Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
distrito de hulmides
Um homem de 38 anos, identificado como Giovani Santos Silva, foi morto a tiros na manhã deste domingo (4), às margens da BR-101, no distrito de Humildes, em Feira de Santana, no interior do estado. O crime ocorreu após uma perseguição que terminou próximo ao portão de uma empresa local.
Segundo informações preliminares da Polícia Civil divulgadas para o portal G1, Giovani trafegava em uma motocicleta quando percebeu que estava sendo perseguido. Na tentativa de fugir dos atiradores, ele acabou colidindo contra o portão de uma empresa às margens da rodovia. Ao ser alcançado, foi atingido por diversos disparos de arma de fogo.
O corpo da vítima foi encontrado por moradores e pela Polícia Militar sentado e encostado na parede do estabelecimento. A perícia técnica informou que ele apresentava múltiplas lesões, mas a quantidade exata de tiros ainda não foi detalhada.
A Delegacia de Homicídios de Feira de Santana já assumiu as investigações para identificar a autoria e a motivação do crime. As guias para perícia e remoção do corpo foram expedidas e encaminhadas ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). Até o momento, não há informações sobre o velório ou o sepultamento de Giovani.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.