Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
comissao nacional de diversidade
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) terá, pela primeira vez, uma advogada trans no comando de uma comissão nacional da entidade. A conselheira seccional da subseção da OAB Goiás, Amanda Souto Baliza, foi empossada na presidência da Comissão Nacional de Diversidade Sexual e de Gênero.
Entre as propostas que pretende apresentar ao colegiado, Amanda aponta como prioridade a edição de um provimento de diversidade, documento que visa regulamentar e atualizar questões referentes à advocacia de pessoas LGBTQIA+.
“Já apresentei a minuta à comissão para que todos os membros possam colaborar e semana que vem apresentarei aos presidentes de comissões das seccionais para que possam também ajudar no texto. Assim que tivermos a versão final, entregarei pessoalmente ao presidente Simonetti”, disse Amanda na cerimônia de posse realizada no dia 5 de julho. “Quero dialogar com as comissões de diversidade das seccionais para que possamos construir nossas demandas juntos”, pontuou.
Amanda já havia sido a primeira mulher trans do país a presidir uma comissão em nível seccional e a primeira eleita para o Conselho Pleno. Segundo a presidente da comissão, nomeações como a sua, trazendo maior representatividade à OAB, “faz com que as pessoas se sintam confortáveis em buscar o sistema”.
"O Conselho Federal tem como bandeira ser a casa de toda a advocacia brasileira. O sistema OAB deve representar a diversidade da classe. Constituímos o primeiro Conselho Pleno paritário, colocamos em prática projetos e atualizamos o Estatuto da Advocacia para punir casos de assédio e de discrimnação com a finalidade de garantir o livre exercício da profissão a todos e todas", explicou o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".