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desfile de alta costura
O baiano Jorge Dorsinville segue ampliando sua projeção internacional. Após ganhar destaque na imprensa nacional e estrangeira pelo trabalho desenvolvido na exposição Fútbol 2026, da renomada fotógrafa Annie Leibovitz, o profissional acaba de integrar mais um projeto de relevância no cenário da moda mundial.
Recém-chegado de Paris, Jorge assinou a direção de movimento do desfile de alta-costura do estilista Robert Wun, um dos nomes mais celebrados da moda contemporânea. A apresentação integrou a programação da Semana de Alta-Costura da capital francesa.
Responsável pela construção da linguagem corporal dos modelos na passarela, o baiano atuou na criação dos movimentos, das expressões e dos gestos que ajudaram a traduzir visualmente a narrativa da coleção.
“Acabei de chegar de Paris, onde tive a oportunidade de dirigir o movimento do desfile de Robert Wun. Cada coleção tem uma identidade própria, e meu papel é ajudar a traduzir essa narrativa por meio do corpo, tornando o movimento uma extensão da criação”, afirmou.
O novo trabalho reforça um momento de reconhecimento internacional na carreira de Jorge. Recentemente, ele participou da exposição Fútbol 2026, apresentada no Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México. No projeto, foi responsável por orientar a linguagem corporal dos atletas fotografados por Annie Leibovitz para uma série de retratos que celebra os países-sede da Copa do Mundo de 2026.
A atuação do baiano no projeto chamou a atenção de veículos como Vogue Brasil, Veja e Vogue America, ampliando a visibilidade da direção de movimento, área que vem ganhando espaço em produções de moda, arte, publicidade, fotografia e entretenimento.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.