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crematorio
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) oficializou a concessão da Licença Ambiental Unificada para a construção do "Cemitério Memorial Salvador". O complexo, gerido pela empresa Memorial Salvador Planos Funerários Ltda., abrigará um cemitério vertical e um crematório no bairro de São Cristóvão. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município.
Localizado na Avenida Aliomar Baleeiro, o empreendimento ocupará um terreno de 14.600 m², dos quais 1.772,11 m² serão de área construída. A autorização ambiental tem validade de quatro anos, mas o início das obras e a futura operação do espaço estão vinculados ao cumprimento de 38 condições técnicas, urbanísticas e sanitárias impostas pelo poder público.
RIGOR AMBIENTAL E SANITÁRIO
Devido à natureza do empreendimento, o documento estabelece exigências de controle ambiental. Para o funcionamento do crematório, a empresa será obrigada a implantar um programa de monitoramento contínuo das emissões atmosféricas. Laboratórios credenciados deverão realizar medições periódicas nas chaminés para garantir que a liberação de gases (como monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio), material particulado e odores permaneça dentro dos limites legais.
Outro ponto de atenção é a segurança no sepultamento vertical. O projeto exige a apresentação anual de laudos técnicos que atestem a integridade estrutural e a impermeabilidade dos lóculos funerários (gavetas). O objetivo é comprovar a total vedação das estruturas, impedindo qualquer vazamento de líquidos oriundos do processo de decomposição (coliquação).
O tratamento de água e esgoto também recebeu diretrizes específicas. A concessionária deverá instalar um sistema individual de tratamento que comporte com segurança os efluentes sanitários convencionais e os resíduos líquidos gerados pelas atividades de tanatopraxia (preparação técnica dos corpos).
IMPACTO URBANO E VIZINHANÇA
Para minimizar os transtornos aos moradores de São Cristóvão e arredores durante a construção e operação, a Sedur determinou medidas de controle de impacto de vizinhança. A empresa deverá:
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Controlar rigorosamente a emissão de ruídos;
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Implantar sinalização e organizar o trânsito local para evitar congestionamentos, restringindo operações de carga e descarga nos horários de pico;
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Criar e manter um canal direto de comunicação com a comunidade para esclarecimento de dúvidas e registro de demandas;
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Garantir o descarte e tratamento adequado de todos os resíduos perigosos e da construção civil.
CONTRAPARTIDAS DE SUSTENTABILIDADE
A licença também recomenda contrapartidas urbanas ao município. Entre elas, destaca-se a exigência de que as áreas de estacionamento tenham, no mínimo, 50% de piso permeável, favorecendo a drenagem da água da chuva. Há, ainda, a recomendação para que a empresa financie, em articulação com a Secretaria de Sustentabilidade (Secis), a criação ou revitalização de uma área pública de lazer, como uma praça ou parque naturalizado no entorno do projeto.
A Sedur ressalta, por fim, que a licença concedida atesta a viabilidade ambiental do projeto na esfera municipal. O início efetivo das obras, contudo, só poderá ocorrer após a emissão do Alvará de Construção e das demais autorizações obrigatórias, como o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e outorgas de uso hídrico.
O corpo do humorista Agildo Ribeiro, morto neste sábado (28) (clique aqui e saiba mais), será velado neste domingo até as 14h, na capela do Cemitério Memorial do Carmo, situado na zona portuária do Rio de Janeiro. Já até as 15h, amigos, familiares e fãs poderão prestar a última homenagem, no salão de cremação, antes do corpo ser cremado. O artista morreu em sua casa, no bairro do Leblon, em decorrência da problemas cardíacos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.