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O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen foi o primeiro do país a ser campeão na Copa do Mundo de esqui alpino, no último domingo (16). Após a conquista, a nacionalidade do atleta começou a ser debatida por conta da local de origem dos seus pais.
Com pai norueguês e mãe brasileira, o esquiador escolheu defender o país da mãe um ano antes de garantir o ouro na Copa do esporte. Depois de conseguir o feito, foi criticado nas redes sociais.
“Não é e nunca será brasileiro, e esportes de neve não são para o Brasil. Volte para a Noruega” disse uma usuária do X. “Mudou de federação por causa de conflito com patrocinadores, não por amor ou orgulho do Brasil", completou outra pessoa nas redes sociais.
Além dos comentários ruins, Lucas foi defendido por brasileiros: “Para quem está conhecendo agora: Lucas Pinheiro não é atleta comprado. Filho de mãe brasileira, e, portanto, cidadão brasileiro, sempre teve ligação com nossa cultura”, finalizou um internauta.
Além do troféu na etapa de slalom da Audi FIS World Cup, em Lei, na Finlândia, o atleta levou uma rena e 300 mil reais em premiação. Ainda no dia da vitória, o esquiador publicou nas redes sociais uma foto sua criança com a camisa da Seleção Brasileira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.