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cosvar agropecuaria
A Cosvar Agropecuária Ltda. divulgou nota na qual se manifesta sobre a decisão judicial que determinou a desocupação da Fazenda Santo Amaro. A área fica em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, e é reivindicada por uma comunidade pataxó.
Desde a semana passada, indígenas protestam contra a decisão. Em nota, a Cosvar declarou que a medida determinada pela Justiça Federal de Eunápolis não representa um ato arbitrário, mas o cumprimento de decisões judiciais e da legislação vigente.
Segundo a Cosvar, a propriedade conta com documentação registrada em cartório que comprovaria a titularidade privada da área desde 1843. “O direito da empresa de retomar a posse de suas terras não é um ato arbitrário, mas o cumprimento de leis claras e de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF)”, diz trecho da nota enviada ao Bahia Notícias.
A empresa sustenta que o decreto federal que homologou a área em 2024 foi assinado de forma irregular, por desconsiderar uma decisão judicial anterior que reconhecia o direito de propriedade em favor da companhia. A Cosvar também argumenta que não teria tido garantidos o direito à ampla defesa nem a indenização prevista no procedimento administrativo.
Ainda de acordo com a nota, esses fatores motivaram a anulação dos efeitos do decreto pelo Supremo. A empresa afirma que a ordem de desocupação expedida pela Justiça Federal de Eunápolis busca corrigir as irregularidades apontadas no processo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.