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colo
O Juizado do Torcedor, do Rio Grande do Sul, proibiu cinco torcedores, que invadiram o gramado do Beira-Rio, a irem ao estádio pelos próximos 10 jogos do Internacional. Dentre eles, está o homem que carregava a filha no colo e agrediu um jogador do Caxias. A confusão aconteceu na eliminação do Colorado no Campeonato Gaúcho na derrota para o Grená. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (29) pelo juiz Marco Aurélio Xavier que homologou a proposta oferecida pelo Ministério Público do RS.
O quinteto deve se apresentar em delegacias no momento dos jogos do Inter. O grupo já cumpria a pena em medida cautelar. Os comparecimentos dos torcedores deverão ser comprovados ao Juizado do Torcedor e Grandes Eventos (JTGE).
A invasão aconteceu no dia 26 de março. O Caxias havia vencido o Inter nos pênaltis quando uma confusão entre jogadores dos dois times foi iniciada e os torcedores invadiram o gramado. Um deles, que estava com a filha no colo, agrediu o lateral Dudu Mandai e um cinegrafista da RBS TV. Neste segundo processo, o caso foi arquivado após o profissional ter aceitado as desculpas.
A criança, de três anos, sofreu lesões corporais durante a ação do pai. Ele foi indiciado por três crimes, por lesão corporal, por submeter criança ou adolescente a constrangimento e expor a vida ou saúde de alguém a perigo iminente. Além disso, o agressor teve o sócio-torcedor cancelado pelo Inter e também teve o acesso ao Beira-Rio suspenso por conta da invasão.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.