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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do PL, se distanciou de suas principais concorrentes a uma vaga de senadora pelo Distrito Federal. Foi o que revelou levantamento da Quaest divulgado nesta terça-feira (8).
A pesquisa mostra Michelle Bolsonaro na liderança da disputa pelas duas cadeiras ao Senado, com 26% das intenções de voto. Na segunda colocação aparece a atual senadora Leila Barros (PDT), com 17%.
Confira abaixo como está o cenário da disputa para o Senado no Distrito Federal:
Michelle Bolsonaro (PL) – 26%
Leila Barros (PDT) – 17%
Erika Kokay (PT) – 13%
Bia Kicis (PL) – 11%
Sebastião Coelho (Novo) – 2%
Professor Guilherme Amorim (UP) – 1%
Ronaldo Fonseca (PSD) – 1%
Zanata (PSTU) – 0%
Tiago (Agir) – 0%
Guto Felício dos Santos (PSDB) – 0%
Marley (Avante) – 0%
Avenir Rosa (Democrata) – 0%
David Horn (PCO) – 0%
Branco/nulo/não vai votar – 13%
indecisos – 16%
A Quaest também questionou seus entrevistados sobre a disputa para o governo do Distrito Federal. A atual governadora, Celina Leão (PP), que disputa a reeleição, se mantém à frente, com 35% das intenções de voto.
Confira abaixo o cenário de primeiro turno da Quaest no DF:
Celina Leão (PP) – 35%
Arruda (PSD) – 18%
Leandro Grass (PT) – 17%
Paula Belmonte (PSDB) – 4%
Cappelli (PSB) – 2%
Kiko Caputo (Novo) – 1%
Professora Samara Mineiro (UP) – 1%
Elisson (Agir) – 0%
Professor Robson (PSTU) – 0%
Expedito Mendonça (PCO) – 0%
Rico Pinheiro (PRTB) – 0%
Brancos/nulos – 7%
Indecisos – 15%
Os eleitores entrevistados pela Quaest ainda responderam sobre três cenários de disputas em segundo turno. Veja abaixo o resultado:
Celina Leão (PP) 47% x 30% Arruda (PSD)
Arruda (PSD) 41% x 28% Leandro Grass (PT)
Celina Leão (PP) 52% x 29% Leandro Grass (PT)
A pesquisa Quaest ouviu 1.104 eleitores no Distrito Federal, de 4 a 7 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026.
A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceria a eleição para o governo do Distrito Federal no 1º turno em um cenário sem a candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Isso é o que apontam os dados do levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (20).
Em um cenário estimulado sem a candidatura do ex-governador, Celina Leão aparece com 45,9% das intenções de voto. O ex-deputado Leandro Grass (PT) aparece em 2º lugar, com 16,3%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 7,2%, Ricardo Cappelli (PSB), com 5,7%, e Kiko Caputo (Novo), com 2,6%. Brancos e nulos somam 13,7%, enquanto 8,6% disseram não saber ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de julho, entrevistando 1,5 mil eleitores e com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01326/2026. O intervalo de confiança é de 95%.
Ainda na disputa pelo governo estadual, em um cenário com José Arruda, a atual governadora segue liderando, mas com menor margem, de 34,6%, frente aos 28,1% do ex-governador. Leandro Grass tem 11,9%, Ricardo Cappelli, 4,5%, Paula Belmonte, 3,6%, e Kiko Caputo, 1,3%. Brancos e nulos representam 9,1%, e 6,8% não souberam responder.
ELEIÇÃO AO SENADO
Já no âmbito do Legislativo, a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lideram as intenções de voto para o Senado, no Distrito Federal. A atual senadora lidera em todos os cenários estimulados e em dois ela aparece empatada com Michelle Bolsonaro na margem de erro.
No primeiro, com Ibaneis fora da disputa, a senadora Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto do eleitorado. Na sequência, Michelle aparece como a preferida de 36% dos entrevistados. O terceiro lugar ficou com Erika Kokay, escolhida por 28,4%.
No segundo cenário, em que Bia Kicis e Ibaneis ficaram fora das opções, Leila seguiu numericamente à frente das intenções de voto, com 40,5%. Já a ex-primeira-dama foi escolhida por 37,7% dos entrevistados, empatada na margem de erro.
O último cenário da pesquisa estimulada, com Ibaneis e Michelle Bolsonaro fora da disputa, além da inclusão do senador Izalci Lucas (PL), também apontou Leila do Vôlei como a preferida, com 41,6% das intenções de voto. Erika Kokay aparece na segunda colocação, com 30,4%.
Em entrevista à CNN nesta segunda-feira (20), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, disse enxergar pouca boa vontade do governo Lula de ajudar na recuperação do Banco de Brasília (BRB), envolvido em operações ilegais junto ao Banco Master. A impressão da governadora é de que o Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda desejam que o “BRB quebre”.
“Todos os bancos privados têm sentado, têm negociado com o BRB. Os únicos bancos que não têm negociado com o BRB são a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. A impressão que se passa por parte do governo federal é de que a vontade dele é que o banco do Distrito Federal quebre mesmo, independentemente de responsabilidade de quem quer que seja”, disse Celina à CNN.
Para a governadora do DF, uma ajuda do governo federal para evitar uma eventual liquidação do BRB “não seria nenhum favor”. Celina Leão esteve no início do mês com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em busca de soluções para o equilíbrio financeiro do BRB.
À CNN, Celina Leão negou que haveria disposição para discutir contrapartidas do Distrito Federal — como uma mudança do cálculo do fundo constitucional do DF — em um eventual socorro da União ao banco.
“O governo do PT tentou por duas vezes retirar isso [o fundo constitucional do DF] de nós. Nós enfrentamos com muita firmeza, e não vai ser agora, diante de uma dificuldade, que eles vão colocar isso na mesa e nós vamos acatar. Não há a mínima possibilidade de recuo para esse tipo de diálogo”, destacou.
Em tom crítico ao governo Lula, Celina disse que a postura do governo, de impor dificuldades para salvar o BRB da falência, não seria “republicana”. Apesar das críticas, ela aproveitou e fez um apelo para que o Poder Executivo pense “nos trabalhadores”, e mencionou os cerca de seis mil servidores cotistas do BRB e que dependem exclusivamente do banco.
“Quando você deixa um banco quebrar, você traz um cenário muito instável para o mercado financeiro. Então, acho que a responsabilidade não era de colocar uma negociação na mesa, a responsabilidade era institucional, pensando nos trabalhadores”, explicou a governadora do DF.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".