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diogo azevedo
O PSDB na Bahia manifestou solidariedade ao ex-vereador Diogo Azevedo após a perda do mandato na Câmara Municipal de Vitória da Conquista, no Sudoeste.
Nesta terça-feira (6), o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), afirmou que Diogo Azevedo teria sido vítima de perseguição política após deixar o União Brasil e ingressar no PSDB. O dirigente também colocou o partido à disposição do ex-vereador.
Segundo o Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, a declaração de Muniz ocorreu durante o programa UP Notícias.
Azevedo, que recebeu quase 7,8 mil votos na eleição deste ano quando concorria a deputado federal, perdeu o mandato como vereador de Conquista sob alegação de falta de justa causa para se desfiliar do União Brasil, partido pelo qual se elegeu como mais votado da Câmara da cidade em 2024.
No lugar dele assumiu o então suplente Alisson Roberto (União). Muniz declarou que considera injusta a perda do mandato e afirmou que o PSDB pretende oferecer apoio político ao ex-vereador. Em trecho resumido de sua fala, disse que Diogo foi “muito castigado” e que o partido estaria de “braços abertos” para ajudá-lo.
O presidente da Câmara de Salvador também mencionou o cenário político de Vitória da Conquista e o possível apoio à candidatura do vereador Ivan Cordeiro (PL), à prefeitura nas eleições de 2028.
O vereador Alisson Roberto, conhecido como Alisson da Educação (União), tomou posse na Câmara de Vitória da Conquista, no Sudoeste, nesta quarta-feira (23).
??Vereador toma posse em Vitória da Conquista após TRE decretar perda de mandato de colega
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 23, 2026
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Ele assumiu a vaga deixada por Diogo Azevedo (PSDB), após o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) manter a cassação do mandato do edil. A ação que resultou na perda do mandato foi apresentada por Alisson, primeiro suplente do União Brasil, após Azevedo deixar a legenda pela qual foi eleito e se filiar ao PSDB.
Na última quinta-feira (17), o TRE-BA rejeitou, por unanimidade, os embargos apresentados pela defesa e manteve a decisão. A Corte entendeu que não houve justa causa para Diogo Azevedo se desfiliar do União Brasil, legenda pela qual foi eleito. Essa foi a mesma posição que resultou no primeiro afastamento de Azevedo, ocorrido no início de julho passado.
Durante o discurso de posse, Alisson afirmou que a atuação dele será pautada pela lealdade partidária. "Lealdade não é submissão, é compromisso com princípios, com palavras dadas e com aqueles que acreditam em nosso projeto", declarou.
Servidor público há 15 anos, o novo vereador destacou a trajetória como professor efetivo, com atuação em salas de recursos para atendimento especializado, comunidades quilombolas e escolas da zona rural, além da experiência na área sindical.
Ao falar sobre a atuação parlamentar, Alisson afirmou que pretende fazer uma oposição responsável e construtiva aos governos estadual e federal, mantendo independência para fiscalizar e cobrar resultados.
O vereador também declarou que estará aberto ao diálogo e ao apoio a projetos que tragam benefícios diretos para a população de Vitória da Conquista. O fato foi registrado pelo Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração movidos pela defesa do vereador Diogo Azevedo (PSDB) de Vitória da Conquista, no Sudoeste.
A decisão foi tomada em sessão da tarde desta quinta-feira (17), após ter sido interrompida na última segunda-feira, quando o juiz substituto Mhércio Cerqueira Monteiro pediu vistas para analisar o processo.
Nesta quinta, os votos dos desembargadores seguiram a posição da relatora do caso, Carina Canguçu.
Azevedo teve o mandato cassado no início de julho após ação movida pelo suplente Alisson Roberto (União) que acusou de não haver justa causa para Azevedo se desfiliar do União Brasil, legenda pela qual foi eleito. Com o afastamento, Alisson Roberto tem agora a possiblidade de tomar posse no cargo.
No entanto, há informações de que Diogo Azevedo pretende recorrer a instâncias superiores para se manter no cargo.
Eleito na última eleição em 2024 com 6.017 votos, a maior votação do município, o vereador alegou ter saído do União Brasil por não ter tido espaço dentro da legenda conquistense e por discordâncias com a base da prefeita Sheila Lemos (União).
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) interrompeu na sessão plenária desta segunda-feira (14) o julgamento dos Embargos de Declaração na ação de perda de mandato eletivo por infidelidade partidária contra o vereador Diogo Azevedo (PSDB) de Vitória da Conquista, no Sudoeste.
