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O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen foi o primeiro do país a ser campeão na Copa do Mundo de esqui alpino, no último domingo (16). Após a conquista, a nacionalidade do atleta começou a ser debatida por conta da local de origem dos seus pais.
Com pai norueguês e mãe brasileira, o esquiador escolheu defender o país da mãe um ano antes de garantir o ouro na Copa do esporte. Depois de conseguir o feito, foi criticado nas redes sociais.
“Não é e nunca será brasileiro, e esportes de neve não são para o Brasil. Volte para a Noruega” disse uma usuária do X. “Mudou de federação por causa de conflito com patrocinadores, não por amor ou orgulho do Brasil", completou outra pessoa nas redes sociais.
Além dos comentários ruins, Lucas foi defendido por brasileiros: “Para quem está conhecendo agora: Lucas Pinheiro não é atleta comprado. Filho de mãe brasileira, e, portanto, cidadão brasileiro, sempre teve ligação com nossa cultura”, finalizou um internauta.
Além do troféu na etapa de slalom da Audi FIS World Cup, em Lei, na Finlândia, o atleta levou uma rena e 300 mil reais em premiação. Ainda no dia da vitória, o esquiador publicou nas redes sociais uma foto sua criança com a camisa da Seleção Brasileira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.