se vestem de certa forma, para enaltecer o que não era padrão. Existe essa crítica de pessoas do movimento, mas queremos mostrar que também somos politizadas. Nós somos novas, e queremos mostrar que a estética também é uma forma de lutar”, argumenta a estudante, que desde janeiro vem planejando o evento, mas decidiu concretizá-lo no mês da mulher.
Tombo - Território ConquistadoPensando na necessidade urgente de dar protagonismo as mulheres nas noites soteropolitanas, eis que surgiu a TOMBO. Uma festa irreverente que já está dando o que falar, apenas por levantar a bandeira feminista em um cenário majoritariamente comandado por homens. Em resposta aos que se sentiram incomodados com as minas ocupando a cena noturna, a Deusa Elza Soares, juntamente com a Larissa Luz, vêm dizer: "Não é meu inimigo, não te quero domado, não te quero contido, é TERRITÓRIO CONQUISTADO, espaço garantido" Chegou a hora das mulheres botarem a cara no sol!Evento: https://www.facebook.com/events/1712887775595992/Fotografia: Milla CarolModelo: Thatila Martins
Publicado por TOMBO em Terça, 1 de março de 2016
No line up, a produção reuniu novos nomes da cena soteropolitana: o trio Ovelhas Negras, e as DJs Annia Rizia e Prisunto, além de Queen Mischa, que recebeu uma formação especialmente para participar do evento, que contará com músicas variadas, voltadas para o público jovem. Integra a festa ainda o coletivo feminista “Donas do Rolê”, que darão mostras de seu trabalho de graffiti e farão bodypaint no público que deseje estampar arte urbana em seus corpos. Para as próximas edições, ainda em aberto, as realizadoras pretendem manter o formato, convidando jovens DJ e aproveitando para formar outras jovens mulheres para assumir o comando das pick-ups. “Nossa expectativa é muito grande, esperamos que tudo dê certo. Vamos tentar continuar o projeto, que é muito importante. Queremos também aproveitar para abrir outras portas, tanto para outras mulheres, quanto para o debate sobre o empoderamento e causas sociais lideradas por mulheres. Para outras edições, por exemplo, tentaremos arrecadar produtos de higiene para mulheres detentas”, conta Milla.
Serviço
O QUÊ: Festa “Tombo”
QUANDO: Sábado, 5 de março, 23h
ONDE: Idearium Studio Bar – Rio Vermelho
QUANTO: R$ 10 (até 00h) / R$ 15 (com nome na lista) / R$ 20 (sem nome na lista)
Confira o vídeo:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hulk Paraíba
"Vou honrar essa camisa e dar meu máximo".
Disse o atacante do Atlético-MG, Hulk ao se manifestar publicamente sobre especulações envolvendo seu futuro no clube. Em uma sequência de publicações no Instagram, o camisa 7 comentou rumores sobre uma possível saída e esclareceu sua posição em relação ao vínculo com o Galo.