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O Fluminense de Feira poderá passar por uma alteração significativa em sua identidade institucional. O Conselho Deliberativo do clube convocou uma reunião extraordinária para discutir a adoção de uma nova identidade visual, o que inclui a possibilidade de mudança no escudo. O encontro está marcado para a próxima terça-feira, dia 10 de março, às 19h, no CT Noide Cerqueira. A decisão caberá aos conselheiros após a apresentação do projeto. A informação foi veiculada inicialmente pelo jornalista Dudu Machado, da Rádio BandNews FM, e confirmada pelo Bahia Notícias.
O presidente da SAF do Fluminense de Feira, Filemon Neto, afirmou ao BN que levantar a pauta de uma possível renovação da identidade do clube era um desejo antigo da torcida.
“Os torcedores estavam cobrando um estudo de marca desde que assumimos (SAF da Core3) e já tinha sido encomendado. O projeto ficou pronto e vamos mostrar para a torcida e aos conselheiros, eles quem decidem”, declarou.
Caso seja aprovada, a mudança representará uma das principais reformulações visuais da história de um dos principais clubes da cidade de Feira de Santana.
Com o objetivo de homenagear Salvador, suas cores e diversidade, a Galeria Cláudio Colavolpe recebe a exposição fotográfica coletiva “SoteroCores”, de 7 de junho a 6 de julho. A mostra tem entrada gratuita e visitação de segunda a sexta-feira, das 09h às 18h30 e aos sábados, das 09h às 13h.
A exposição reúne imagens da capital baiana pelo olhar de doze fotógrafos que registraram o cotidiano, a cultura, lugares históricos e a simplicidade das belezas da cidade. Participam da exposição os fotógrafos: Alci Barreto, Álem Silva, Dorge Studart, Celo Hermida, Conceição Gaspar, Elton Freitas, Flávia Pena Cal, Gutemberg Barros, Jayme Machado, Lissa Percontini, Marcus Sampaio e Ricardo Pedreira.
SERVIÇO
O QUÊ: Exposição “SoteroCores”
QUANDO: 7 de junho a 6 de julho. Segunda a sexta-feira, das 09h às 18h30 e aos sábados, das 09h às 13h
ONDE: Galeria Cláudio Colavolpe Photo Art – Salvador (BA)
VALOR: Entrada gratuita
A cantora e compositora mineira Lorena Chaves volta à Bahia nesta sexta-feira (14), com o show de seu segundo disco “Em Cada Canto” (2016), em cartaz nesta sexta-feira (14), em Salvador, e no sábado (15), em Feira de Santana. Com cerca de 10 anos de estrada, a artista começou tocando em bares de Belo Horizonte, mas foi em 2008, após ficar na 6º posição do programa “Ídolos” (SBT), que a então estudante universitária de design de produtos decidiu que a música seria sua profissão. Lorena conta que o convite para participar do reality veio de uma amiga. “Na época, a gente tocava em barzinho, e aí ela falou: ‘Ah, vamo lá, vai rolar esse programa’. E eu pensava: ‘Será? Não sou muito fã desse tipo de programa, nem assisto’. Mas ela dizia: ‘Ah, você não está fazendo nada’”, lembra Lorena. “E aí eu resolvi ir, mas sem pretensão nenhuma, nem sabia que alguma coisa poderia acontecer. Foi super legal a experiência, eu acho até que foi uma fase muito importante na minha vida, porque depois do Ídolos que eu resolvi levar adiante esse lance da música, em trabalhar com música em primeiro lugar e não deixar só como hobby”, revelou a artista, que logo em seguida passou a fazer shows e em 2009 acabou sendo convidada para escrever uma canção para uma novela da Globo.

Lorena Chaves durante participação no programa Ídolos | Foto: Reprodução / SBT
Em 2010, a música “Nossa História” entrou na trilha sonora do folhetim das 18h, “Escrito nas Estrelas”, embalando o casal Mariana e Guilherme, vivido por Carol Castro e Marcelo Faria. Apesar de não ter o costume de acompanhar este tipo de programação, a artista mineira diz que foi “bem legal” a experiência de escrever uma música para a novela dirigida por Rogério Gomes, com quem ela gravou um clipe, na época. “Se você me perguntar nomes de novelas hoje, das 18h, das 19h, das 20h, eu não sei nada, não assisto televisão. Eu acho que a única novela que eu vi na vida foi essa (risos). Eu não posso mentir, quando era mais nova eu via Carrossel, todo mundo já teve aquela fase Malhação, que era boa, mas essa fase da novela foi muito interessante porque eu não tinha costume nenhum ver e essa foi uma novela que eu assisti inteira por causa da música”, conta a cantora. “Eu ssistia um capítulo e nada, dois e nada. E eu falei: gente, quando será que essa música vai tocar? E eu ficava só esperando, até que um dia eu estava na frente da televisão e começou o violãozinho da introdução, e foi de arrepiar. É emocionante mesmo, você ter uma música sua, que você cantou, que você escreveu, na novela assim”, lembra ela, contando que sempre escreveu e que começou a compor bem cedo.
