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Salvador receberá, entre os dias 5 e 8 de março, a primeira edição do Salvador Gastronomia, evento institucional dedicado exclusivamente ao setor na capital baiana. A programação será realizada na Rua Chile e na Praça Tomé de Souza, no Centro Histórico.
O festival terá como eixo principal uma feira gastronômica a céu aberto montada na Praça Tomé de Souza. A proposta é reunir chefs, cozinheiros e pequenos produtores em formatos reduzidos, descritos como versões “pocket” de cozinhas autorais, com preços acessíveis ao público.
Nas redes sociais do evento, foram confirmados como parceiros Preta, Casaria, Di Janela, Carvão e Gelato Luce. O conjunto reúne operações ligadas à culinária tradicional, contemporânea e à produção de doces.
Além da feira, o Salvador Gastronomia prevê shows gratuitos, conversas com chefs e atividades voltadas a diferentes públicos. A escolha da Rua Chile, endereço histórico da cidade, integra a proposta de ocupar espaços do Centro Histórico durante os quatro dias de programação.
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A chef Nara Amaral, à frente do restaurante Di Janela, promoverá no dia 9 de março, às 14h, a 10ª Lavagem do Di Janela. O evento será realizado no próprio estabelecimento, que fica localizado na Rua da Glória, no bairro da Saúde, em Salvador.
Por meio das redes sociais, foram divulgadas atrações como as bandas Batifun e Trio Elétrico, além do cantor Faustão.
Os ingressos já estão à venda, com valor de R$ 80, no primeiro lote, e podem ser adquiridos através da plataforma Ticket Maker, no restaurante Di Janela ou na loja da Oquei Entretenimento no Shopping da Bahia.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.