Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
colegio estadual moa do katende
O deputado estadual Diego Castro (PL) denunciou a suposta presença de facções criminosas no Colégio Estadual Moa do Katendê, no bairro do Engenho Velho de Brotas, em Salvador. A acusação foi feita após uma visita do parlamentar à unidade, onde ele também relatou problemas de conservação na estrutura do prédio. Segundo Castro, grupos criminosos estariam influenciando o ambiente escolar.
O deputado afirmou que a situação representa um problema de segurança dentro da rede estadual de ensino e criticou a atuação do governo da Bahia. “Enquanto o governo faz discurso, alunos e professores convivem com uma estrutura precária, rebocos caindo ao chão e, ainda por cima, com a presença de facções criminosas influenciando o ambiente escolar. É inadmissível que a educação tenha chegado a esse ponto”, declarou.
Durante a visita, o parlamentar também afirmou que foi impedido de entrar na escola pela diretora da unidade. Segundo relato publicado por Castro nas redes sociais, a gestora teria dito que estava “fechada” com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), com a ex-secretária estadual da Educação Rowenna Brito e com a deputada estadual Olívia Santana (PCdoB).
Castro classificou o episódio como uma tentativa de impedir a fiscalização de uma unidade pública. “Não vamos aceitar que uma escola pública seja tratada como propriedade de um grupo político. O papel de qualquer gestor é garantir transparência e permitir que a população conheça a realidade da educação”, afirmou.
O deputado informou que pretende encaminhar as denúncias aos órgãos competentes e cobrar providências do governo estadual sobre as condições de segurança e infraestrutura do colégio.
ASSISTA:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.