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cemdp
O governo federal publicou um despacho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (4), em que recria a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), que teve os trabalhos encerrados durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ato de Lula anulou um despacho publicado em 30 de dezembro de 2022, uma das últimas ações da gestão bolsonarista, que aprovou o relatório final da comissão, levando à extinção do grupo.
Além de anular a decisão do ex-presidente, Lula estabeleceu a continuidade dos trabalhos da comissão e trocou integrantes do grupo. A retomada do grupo de trabalho já era defendida anteriormente pelo o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Porém, a medida só foi oficializada um ano e meio depois de Lula começar seu terceiro mandato.
Silvio explicou que a recriação da comissão "é um importante passo na garantia da memória, da verdade e da justiça". As informações do funcionamento e o plano de trabalho do órgão serão definidos após a posse dos novos integrantes.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.