Azevedo teve o mandato cassado no início de julho após ação movida pelo suplente Alisson Roberto (União). Já no final de agosto, Azevedo teve o mandato restituído após reviravolta no mesmo TRE-BA, que decidiu devolver o mandato ao legislador até a conclusão dos embargos de declaração.
Nesta segunda, o processo, que figurava como o primeiro processo da pauta, teve o resultado suspenso devido a um pedido de vista apresentado pelo juiz substituto Mhércio Cerqueira Monteiro.
Antes da interrupção dos trabalhos, a relatora da matéria, desembargadora Carina Canguçu, apresentou voto propondo a rejeição dos embargos de declaração.
Na leitura de ementa, a magistrada destacou a ausência de vícios, omissões ou nulidades processuais na decisão anterior, entendendo que o recurso demonstrava mero inconformismo da defesa com a valoração das provas e a intenção de reexaminar o mérito da causa.
A magistrada foi a mesma que havia aceitado o pedido de cassação e depois o revogou.
Com o pedido de vista concedido nesta segunda, os demais membros da Corte Eleitoral baiana aguardam a devolução dos autos para proferir os votos e concluir a deliberação. Não há data fixada para que o processo retorne à pauta de julgamentos do tribunal.
Uma nova reviravolta que envolve o vereador de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Diogo Azevedo (PSDB) ocorreu nesta terça-feira (25). É que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) suspendeu os efeitos da decisão que determinava a cassação do mandato de Azevedo por infidelidade partidária.
Com isso, o político segue no cargo até o julgamento dos embargos de declaração pelo colegiado do tribunal. Segundo a TV Sudoeste, a medida foi tomada pela desembargadora Carina Cristiane Canguçu Virgens.
Para a magistrada, decisões que resultam na perda de mandato eletivo devem ser executadas somente quando não houver mais possibilidade de recursos nas instâncias superiores.
No último dia 13 de agosto, o TRE-BA havia determinado a cassação de Diogo Azevedo por entender que ele cometeu infidelidade partidária ao deixar o União Brasil e se filiar ao PSDB sem apresentar uma justificativa considerada legalmente válida.
A Justiça Eleitoral também rejeitou os argumentos da defesa de que o vereador teria sido vítima de perseguição e conflitos políticos internos no antigo partido. Azevedo recorreu da decisão e obteve o efeito suspensivo. O caso já havia provocado uma alteração temporária na composição da Câmara Municipal.
Em julho, uma liminar determinou o afastamento do vereador e a convocação do suplente Alisson da Educação. Agora, a medida foi suspensa.
Eleito em 2024 como o vereador mais votado da história de Vitória da Conquista, Diogo Azevedo permanece no mandato enquanto os recursos relacionados ao processo são analisados pela Justiça Eleitoral.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) em julgamento realizado nesta quinta-feira (13) cassou por unanimidade o mandato do vereador Diogo Azevedo (PSDB) de Vitória da Conquista, no Sudoeste, acusado de infidelidade partidária.
A denúncia, movida pelo suplente do edil, Alisson Roberto (União), alega que não houve justa causa para a desfiliação partidária de Diogo Azevedo do União Brasil, legenda pela qual foi eleito nas eleições municipais de 2024.
Diogo Azevedo já havia sofrido derrota na Justiça em relação ao caso. A defesa de Alisson Roberto, feita pelo advogado Lucas Ribeiro, emitiu nota, afirmando que a medida do TRE-BA se trata de decisão "que ratifica o respeito à fidelidade partidária e à própria essência do sistema proporcional, fruto do esforço coletivo das legendas para a conquista do maior número de cadeiras".
O vereador afastado de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Diogo Azevedo, teve novo revés na Justiça nesta quarta-feira (8).
Um recurso movido pela defesa do edil foi rejeitado pela desembargadora Carina Canguçu, relatora do caso no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A juíza já havia determinado o afastamento do legislador no plantão judiciário do último dia 2 de julho, por infidelidade partidária após Azevedo trocar o União Brasil pelo PSDB.
Segundo o Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, a medida beneficia o suplente do vereador Alisson Roberto, autor da ação judicial, que deve tomar posse na próxima terça-feira (14) na Câmara de Vitória da Conquista.
O autor do pedido alega que não houve justa causa para a desfiliação partidária de Diogo Azevedo do União Brasil, legenda pela qual foi eleito.
Diogo Azevedo foi eleito com a maior votação da Câmara conquistense em 2024, com mais de seis mil votos e até então era aliado fiel à prefeita Sheila Lemos (União). Ainda cabe recurso à decisão de afastamento do vereador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.