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celular em cela
Um celular foi apreendido na cela onde o ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no Norte baiano, Tiago Sóstenes, acusado de matar uma empresária com quem se relacionava em um hotel de Aracaju (SE). O acusado segue preso no Presídio Militar (Presmil) na capital sergipana.
Segundo o PA4, parceiro do Bahia Notícias, a informação foi confirmada na noite da última terça-feira (12). Conforme a TV Atalaia, a apreensão teria ocorrido no dia 24 de abril passado quando houve revista na cela de Tiago, onde foram encontrados um aparelho celular e dois carregadores.
Um processo administrativo para apurar a conduta do interno foi aberto, assim como um inquérito para investigar as circunstâncias em que o material ingressou na unidade. O Ministério Público já apura possíveis irregularidades na custódia de Tiago Sóstenes enquanto ele esteve internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).
A denúncia envolve o suposto uso de celular no hospital, recebimento de visitas sem autorização judicial e até a circulação livre pelas dependências da unidade hospitalar. Tiago Sóstenes recebeu alta médica no dia 17 de abril e, desde então, está preso no Presídio Militar (Presmil).

Flávia Barros foi morta a tiros / Foto: Reprodução / Redes Sociais
Ele é acusado de matar a tiros a empresária Flávia Barros dos Santos, de 38 anos, dentro de um hotel na Zona Sul de Aracaju. O crime aconteceu no dia 22 de março passado.
Após atirar contra a vítima, ele tentou tirar a própria vida. Depois de receber alta médica, foi encaminhado ao Presídio Militar, onde permanece preso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.