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central de outdoor da bahia
Após atuar como vice-presidente da Central de Outdoor Seccional Bahia, o empresário Rafael Linhares assume oficialmente a presidência da entidade para o biênio 2026-2028. CEO da A. Linhares Outdoor, ele chega ao comando da instituição em um momento em que o segmento de mídia exterior busca ampliar representatividade, intensificar o diálogo com o mercado e acompanhar as transformações tecnológicas do setor.
Com experiência na gestão de empresas de mídia exterior, Rafael passa a liderar a entidade já neste mês de junho, sucedendo a gestão anterior com a proposta de dar continuidade às ações institucionais e ampliar iniciativas voltadas ao desenvolvimento do segmento na Bahia.
Entre os projetos ligados à sua atuação dentro da Central está o retorno do Outdoor Universitário, concurso voltado à descoberta de novos talentos da mídia exterior na capital baiana e no interior do estado. Agora na presidência, Rafael afirma que pretende ampliar o diálogo com diferentes setores e fortalecer a atuação institucional da entidade.
“Assumo a presidência da Central com o compromisso de promover a união do setor, trazer inovação e fortalecer ainda mais a nossa representatividade, ampliando o diálogo com o mercado e poder público, sem esquecer de dar continuidade a projetos que contribuam para o crescimento sustentável da mídia exterior em todo o estado”, destaca.
A nova gestão contará ainda com Adriano Rangel como vice-diretor seccional. A diretoria também será composta por Vinicius Linhares, que deixa a presidência após dois mandatos para assumir a diretoria financeira, e Jorge Bulos, que ficará responsável pela diretoria do interior.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.