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O Halloween chegou, e o futebol baiano também tem suas histórias macabras. Entre tabus que atravessam gerações, estádios que viraram motivo de preocupação e marcas históricas que ainda assombram torcedores, o cenário esportivo do estado reúne episódios que poderiam facilmente fazer parte de um filme de terror.
Seja pela dificuldade de alcançar uma conquista inédita, por problemas que parecem não ter fim ou por histórias que permanecem vivas na memória das arquibancadas, alguns personagens do futebol da Bahia carregam verdadeiros fantasmas.
Inspirados nos clássicos do cinema de terror, o Bahia Notícias preparou uma seleção de episódios que mostram que, no futebol baiano, nem todo pesadelo acontece durante a madrugada. Prepare-se: a sessão de terror vai começar!
1. Pânico: O terror do gramado do Adauto Moraes
O Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, já virou personagem de uma das histórias mais comentadas do futebol baiano. Em fevereiro de 2026, durante o empate entre Bahia e Juazeirense, pelo Campeonato Baiano, o gramado foi alvo de duras críticas do técnico Rogério Ceni. Para quem precisou entrar em campo, o cenário estava mais próximo de um filme de terror, do que de um espetáculo de futebol.

Foto: Divulgação / Juazeirense
2. Sexta-Feira 13: O pesadelo tricolor na Copa do Brasil
Se existe um fantasma que insiste em perseguir o Bahia nas competições nacionais, ele atende pelo nome de quartas de final da Copa do Brasil. Desde a criação do torneio, em 1989, o Esquadrão já alcançou essa fase em dez oportunidades, mas nunca conseguiu avançar à semifinal.
Assim como no clássico Sexta-Feira 13, parece que o terror sempre encontra uma maneira de voltar. Para o Bahia, o desafio é finalmente quebrar esse roteiro e espantar o fantasma das quartas de final.
3. It: A Coisa: O mistério da casa do Jacuipense
No cinema, a criatura de"It: A Coisa" aparece para assombrar uma cidade e seus habitantes. No futebol baiano, o mistério é outro: encontrar o endereço do próximo jogo do Jacuipense. O Leão do Sisal precisou lidar com mudanças temporárias de mando de campo em 2026. Com tantas trocas, acompanhar o calendário do clube também virou uma aventura. Para o torcedor, fica a pergunta: afinal, onde está a casa do Jacupa?
4. O Exorcista: Vitória tenta espantar o fantasma da Libertadores
Para o torcedor rubro-negro, disputar uma Copa Libertadores ainda é um sonho que permanece distante. Apesar da tradição no futebol brasileiro e de participações em outras competições internacionais, o Vitória nunca conseguiu disputar o principal torneio de clubes da América do Sul.
Enquanto a tão sonhada classificação não chega, o espírito da competição continental continua assombrando a torcida. Será que algum dia o Leão da Barra realizará o exorcismo?
5. Os Fantasmas se Divertem: A maldição dos 75 anos do Ypiranga
Dez vezes campeão baiano, o Ypiranga já foi um dos grandes protagonistas do futebol estadual. Entretanto, o último título do Mais Querido no Campeonato Baiano foi conquistado em 1951. Desde então, o clube não voltou a levantar a taça da principal competição estadual.
O clube que já dividiu protagonismo com Bahia e Vitória agora tenta recuperar o espaço que ocupou no passado. Enquanto isso, os fantasmas do último título continuam presentes na memória do futebol baiano.
6. O Silêncio dos Inocentes: Copa Governador do Estado não acontece há 10 anos
Criada em 2009 para garantir uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro para as equipes de ambas divisões, a Copa Governador do Estado foi importante para preencher o calendário dos clubes que jogavam apenas o estadual. Todavia, o torneio não sai do papel desde 2017, quando parou de acontecer devido ao não preenchimento do número mínimo de participantes. Em oito edições realizadas, o maior vencedor foi o Vitória da Conquista, com cinco troféus.

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
7. Bruxa de Brotas: Galícia não vence o Baianão há 58 anos
Assim como o Ypiranga, outro clube soteropolitano que não vence um título estadual há muitos anos é o Galícia. O outro lado participante do Clássico de Ouro não sente o gosto de levantar o troféu do Baianão desde 1968. Desde então, o Azulino apenas conquistou três campeonatos da Série B do estado (em 1985, 1988 e 2013).
Garantido por mais um ano na elite, o Granadeiro busca voltar aos seus tempos áureos, quando foi o primeiro time a vencer o estadual três vezes consecutivas.
8. Jogos Mortais: O fantasma da torcida única
Talvez seja o assunto mais comentado e com mais expectativas por trás nas discussões sobre o futebol baiano. Desde o dia 18 de fevereiro de 2018, torcedores de Bahia e Vitória não compartilham a mesma arquibancada em um clássico.
Naquela data, ocorreu o famigerado "Ba-Vi da Paz", que de pacífico não teve nada. Com nove expulsões ao todo, a partida marcou o fim da torcida mista para o duelo.
Após o ocorrido, 29 Ba-Vi's foram realizados, mas nenhum com torcedores distintos no mesmo estádio. Diversos esforços foram feitos pelos dois clubes para que o clássico volte a ter público dividido nos estádios. Entretanto, episódios de violência entre membros de grupos organizados dos times são pedras no sapato de quem busca o retorno da torcida mista.
9. A hora do pesadelo: Quatro anos sem um clube do interior vencer o Baianão
Em 2021, o Atlético de Alagoinhas encerrou uma seca de nove anos sem um título estadual conquistado por uma equipe fora de Salvador. O Carcará ainda conquistou o Baianão do ano seguinte, sendo este o último vencido por um clube do interior. Antes dele, somente o Colo Colo de Ilhéus (2006) e o Bahia de Feira de Santana (2011) venceram o estadual sem ser da cidade.
Na verdade, o século 21 foi o momento em que os clubes fora da capital mais venceram títulos. Desde a criação do Campeonato Baiano em 1905, foram apenas seis vencedores que não são de Salvador. Até a virada do milênio, apenas o Fluminense de Feira, em 1963 e em 1969, conseguiu tirar o troféu da capital. Será que o pesadelo dos times interioranos vai acabar em breve?

Foto: Divulgação / Atlético-BA
A apresentadora norte-americana Wendy Williams desmaiou ao vivo durante seu programa, o “The Wendy Williams Show”, na manhã desta terça-feira (31). Segundo a própria Wendy, que estava fantasiada de Estátua da Liberdade, a vestimenta estava muito quente, causando o mal-estar e o desmaio. O diretor da atração chamou rapidamente o intervalo comercial depois do ocorrido . Na volta do programa, Wendy, já acordada, contou sorrindo que passou mal com o calor, mas era uma campeã e voltaria a apresentar a atração. Nas redes sociais, internautas estão duvidando da veracidade do acontecido. "Quem demora tanto assim para desmaiar?", questionou uma americana no twitter. Confira o vídeo:
WATCH: Wendy Williams is seriously a champ... passes out, then gets right back up and keeps doing the show after a break... whoa! pic.twitter.com/itUQ44OKOH
— Tim Young (@TimRunsHisMouth) 31 de outubro de 2017

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.