Relembre a canção de Lorena que entrou na novela "Escrito nas Estrelas":
Lorena Chaves destaca com orgulho uma de suas canções autorais, “Cores”, escrita aos seus 16 anos, e que hoje faz sucesso com o duo Anavitória. “Elas gravaram essa música no primeiro EP delas, então foi muito legal. Eu não quis gravar no meu primeiro disco, achei que não tinha a ver com o momento que eu estava vivendo, mas foi muito legal ver o interesse das meninas na música e vê-las pelo Brasil cantando essa música que eu escrevi e gravei um videozinho na cama do meu quarto”, diz a cantora mineira, sobre as garotas do Tocantins. “Quando teve show aqui em Belo Horizonte elas me convidaram e eu cantei junto com elas, então a gente tem uma amizade legal e é muito legal ver isso acontecer”, acrescenta.
Confira o encontro entre Lorena Chaves e o duo Anavitória:
Segundo a artista, seu novo trabalho vem após um hiato criativo, mas retrata mais estabilidade. Se em 2013 o álbum de estreia imprimiu as intensas experiências pelas quais ela passava, o “Em Cada Canto”, lançado três anos depois, marca um momento mais tranquilo na vida da cantora, que passou a integrar a Igreja Batista Central do Luxemburgo e no último ano se casou. "O primeiro eu considero mais denso nas letras e na mensagens. Esse veio mais leve, mas acompanhando uma nova fase da minha vida, porque minha espiritualidade mudou e eu falo dessas mudanças. É engraçado, porque escrevi o disco inteiro e nem conhecia meu marido, mas parecia uma profecia. Tem apenas uma canção que fiz pro Tiago, a faixa ‘Por onde for’”, pontua a artista, sobre a música que conta com versos como: “Descanso o teu olhar no meu sem dizer adeus/ Que o tempo põe a mesa pra nós dois/ Infinda a calma e deixa aconchegar/ Sustenta o teu olhar no meu, sem dizer adeus/ Amanhecendo frio pra lembrar/ O amor já fez calar a solidão”.
Para as apresentações em Salvador e Feira de Santana, a cantora, conhecida pelos fãs por sua personalidade irreverente, promete um show descontraído e “piadas novas”. Na ocasião, o público irá conferir quase todo o repertório do “Em Cada Canto”, além de canções que embalaram o primeiro disco, a exemplo de “Portão Azul” e “A Procura de Um Par”, tudo em formato intimista. “É basicamente isso, eu gosto muito do show com a banda inteira, mas o legal do voz e violão é essa proximidade que a gente tem das pessoas. A gente cantar, eles cantarem junto, é um grande encontro. É a oportunidade de você se aproximar das pessoas que de alguma forma se identificam com você, seja pela música ou pelo jeito”, avalia Lorena Chaves, destacando que não costuma seguir roteiros, atende a pedidos e pode mudar a ordem do repertório. “É uma bagunça organizada”, brinca a artista ao definir sua performance no palco. Sobre o público baiano, ela diz estar animada para reencontrar: “É um povo diferente, mais amoroso. Cara, acho que a maioria dos artistas concorda. Sempre que a gente tem encontros, são muito calorosos e isso representa muita coisa. Eu amo a galera do Nordeste, minha expectativa é altíssima”, diz.
SERVIÇO
O QUÊ: Lorena Chaves – Em Cada Canto
QUANDO: Sexta-feira, 14 de julho, às 20h
ONDE: Teatro Isba - Salvador
VALOR: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
O QUÊ: Lorena Chaves – Em Cada Canto
QUANDO: Sábado, 15 de julho, às 20h
ONDE: Centro Cultural Maestro Miro - Feira de Santana
VALOR: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Neiva criou o código com base nas três cores primárias. "Sempre vi o design mais do que uma arte para criar soluções capazes de potenciar o consumo de produtos. Assim, após oito anos de investigação, desenvolvimento e dedicação, logo percebi que tinha em mãos um ambicioso e bonito desafio que estava disposto a iniciar", revelou. A partir da associação das três cores primárias com os símbolos gráficos, o portador de daltonismo pode identificar toda a paleta de cores. "O sistema vai estar presente não só nos bilhetes diários, para que os fãs possam associar cada dia de evento à respectiva cor, como também nas pulseiras de acesso à área VIP, pulseiras que atestam a maioridade e sinalética associada à separação do lixo", explica o designer.

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.