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crescimento
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio da Bahia cresceu 14,6% no segundo trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. A informação foi divulgada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). O crescimento real, descontando a inflação, foi de 5,0%.
Em termos monetários, o agronegócio baiano movimentou R$ 41,9 bilhões, o que representa 29,6% do total da economia do estado. Isso significa que, para cada R$ 1,00 gerado na Bahia, quase R$ 0,30 vieram de atividades ligadas ao setor agropecuário.
O crescimento foi impulsionado pela alta produção agrícola, especialmente de soja, algodão e café, e pelo aumento nos preços desses produtos. A análise da SEI destaca que o agronegócio é um motor importante para o crescimento da Bahia, pois está diretamente ligado a outras áreas essenciais da economia, como a indústria, o comércio e os transportes.
O setor de serviços no Brasil registrou um crescimento acumulado de 3,1% em 2024, marcando o quarto ano consecutivo de avanço, um feito inédito na série histórica iniciada em 2012.
Entre 2021 e 2024, a alta acumulada chegou a 27,4%. O resultado do último ano também superou o de 2023, que foi de 2,9%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pela Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dos cinco segmentos analisados, quatro apresentaram desempenho positivo ao longo de 2024. Os destaques ficaram por conta dos serviços de informação e comunicação e dos serviços profissionais, administrativos e complementares, ambos com crescimento de 6,2%. Já os serviços prestados às famílias avançaram 4,4%, enquanto a categoria de outros serviços teve alta de 1,1%.
Por outro lado, o setor de transportes foi o único a registrar queda, com retração de 0,7%. Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, esse desempenho negativo está ligado à diminuição da receita obtida pelo transporte rodoviário de cargas, impactado pela menor safra colhida no ano passado.
DEZEMBRO
Em dezembro de 2024, o volume de serviços apresentou queda de 0,5%, sendo o segundo resultado negativo consecutivo, acumulando uma perda de 1,9%. De acordo com Lobo, esse desempenho é influenciado pelo recorde registrado em outubro, que elevou a base de comparação. Na comparação com dezembro de 2023, o setor cresceu 2,4%.
Na passagem de novembro para dezembro, três das cinco atividades analisadas registraram retração. A maior queda foi observada na categoria de outros serviços (-4,2%), reflexo do mau desempenho dos serviços financeiros auxiliares. Também recuaram os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%) e as atividades de informação e comunicação (-0,7%).
Por outro lado, os serviços prestados às famílias cresceram 0,8%, acumulando uma alta de 7,8% entre maio e dezembro de 2024. O setor de transportes apresentou leve recuperação de 0,1%, após a queda de 3,5% registrada em novembro.
Em novembro de 2024, as vendas do varejo na Bahia registraram queda de 2,5% frente a outubro, voltando a apresentar resultado negativo após quatro altas consecutivas nessa comparação com o mês imediatamente anterior, que é livre de influências sazonais (desconsidera os efeitos de eventos recorrentes, como Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais etc.).
A Bahia teve um resultado abaixo do Brasil como um todo, onde as vendas também caíram (-0,4%). Registrou também a 4ª maior queda entre os 27 estados, 17 dos quais apresentaram retração no período, inferior apenas as de Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,3%) e Goiás (-2,7%).
Por outro lado, Espírito Santo (4,1%), Acre (1,3%) e Mato Grosso (1,2%) apresentaram os melhores resultados frente ao mês anterior. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE. Na comparação de novembro/24 com novembro/23, porém, o resultado das vendas do varejo na Bahia seguiu positivo (5,8%), chegando ao 25º crescimento consecutivo frente ao mesmo mês do ano anterior (mantém-se em alta desde novembro/22).
Foi também um resultado melhor do que o nacional (as vendas cresceram 4,7% no Brasil) e o 14º mais expressivo entre os 27 estados. Roraima (14,9%), Rio Grande do Sul (11,6%) e Amapá (10,5%) tiveram os maiores avanços, com o Rio de Janeiro (0,0%) sendo o único a não apresentar crescimento no comparativo. Com os resultados do mês, o comércio varejista da Bahia teve, de janeiro a novembro de 2024, um crescimento acumulado de 7,7% nas vendas, frente ao mesmo período do ano anterior, apresentando o 6º maior índice entre as unidades da Federação, acima do registrado no país como um todo (5,0%).
Todos os 27 estados mostram altas nessa comparação, liderados por Amapá (18,4%), Paraíba (12,3%) e Tocantins (10,2%). Nos 12 meses encerrados em novembro, as vendas do varejo baiano têm alta acumulada de 7,3%, também superior à nacional (4,6%) e a 6ª maior entre os estados.
Amapá (17,2%), Tocantins (10,0%) e Paraíba (10,0%) apresentam os melhores resultados nesse confronto, em que também todas as unidades da Federação mostram avanços.
