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cata caranguejo
Internautas resgataram uma participação da cantora Mari Antunes, vocalista do Babado Novo, no programa SBT Folia, em 2022, onde a artista troca a letra da música ‘Cata Caranguejo’ ao vivo. A atual líder do grupo também trocou a palavra ‘Yemanjá’ por ‘Rei Yeshua’, assim como sua antecessora, Claudia Leitte.
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O resgate da apresentação veio logo após a cantora afirmar ao colunista Marrom, do jornal Correio, que canta a letra da música do jeito que foi originalmente composta há cerca de vinte anos.
? VÍDEO: Internautas resgatam Mari Antunes, do Babado Novo, mudando letra da mesma música que Claudia Leitte
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) January 14, 2025
Saiba mais ? https://t.co/lDs1pSjrBW
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A polêmica em relação a música começou após internautas comentarem sobre a cantora Claudia Leitte trocar constantemente a letra da música. O caso chegou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) que convocou uma audiência pública para o caso. A audiência deve ocorrer no dia 27 de janeiro, às 14h no auditório da sede do MP-BA, em Nazaré.
Nesta terça-feira (14), o MP-BA converteu a denúncia contra Claudia Leitte em Procedimento Administrativo para contribuir na produção de informações técnicas relacionadas ao caso. O inquérito também adotará outras medidas extrajudiciais. O objetivo do MP é apurar eventual responsabilidade da cantora por danos morais causados à honra e à dignidade das religiões de matriz africana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.