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coacao de processo
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não compareceu à sua audiência de interrogatório, marcada para esta treça-feira (14), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A audiência, segundo informações do Uol, ocorreria no âmbito da ação penal em que ele é acusado de tentar coagir a Justiça brasileira por meio de sanções do governo dos EUA.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, seria o responsável pela sessão por vídeoconferência. O ex-deputado federal está nos EUA desde fevereiro de 2025 e foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por sua atuação junto ao governo estadunidense para buscar sanções contra o Brasil.
Na época, o ex-parlamentar promoveu uma série de ações na tentativa de pressionar o STF a não condenar seu pai, Jair Bolsonaro (PL), por envolvimento na trama golpista. A denúncia contra Eduardo foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma do STF em novembro de 2025. Ao aceitar a acusação, os ministros entenderam haver indícios suficientes para a abertura do processo.
O interrogatório é a chance para Eduardo se defender pessoalmente das acusações. Eduardo não indicou advogados para atuar no processo e também não respondeu à intimação por edital. Por causa disso, Moraes determinou a atuação da Defensoria Pública no caso. O órgão, no entanto, havia apontado que ele tinha o direito de escolher quem ficaria responsável por defendê-lo e que precisava ser intimado pessoalmente. Moraes rebateu que ele tem feito isso para protelar a intimação.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.