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Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”

ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Em sabatina realizada nesta segunda-feira (21) com os editores do portal Bahia Notícias (BN), dentro do projeto Vota BN no Projeto Prisma, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto comentou o fenômeno conhecido como “Lula-Neto”, que se refere ao voto dividido de eleitores entre a disputa pelo governo estadual e a Presidência da República. Durante a transmissão do podcast, o político foi enfático e respondeu que “ninguém é dono do voto de ninguém”.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

compliance zero

Jaques Wagner se recusa a fornecer senhas de celulares à PF
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O senador Jaques Wagner (PT-BA) se recusou a fornecer à Polícia Federal as senhas de dois celulares apreendidos em sua casa, em Salvador, durante a nona fase da Operação Compliance Zero. 

 

A informação consta de relatório da PF tornado público após a retirada de sigilo determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os aparelhos foram recolhidos durante a busca, realizada em 18 de junho. 

 

“O investigado negou o fornecimento de senhas dos aparelhos”, registraram os agentes.

 

Durante a busca, os policiais também encontraram R$ 16,5 mil, US$ 16.795 e € 39.675 em espécie, além de relógios de alto valor. Parte do dinheiro estava em uma mala atribuída ao senador; outra, em um cofre no closet de sua mulher.

 

Wagner disse aos agentes que o dinheiro era usado em viagens e que havia comprado os relógios ao longo dos anos. Segundo a PF, porém, ele não apresentou notas fiscais dos bens.

 

A investigação apura a relação de Wagner com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, e suspeitas de que o senador tenha recebido vantagens de empresários ligados ao Banco Master.

 

“Chamou ainda a atenção a grande quantidade de relógios de alto valor na residência do investigado. Questionado sobre as suas aquisições, informou que adquiriu ao longo dos anos, contudo, não apresentou nota fiscal de qualquer bem. Assim, foram arrecadados e posteriormente apreendidos os bens referidos no presente Relatório, cujo valor econômico somente poderá ser aferido com precisão após a realização das perícias cabíveis”, escreveu a PF.

 

A PF identificou ainda ao menos 74 ligações entre Jaques Wagner e Augusto entre novembro de 2023 e maio de 2025. As conversas duraram mais de cinco horas e meia no total. Os investigadores destacaram a preferência dos dois por ligações telefônicas.

 

A relação entre os dois também aparece nas tratativas para a compra de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador para a filha de Wagner, em novembro de 2024, o senador encaminhou a Augusto o contato de um gerente da construtora responsável pelo empreendimento.

 

Em dezembro de 2025, Daniel Monteiro, advogado do Banco Master, escreveu a Guilherme Sodré, homem de confiança de Wagner, que “a altura do vão é 2,45m”. 

 

Para a PF, a mensagem sugere o uso de linguagem cifrada para dificultar a compreensão do conteúdo. O senador admitiu em junho que tratou da compra do imóvel com Augusto. 

 

“Eu tinha interesse em dar, de ajudar a minha filha a comprar um apartamento desses. Como Guga, o Augusto Lima, é um investidor, eu disse a ele: ‘Você pode comprar? Depois eu vou recomprar’ Porque o apartamento está em construção. E eu teria que vender o apartamento de minha filha para poder complementar o apartamento ou ela financiar”, disse na ocasião.

ADPF exige arquivamento de procedimento da PGR sobre relatório da Compliance Zero
Fotos: Reprodução / PF

Em nota pública divulgada neste sábado (5) a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) manifestou forte oposição à tentativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) de apurar a conduta de policiais federais na elaboração do relatório da Operação Compliance Zero.

 

A Entidade, que representa mais de 2.300 delegados, defende que os fatos revelados pela operação sejam investigados "em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas".

