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O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) esteve neste sábado (6) em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, onde participou do movimento "Sua Voz é Nossa Voz" e ouviu demandas da população sobre saúde e segurança hídrica.
Ao final, comprometeu-se a construir um novo hospital regional na área e realizar obras hídricas na região. Participaram do evento o pré-candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e o pré-candidato a senador João Roma (PL), além de parlamentares e lideranças locais.
As principais demandas apresentadas foram a construção de uma barragem para garantir abastecimento de água e o fortalecimento da estrutura de saúde regional. Produtores rurais pediram a reconstrução da Barragem do Saco da Laje e a construção de um barramento no Rio Sincorá para mantê-lo perene durante o ano todo.
"A seca vem todo ano, não dá para evitar. Vários pedidos foram feitos ao longo de 20 anos, mas nada foi feito", afirmou o produtor Valdino Oliveira.
Na área da saúde, o enfermeiro Alex destacou a dificuldade de acesso a vagas hospitalares na região. "A gente vê pessoas se humilhando nas redes sociais para conseguir uma regulação. Se a pessoa já está na regulação é porque ela precisa daquela vaga com urgência", disse.
Em resposta, Neto afirmou que a ampliação da rede hospitalar no interior e as obras de segurança hídrica serão tratadas como prioridade.
"A Chapada precisa ter mais um hospital regional de média e alta complexidade, leitos de UTI, serviços especializados, atendimento de oncologia, urgência e emergência. Para isso, vamos construir novos hospitais regionais e firmar parcerias com hospitais filantrópicos e municipais", declarou.
Estiveram também presentes no encontro o vice-presidente do Conselho, Emílio Tapioca, a presidente da Câmara de Patrimônio, Ana Vaneska, o conselheiro Jorge Baptista Carrano, o assessor de planejamento e gestão da Secult, Daniel Uchôa e a assessora de relações institucionais da secretaria, Jeane Costa. Carrano aproveitou a oportunidade para destacar a importância na priorização das demandas dos Colegiados Setoriais pela Secult. Em março deste ano, o Conselho aprovou os Planos Setoriais elaborados pelos colegiados de Dança, Literatura, Música, Circo, Audiovisual e Teatro. Os documentos estabelecem prioridades, estratégias e objetivos específicos para os próximos 10 anos na gestão pública dos setores, promovendo uma política de Estado para a Cultura.
Carrano defende, então, que até julho deste ano haja condições para que os colegiados se reúnam e elaborem as metas dos Planos Setoriais. “Os Planos Setoriais sem essas metas não funcionam”, completou o conselheiro. A conselheira Ana Vaneska sugere que esse seja o momento de agir já que os agentes culturais estão mobilizados diante do cenário político e econômico do país. “Temos ocupação na sede do MinC em Salvador e diversas ações pelo país. Essa é a hora de alinhar o que a prioridade e perceber que o segmento da Cultura tem pulsado de modo positivo em defesa do setor”, completou. Ao fim da reunião, ficou decidido que a Secult vai mediar uma reunião entre o Conselho e o governador Rui Costa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.