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delcio luiz
O Banjo Novo, um dos sambas mais aguardados da capital baiana, levou uma multidão ao Largo do Santo Antônio Além do Carmo. Ao som de sambas clássicos e autorais, a segunda edição do Banjo de Rua transformou o Centro Histórico em um palco a céu aberto.
Com apresentações de Delcio Luiz, referência do samba nacional, além de Jonilson Pantera e Caboco Santos, o evento aconteceu na noite de sexta-feira (17). A proposta de só encerrar quando a chama de uma vela se apagasse manteve a festa animada até o fim da noite.
“Hoje vivemos algo histórico e estamos extremamente gratos por cada um que veio e viveu essa experiência única”, declarou a organização do Banjo de Rua nas redes sociais, ao compartilhar imagens do Largo lotado.
Criado por Samora Lopes e Igor Reis, o projeto Banjo de Rua tem como objetivo resgatar e fortalecer o samba de raiz nas ruas de Salvador, de forma democrática e acessível. A iniciativa valoriza as tradições do povo negro, transformando o espaço urbano em território de cultura, memória e resistência.
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A segunda noite de shows, na sexta-feira (14), segue com apresentações de Cidade Liberal, às 20h, Russo Passapusso, às 21h30, Mart'nália, às 23h, e Délcio Luiz já na madrugada, 1h da manhã. A última noite de festas, no sábado (15), conta com shows da Família Grãos de Luz e Griô, às 20h, Ju Moraes, às 21h30, o projeto especial "Baile do Bem" com Sandra de Sá, Serjão Loroza e Negra Li cantando Jorge Ben Jor e Tim Maia, às 23h, e Zion, que sobe no palco 1h da manhã e encerra o festival.
Programação:
- Quinta-feira (13/10)
18h - Luciano Silva (sax)
19h - Natália Cunha e Bateia de Renda
20h - Lazzo Matumbi
- Sexta-feira (14/10)
20h - Cidade Liberal
21h30 - Russo Passapusso
23h - Mart´nália
01h - Délcio Luiz
- Sábado (15/10)
20h - Família Grãos de Luz e Griô
21h - Ju Moraes
23h - Baile do Bem (Sandra de Sá, Sejão Loroza e Negra Li)
01h - Zion
Serviço
O quê: 18º Festival de Lençóis
Quando: 13 a 15 de outubro
Onde: Lençóis – Chapada da Diamantina – Bahia
Valor: Gratuito
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.