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cojones
No último final de semana, o River Plate homenageou Marcelo Gallardo, técnico mais bem sucedido da história do clube, com uma estátua na entrada do Estádio Monumental de Nuñez. Ao ver a escultura de bronze, de 8 metros e 6,3 toneladas, a protuberância na área da virilha chama logo a atenção.
Segundo a autora da obra, a argentina Mercedes Savall, o volume na calça, que ganhou grande repercusão, foi uma característica deliberada da peça e refletiu a gíria argentina para "esforço". A palavra "cojones", pode significar coragem, testículos e colhões em espanhol.
"Exagerei nessa parte e entendi que tem a ver com um gesto para com os torcedores. Faz parte da linguagem do futebol e busquei uma forma de aproximar o popular da arte", disse Mercedes ao jornal argentino La Nación.
A artista ainda disse que Gallardo não se incomodou com a obra: "Felizmente, ele não pediu explicações sobre a estátua e me deixou trabalhar em paz".
Na inauguração da estátua, Marcelo Gallardo, que conquistou 14 títulos pelo River Plate de 2014 até a sua saída do clube em dezembro de 2022, fez juras de amor ao clube que o revelou para o futebol.
"Quero expressar minha gratidão à minha família, meus amigos, minha comissão técnica e aos jogadores que nos acompanharam", disse ele. Este clube é grande pela sua história, mas também pelas suas glórias. Obrigado aos torcedores. Sempre os amarei. Cresci neste clube e vou morrer neste clube", disse Gallardo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.