 

A indignação da ADPF gira em torno do relatório analítico sobre o material apreendido na Operação Compliance Zero, elaborado por ordem direta do Ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

A PGR instaura um Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial para investigar a atuação dos policiais na confecção deste relatório. Em resposta, a ADPF argumenta que os delegados e servidores apenas cumpriram estritamente a decisão judicial do STF, sem margem para juízo próprio de conveniência.  

 

Além de defender a legalidade da atuação policial, a associação apontou que o relatório da operação cita nominalmente o próprio Procurador-Geral da República. Pelo Código de Processo Penal, membros do Ministério Público estão sujeitos às regras de impedimento e suspeição aplicáveis aos juízes, sendo proibidos de tomar decisões em causa própria.

 

A ADPF ainda argumenta que independentemente das intenções por trás do ato, a abertura da investigação pela procuradoria gera um efeito prático de intimidação sobre os investigadores da Compliance Zero

 

Assim, a associação exige o arquivamento do procedimento instaurado pela PGR por inadequação de via e cobra que o Procurador-Geral da República declare formalmente seu impedimento e se abstenha de atuar nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado.A associação garantiu ainda assistência jurídica integral aos delegados afetados.

PF faz operação sobre ataques ao Banco Central em nova fase da operação Compliance Zero
Foto: Reprodução / Rafa Neddermeyer - Agência Brasil

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (9), a 10ª fase da Operação Compliance Zero para investigar uma suposta atuação coordenada em redes sociais destinada a comprometer a credibilidade do Banco Central do Brasil.

 

O publicitário Thiago Miranda, dono da agência Mithi, ganhou notoriedade na investigação por intermediar o investimento de R$ 62 milhões realizado pelo empresário Daniel Vorcaro no documentário Dark Horse, que aborda a trajetória de Jair Bolsonaro. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), os policiais cumprem dois mandados de busca e apreensão em Brasília.

 

Segundo a PF, além dos ataques à instituição financeira, as investigações buscam desarticular uma possível organização criminosa que utilizaria táticas de intimidação contra jornalistas e o monitoramento ilegal de pessoas ligadas a autoridades públicas. O grupo também é suspeito de obter informações sigilosas de forma indevida e de tentar interferir em investigações criminais em curso. 

 

De acordo com a corporação, os envolvidos podem responder por crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa e embaraço à investigação de organização criminosa, além de infrações ligadas à violação de dados e dispositivos informáticos.

 

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para esclarecer a atuação do grupo e identificar todos os envolvidos.

Operação Compliance Zero cumpre mandados de busca e apreensão na Bahia; ação apura participação de agente público em esquema
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero,  para apurar a eventual participação de um agente público no esquema de irregularidades do Banco Master no sistema financeiro nacional.

 

Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte.

 

Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

PF aponta suposta "mesada" de Vorcaro a Ciro Nogueira: "Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?"
Foto: Reprodução / YouTube

A Polícia Federal identificou, em investigação da Operação Compliance Zero, indícios de pagamentos mensais recorrentes do banqueiro Daniel Vorcaro ao senador Ciro Nogueira (PP). Segundo a apuração, os repasses estariam ligados à atuação parlamentar em favor de interesses do Banco Master.

 

As informações constam em decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou medidas cautelares no âmbito da 5ª fase da Operação Compliance Zero. A nova etapa da investigação tem como alvos Ciro Nogueira e Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro.

 

De acordo com a PF, as suspeitas surgiram após a interceptação de diálogos entre Daniel Vorcaro e Felipe Vorcaro, apontado como operador financeiro do grupo. As mensagens tratam de uma parceria envolvendo a empresa BRGD S.A., ligada à família Vorcaro, e a CNLF Empreendimentos, empresa patrimonial atribuída ao senador.

 

Em uma das conversas, registrada em janeiro de 2025, Felipe Vorcaro menciona dificuldades para manter os pagamentos em razão do “aumento dos pagamentos” ao “parceiro brgd”.

 

Já em junho de 2025, segundo a investigação, Daniel Vorcaro questionou o atraso de dois meses nos repasses destinados a “ciro”. Em resposta, Felipe escreveu: “Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?”, trecho que, segundo a PF, indicaria a existência de pagamentos mensais periódicos.

