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casacor 2026
A Casa Nossa Senhora das Mercês, em Salvador, recebeu, na noite desta segunda-feira (31), a cerimônia do Prêmio CasaCor 2026. O encontro reuniu arquitetos, designers, paisagistas, empresários e convidados para celebrar os destaques da 32ª edição da mostra, que segue aberta à visitação até o dia 6 de setembro.
Ao todo, 12 categorias foram premiadas, contemplando projetos que se destacaram pela criatividade, funcionalidade, estética e soluções sustentáveis. Entre elas estavam Melhor Living, Melhor Gourmet/Cozinha, Melhor Uso de Obras de Arte e Melhor Solução em Sustentabilidade.
Os vencedores receberam troféus assinados pela artista Luciana Bittencourt, produzidos a partir de raízes recolhidas em áreas degradadas da Chapada Diamantina, em sintonia com a proposta da edição deste ano, que tem como tema “Mente e Coração”. A premiação contou com avaliação de um júri técnico e participação do público, que pôde votar por meio do aplicativo oficial da CasaCor Bahia.
Em sua 32ª edição no estado, a CasaCor Bahia reúne 45 ambientes assinados por mais de 50 profissionais de arquitetura, design e paisagismo. A mostra também marca um avanço na agenda ambiental ao realizar, pela primeira vez, um inventário de emissões de carbono com metodologia GHG Protocol e publicar um relatório com diretrizes ESG.
A edição 2026 segue em cartaz na Casa Nossa Senhora das Mercês até 6 de setembro, com visitação de terça-feira a domingo e feriados, das 15h às 22h.
CONFIRA A LISTA COMPLETA DE VENCEDORES:
Melhor Living: Bruno Carvalho
Melhor Gourmet/Cozinha: Neto Cunha
Melhor Quarto: Milena Saraiva
Melhor Banheiro: Lara Castro
Melhor Espaço Comercial: NN Arquitetos
Melhor Uso de Obras de Arte: Marlon Gama
Melhor Solução em Sustentabilidade: Andrade Schimmelpfeng
Melhor Uso de Paisagismo: Terraço Paisagismo
Melhor Ambiente CASACOR: Gabriel Magalhães
Voto Popular: Mally Requião
Melhor Utilização da Cor: Pedro Chezzi
Escritório/Profissional Revelação 2026: Sense2
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O arquiteto Pedro Chezzi e a empresária Fernanda Bahia, à frente da Dell Anno Salvador, receberam convidados na noite desta terça-feira (18) para apresentar o espaço “Quintal Brasis”, uma cafeteria criada pelo arquiteto para a CasaCor Bahia 2026. Com uma proposta sensorial, o ambiente combina referências da cultura brasileira com soluções contemporâneas de marcenaria da marca de mobiliário.
Inspirado na simbologia afetiva do quintal e no ritual do café, o espaço foi pensado para valorizar encontros, memórias e conexões, trazendo cores, texturas e elementos que remetem às diferentes identidades do país. O projeto segue o tema “Mente e Coração”, escolhido para esta edição da mostra.
Durante o encontro, os anfitriões apresentaram aos convidados os detalhes do projeto. Na marcenaria, a Dell Anno utiliza o acabamento Aalto em portas, painéis e estruturas, criando uma composição contemporânea marcada por linhas curvas.
Inspirado na fluidez orgânica e na arquitetura do finlandês Alvar Aalto, o acabamento valoriza as formas e contribui para a composição do ambiente. Portas sem puxadores aparentes e ferragens de alta performance completam o projeto.
A participação no Quintal Brasis integra a presença da Dell Anno na CasaCor Bahia 2026, onde a marca assina soluções em quatro ambientes desenvolvidos por profissionais da arquitetura e do design. Os espaços apresentam diferentes propostas de marcenaria e composição.
Realizada na Casa Nossa Senhora das Mercês, em Salvador, a CasaCor Bahia 2026 segue até 6 de setembro.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

