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caso athus alves
A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou o desaparecimento e a morte de Athus Alves Bernardo, motorista de aplicativo sequestrado em 23 de fevereiro em Eunápolis. Cinco homens foram indiciados por homicídio qualificado. Athus foi capturado por integrantes de uma facção criminosa e submetido a um “tribunal do crime”. Ele foi mantido em cativeiro, interrogado e morto. Até o momento o corpo de Athus não foi encontrado.
Segundo informações do Radar News, parceiro local do Bahia Notícias, pelo menos cinco homens indiciados por homicídio qualificado são: Loran Matheus Mota Pereira (“Alongado”), Iago Souza Santos (“Capetinha”), Anderson Oliveira de Souza (“Andinho”), Cauan Araújo dos Santos (“Biscoito”) e Aldo Henrique Ferreira de Souza. Parte deles já teve a prisão preventiva decretada.
O automóvel do motorista foi encontrado abandonado dois dias depois, perto de uma estação da Embasa, bem distante de sua última localização. A motivação do crime, segundo a polícia, está ligada à disputa entre facções rivais por controle de território.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), que deve decidir se oferece denúncia contra os investigados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.