 

 

As investigações também relacionam os supostos repasses à apresentação da emenda nº 11 à PEC nº 65/2023, protocolada por Ciro Nogueira em agosto de 2024. A proposta previa elevar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) por depositante.

 

Segundo a PF, o texto da emenda teria sido elaborado pela assessoria do próprio Banco Master e entregue ao senador em um envelope. A investigação aponta ainda que, após a apresentação da proposta, Daniel Vorcaro teria afirmado que o texto “saiu exatamente como mandei”.

 

Ainda conforme os autos, interlocutores ligados ao banco avaliavam que a medida poderia “sextuplicar” os negócios da instituição financeira.

Caso Banco Master: PF deflagra nova fase da Operação Compliance Zero e mira Ciro Nogueira
Foto: Divulgação / Ascom / Ciro Nogueira

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (7), uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master.

 

Entre os alvos da operação está o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas. Segundo informações divulgadas pela TV Globo, agentes da PF cumprem mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao parlamentar, em Brasília.

 

De acordo com a corporação, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal.

 

As medidas ocorrem nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.

 

A decisão judicial também determinou o bloqueio de bens, direitos e valores que somam R$ 18,85 milhões.

Empresário baiano Nelson Tanure recebeu relógio suíço avaliado em R$ 1 milhão de Vorcaro, apontam mensagens
Foto: Reprodução / Redes sociais | Captura de tela do Poder360

O investidor e empresário baiano Nelson Tanure foi presenteado com um relógio da Jaeger-LeCoultre, uma das marcas de luxo mais conhecidas do mundo, do Banco Master, Daniel Vorcaro. O acessório é vendido em por até R$ 1 milhão, conforme o site de revendas de artigos de luxo Chrono24.

 

O presente foi descoberto após a Polícia Federal encontrar mensagens no celular de Daniel Vorcaro com o empresário baiano. Na interação, Tanure agradece o CEO do Master pelo relógio: “Almoçando com amigos, com a joia no braço que você me deu. Thanks”, escreveu.

 

Veja captura de tela:

 

Em outra mensagem, Tanure pergunta a Vorcaro se pode ligar. O fundador do Master responde: “Opa. Claro”. Em outro dia, o investidor diz estar com “saudades”.

 

Em janeiro deste ano, Tanure foi alvo da segunda fase da operação Compliance Zero, a mesma que prendeu Daniel Vorcaro. Na ocasião, Agentes da PF cumpriram 42 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os bens e valores bloqueados superaram R$ 5,7 bilhões

 

Segundo o Poder360, investigadores da PF tratam Nelson Tanure como possível “sócio oculto” do Banco Master. A PF apura se o empresário seria o “destinatário final” de fundos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro.

 

O empresário disse que teve relações “estritamente comerciais” com o Banco Master, na condição de cliente ou aplicador. Tanure declarou que as relações envolveram aplicações financeiras, operações de crédito, gestão de fundos e aquisição de participações societárias

Vorcaro usou portal para "esquentar" vazamento de inquérito sobre prisão dele na primeira fase de ação da PF
Foto: Reprodução / Redes sociais

O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, utilizou o portal “O Bastidor” para “esquentar” a informação de que seria alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). Conforme as investigações, o banqueiro teve acesso às informações sobre o inquérito sigiloso aberto contra o Master e, após a publicação do inquérito no portal, entrou com um pedido na Justiça Federal para tentar impedir a própria prisão, que já havia sido determinada.

 

Segundo informações da jornalista Malu Gaspar, do O Globo, a representação da PF que baseou a prisão, ainda em sigilo, afirma que o hackeamento dos sistemas internos da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR) revelou ao dono do Master que havia um inquérito sigiloso sobre a fraude na 10ª Vara Federal de Brasília, comandada pelo juiz Ricardo Leite.

