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Artigos

Iône Ramos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Foto: Divulgação

O simples privilégio de saber ler e escrever

No Brasil da década de 1950, mais da metade da população com 15 anos ou mais eram analfabetos. O acesso às letras era um privilégio restrito a poucos, limitando a cidadania de milhões de brasileiros.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

coreia

Políticas públicas do governo explicam fenômeno da 'onda coreana' no cinema
Foto: Reprodução / Cinemação

Vencedor de três das principais categorias da Academia (filme, direção e roteiro) além da de filme internacional, "Parasita" sintetiza as décadas de investimentos públicos no mercado audiovisual da Coréia do Sul. O segmento é visto, desde a década de 1990, como estratégico para o desenvolvimento do país e a conquista de novos mercados.

 

O setor conta com o Korean Film Council (KOFIC) desde 1973. vinculado ao Ministério da Cultura, Esporte e Turismo do país, ele é um conselho responsável por elaborar políticas de apoio ao mercado audiovisual sul-coreano através de investimento, pesquisa, capacitação e promoção dos filmes no mercado interno e no exterior. 

 

Há, pela KOFIC, a administração de um projeto de incentivo e desenvolvimento da indústria cinematográfica, que que arrecada 3% do valor dos ingressos. Em 2020, de acordo com O Globo, o orçamento para o fundo de incentivo ao mercado cinematográfico da Coreia é de US$ 85 milhões, segundo informações do Centro Cultural Coreano no Brasil. Este fundo é utilizado para investimento a produção de filme, a distribuição e a educação aos profissionais da área.

 

Uma política de cotas de telas também é adotada no país, desde os anos 1960 - época em que o país passava por uma ditadura que fazia um controle rigoroso de produtos estrangeiros. Em média os filmes nacionais ocupam cerca de 30% do mercado. 

 

Para efeito de comparação, o Brasil regulamentou no ano passado as regras para a reserva de mercado para filmes nacionais, na qual o período varia de acordo com o tamanho das empresas exibidoras: empresas com apenas uma sala são obrigadas a exibir filmes brasileiros por 27 dias, enquanto as que tenham a partir de 201 salas devem dedicar 57 dias de sua programação ao cinema nacional.

 

A proteção ao mercado local e o investimento fizeram com que a indústria cinematográfica sul-coreana se tornasse a quinta maior do mundo, com um faturamento de R$ 6,7 bilhões. As cerca de três mil salas de cinema do país, das quais 80% estão em multiplexes, acumularam 216 milhões de espectadores no ano passado.

 

Para o cônsul e adido cultural do Centro Cultural Coreano no Brasil, Young Sang Kwon, "a premiação de "Parasita" foi uma glória não só para Coreia, mas para todo o mercado cinematográfico dos países da Asia". "Por outro lado, isso traz um novo desafio para o cinema coreano. O mercado está se deparando com grandes mudanças, com o surgimento de plataformas como Netflix, os webdramas etc", ressaltou, dizendo que para os filmes coreanos se tornem o centro desse cenário, é preciso que se adaptem ao novo mercado de conteúdos culturais.

Cantora coreana é acusada de sexualizar personagem do livro 'Meu Pé de Laranja Lima'
Foto: Reprodução/ Portal Famosos
Com uma letra que diz "Olhar o jeito como você sorri, é tão interessante/ Eu posso dizer que pela sua expressão/ Você é definitivamente do tipo travesso/ Ah, seu nome é muito bonito/ Tenho vontade de chamá-lo sempre/ O que eu imagino, não pode ser dito em voz alta/ Mas é tão adorável", a cantora coreana IU tem sido acusada de sexualizar uma criança. Isso porque, como a própria IU admitiu, a música é inspirada no livro "Meu Pé de Laranja Lima" (1968), do autor brasileiro José Mauro de Vasconcelos. Na letra, IU se descreve como a personagem da árvore, que é escalada por Zezé, um garoto de cinco anos. IU se desculpou pela interpretação da música. "Eu realmente peço desculpas a todos que se ofenderam com a letra da minha música. Meu novo mini-álbum, Chat-Shire, foi criado com base em personagens fictícios de romances, e como eu me senti sobre esse assunto na minha atual idade de 23 anos. E Zezé é um desses personagens", se defendeu em carta aberta divulgada no site allkpop.com. "My Sweet Orange Tree (Meu Pé de Laranja Lima) é um livro precioso para mim. Eu juro que eu não escrevi a letra para sexualizar uma criança de cinco anos de idade. O Zezé em minha canção é um personagem fictício que montei a partir da história original do livro. No entanto, após ouvir algumas opiniões de quem já ouviu a canção, eu percebi que o conteúdo da letra poderia ter ofendido alguém e até mesmo tenha levado alguns a lamentar sobre a letra. Eu assumo a responsabilidade pelo meu modo imaturo de escrever letras de música", assumiu.
 

 
A editora coreana Dongnyok Publishing Company, detentora dos direitos de distribuição do livro na Coreia, lamentou a conotação da letra de IU. "Claro que há liberdade para escrever e interpretar como você quiser. No entanto, é extremamente lamentável que você tenha usado uma criança de cinco anos de idade como objeto sexual quando ele está sofrendo por abuso. Liberdade de expressão é algo que pode acontecer se o público simpatizar com isso. Colocar Zeze em uma meia-arrastão e fazê-lo passar por uma garota voluptuosa. Uma garota voluptuosa tem múltiplos elementos de comercialização e sexualização extrema", diz um trecho da mensagem no Facebook da editora. Toda a polêmica em torno do livro, entretanto, aumentou a procura pela obra no país. "Meu Pé de Laranja Lima" foi o livro mais buscado no site AbeBooks.com na última semana.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os nepo babies parecem meio perdidos. Alguém precisa dar uma orientação pra eles. Tem até filho feio confundindo o próprio pai. Enquanto isso, o Cacique vai ter que lutar pra afastar a imagem de pé frio, e Zoião tenta convencer que é desenrolado. Mas quem tá passando uma mensagem meio confusa é o Rambo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Tânia Scofield

Tânia Scofield
Foto: Thiago Tolentino / Antena 1 Salvador

"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".


Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".
 

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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