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compra de casas
Antes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) registrar as compras de duas casas no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) acessou um cofre que mantinha com o senador Flávio Bolsonaro, seu irmão mais velho, dias antes da nova aquisição familiar.
A informação foi descoberta pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, após informações de documentos dos cartórios onde foram registradas as aquisições. Os textos tinham as informações dos registros de acesso ao cofre que foram entregues pelo Banco do Brasil ao Ministério Público do RJ.
O vereador também acessou o cofre no dia em que seu irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), hoje deputado federal, adquiriu um apartamento em Copacabana. Neste ato, Eduardo declarou em cartório o pagamento de R$ 160 mil no imóvel, onde uma quantia de R$ 50 mil foi repassada em dinheiro vivo.
A família bolsonaro foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou sobre o assunto e os questionamentos. As compras feitas por eles são alvos de investigação devido às suspeitas de lavagem de dinheiro.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.