 

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Após tomar conhecimento de que seria alvo do inquérito, Vorcaro “esquentou” a informação utilizando o site O Bastidor, no qual é comandado pelo jornalista Diego Escosteguy, para torná-la pública. Segundo a PF, que anexou ao relatório prints de conversas entre Escosteguy e o banqueiro, o jornalista “recebia dinheiro de DBV (sigla que se refere a Vorcaro) para publicar informações de interesse do banqueiro”.

 

Em uma das conversas, ele inclusive informa a conta onde devem ser depositados os valores. Em uma planilha, aparece referência ao seu nome e ordem de DBV para o pagamento de 2 milhões para a publicação de uma reportagem de interesse do banqueiro.

 

“O mesmo jornalista esquenta uma informação que DBV tinha de que havia um processo criminal em trâmite da 10ª VF/DF”, diz o documento. “ A partir daí os advogados peticionam na Vara fazendo menção à reportagem publicada por Escosteguy. Logo após a publicação, o jornalista envia a reportagem para DBV e para Walfrido Warde (advogado de Vorcaro)”.

 

De acordo com O Globo, o texto do Bastidor foi publicado às 11h08m de 17 de novembro. Cerca de cinco horas e meia depois, a defesa de Vorcaro enviou por e-mail à Justiça Federal de Brasília uma petição dirigida especificamente à 10ª Vara Federal e a Ricardo Leite, se posicionando contra “medidas cautelares eventualmente requeridas”, que poderiam provocar “impacto relevante” e causar “prejuízo irreversível a todo o conglomerado Master”.

 

A ordem de prisão de Vorcaro tinha sido assinada pelo mesmo juiz 18 minutos antes.

Diretores do Banco Master e do BRB prestam depoimentos na PF nesta segunda-feira; saiba mais
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Federal vai ouvir depoimentos de alguns dos investigados na Operação Compliance Zero, a partir desta segunda-feira (26). A investigação da PF apura irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). 

 

Segundo a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, depois dos depoimentos a Justiça vai determinar se o caso vai se manter no Supremo Tribunal Federal (STF) ou se as investigações voltam para a Justiça Federal, em Brasília, ou para a Justiça de São Paulo. 

 

De acordo com a publicação, estão previstos oito depoimentos na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), de forma remota por videoconferência e presencialmente. Devem ser escutados os ex-diretores do BRB e do Banco Master, além de empresários como Augusto Ferreira Lima – ex-sócio de Daniel Vorcaro. 

 

Eles estão envolvidos dentro do inquérito que investiga crimes como gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa. Na lista dos que devem ser escutados nesta segunda estão Dário Oswaldo Garcia Junior (ex-diretor financeiro do BRB) André Felipe de Oliveira Seixas Maia (ex-funcionário do Banco Master), Henrique Souza e Silva Peretto (empresário ligado a empresas envolvidas nas operações investigadas); Alberto Felix de Oliveira – superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master.

 

Já na terça, serão escutados Robério Cesar Bonfim Mangueira (superintendente de operações financeiras do BRB), Luiz Antonio Bull (executivo e diretor ligado ao Banco Master); Angelo Antonio Ribeiro da Silva – executivo e sócio do Banco Master; Augusto Ferreira Lima (ex-sócio do Banco Master).

 

O proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa não serão escutados. Eles prestaram depoimentos em 30 de dezembro.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O Soberano adotou uma estratégia nova contra a oposição e soltou os cachorros - literalmente. E olha que o cão estava mais animado do que muita gente no apoio do seu candidato. Uns estão meio tímidos, outros distribuindo bola nas costas... Até o Cacique conseguiu prejudicar o próprio Cacique. Já outros estão muito agressivos. Será que Mula pega raiva? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ana Paula Matos

Ana Paula Matos
Foto: Daniel Araújo / Bahia Notícias

"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"

 

Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Executivo estadual e ao Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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