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A banda Forró Anjo Azul segue apostando na tradição do forró romântico como principal marca de seus shows. Durante passagem pelo São João do Pelourinho, em Salvador, neste sábado (20), os vocalistas Gil Lima e Débora Ramalho explicaram que a escolha do repertório privilegia canções que marcaram gerações e continuam sendo bem recebidas pelo público.
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Reynaldo Félix / Ag. Fred Pontes / Sufotur
Segundo Gil Lima, o grupo evita seguir tendências momentâneas e prefere resgatar músicas consagradas do gênero, mantendo a identidade construída ao longo da trajetória da banda. “A gente não pega muitas músicas atuais. Costuma montar o repertório mais voltado ao forró do passado, ao forró antigo. O público mudou muito, mas vai escutando essas músicas e elas acabam se tornando novas para muita gente”, afirmou.
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Reynaldo Félix / Ag. Fred Pontes / Sufotur
Débora Ramalho destacou que a seleção das canções é feita pelos próprios vocalistas, que escolhem sucessos de diferentes bandas de forró romântico para compor apresentações que podem chegar a até três horas sem repetir músicas.
“A gente tenta pegar as músicas que o povo gosta, aquelas que marcaram época. Nós dois montamos o repertório. Eu escolho as que gosto de cantar, ele escolhe as dele e vamos juntando. A Bahia gosta de música romântica, gosta de forró romântico, então quando a gente vem para Salvador procura trazer um repertório bem pensado”, disse.
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Reynaldo Félix / Ag. Fred Pontes / Sufotur
Os artistas ainda ressaltaram que preservar essa característica tem sido fundamental para manter a conexão com o público durante os festejos juninos, apostando em canções conhecidas e que despertam memória afetiva dos fãs.
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"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.