CRESCIMENTO EM NOVEMBRO
Em novembro, na Bahia, 5 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis, material de construção e atacado de alimentos) registraram aumentos nas vendas, frente ao mesmo mês de 2023. Assim como já vem ocorrendo mês a mês, em todo o ano de 2024, as vendas dos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 9,9% (a mais elevada entre as oito atividades) foram as que mais influenciaram positivamente o resultado geral do varejo baiano em novembro. Este foi o 18º avanço mensal consecutivo nas vendas dos supermercados na Bahia, que têm alta acumulada de 10,6% em 2024.
A segunda principal influência positiva na alta do varejo baiano, em novembro, veio dos tecidos, vestuário e calçados, que tiveram alta de 7,4% nas vendas, oitavo resultado mensal positivo consecutivo e o melhor para um mês de novembro em 12 anos, desde 2012 (que havia sido de 16,5%).
Por outro lado, entre as três atividades com queda, os combustíveis e lubrificantes (-3,4%) foram as que mais frearam o avanço geral do varejo baiano em novembro, voltando a apresentar retração após dois meses em alta. Os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-17,0%) registraram a retração mais profunda frente a novembro de 2023, tendo a segunda principal colaboração negativa para o resultado do varejo baiano no período. A atividade cai seguidamente há 3 meses.
A Bahia foi o estado brasileiro que registrou o maior aumento no número de roubos e furtos de aparelhos celulares entre os anos de 2021 e 2022, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado na quinta-feira (20).
De acordo com o estudo, no ano passado foram 83.433 registros dos dois crimes no estado, contra 48.895 no período anterior. A variação foi de 70,5%. O segundo lugar neste ranking é o Rio de Janeiro, que reportou aumento de 58,6% de um ano para o outro.
De acordo com o Anuário, os registros de roubo e furto de celular totalizaram 999.223 ocorrências em todo o país ano passado, ou, em outras palavras, ao menos 2.737 aparelhos foram, em média, subtraídos diariamente no Brasil. Isto representa um crescimento de 16,6% em relação aos roubos e furtos de celular registrados em 2021.
A Bahia ainda ocupa a liderança no crescimento de outras modalidades criminosas. Os roubos a transeuntes cresceram de 28.804 para 52.064, um aumento de 80,6%, enquanto os roubos a estabelecimentos comerciais aumentaram 82,7% passando de 1.273 para 2.328. Já os roubos a residência mais que dobraram. Em 2021 foram registrados 680 crimes desse tipo e 1.608 em 2022, uma variação de 136,3%.
Tendo realizado 20 ações durante a pandemia, a Mauricio de Sousa Produções registrou marcas históricas em suas plataformas digitais desde o início da quarentena.
Somente o canal da “Turma da Mônica” no Youtube, por exemplo, teve um crescimento de nas visualizações, totalizando 80,5 milhões de horas assistidas, o que seria equivalente a 918 mil anos.
Os dados são da Stilingue, plataforma nacional de Inteligência Artificial para o idioma português (PT-BR), com foco em Social Intelligence & Responding em tempo real.
Além do Youtube, a Turma também registrou crescimento em outras redes sociais, de acordo com a pesquisa. O Instagram teve um acréscimo de 63% no alcance médio dos posts; o Facebook registrou uma alta de 57% no engajamento das publicações e o Twitter obteve uma marca de 200 mil interações em uma única semana.
Com as plataformas de streaming de vídeo em crescimento, a Netflix praticamente dobrou sua parcela de assinantes que não possuem TV paga. Um relatório da CVA Solutions apontou que esse número passou de 8% em 2017 para 15% em 2018.
Segundo informações do portal Na Telinha, 51% dos assinantes da Netflix nunca nem tiveram um serviço de TV paga, o que sugere que pessoas com menor poder aquisitivo têm acesso ao streaming. A mesma pesquisa mostrou ainda que há uma queda no número de assinantes exclusivos de TV paga, de 42% para 25% em um ano.
De acordo com a publicação, isso é consequência do preço dos streamings, mas também do formato, que oferece maior variedade de conteúdo e permite que o assinante assista o programa onde e quando quiser, sem intervalos comerciais.
O Spotify anunciou, nesta quinta-feira (26), ter ultrapassado a marca de 80 milhões de assinantes pagos em sua plataforma. Agora com 83 milhões de usuários premium, o serviço teve um crescimento de 40%, em relação ao mesmo período de 2017. O Spotify atribuiu este incremento à popularidade do pacote família e ao avanço nos mercados emergentes, sobretudo América Latina e Sudeste Asiático. Apesar do avanço, a empresa afirma que ainda não registra lucro, já que a prioridade no momento é expandir sua plataforma.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).