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Com mais de 11 milhões de habitantes, cerca de 80% da população baiana é considerada negra, entre pretos e pardos. É o que diz o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados de 2023. Essa negritude, visível nas ruas, na culinária, na arte e na linguagem, transforma a dinâmica social da Bahia e de Salvador de maneira indissociável, mas ainda é relativamente pouco explorada nas narrativas culturais e históricas do país.
No dia 24 de janeiro, em que se celebra o Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente, o Bahia Notícias visitou dois espaços da capital baiana que preservam a memória histórica e cultural da diáspora africana na Bahia e incentivam a criação de artísticas e estudiosos negros a partir disso.
MEMÓRIAS DO BENIN
A rota cultural do BN teve início na Baixa dos Sapateiros, localidade no Centro Histórico de Salvador, narrada por Ary Barroso nos anos 50, no que um dia foi um dos mais importantes centros culturais e comerciais da capital baiana. Em uma imensidão de casarões na região, um deles, na rua Padre Agostinho Gomes, exibe, de portas e janelas abertas, uma diversidade de telas, esculturas e artefatos que celebram a conexão entre Salvador e o continente africano: a Casa do Benin.
Dados divulgados pelo estudo The Trans-Atlantic Slave Trade Database, do site Slave Voyages, em 2025 destacam que cerca de metade dos africanos escravizados no Brasil entre 1574 a 1856 foi embarcou em portos de Angola e da região da Costa da Mina, que corresponde ao território atual de Gana, Togo, Benin e Nigéria, na África. A migração forçada do que seria mais de 1,5 milhão de pessoas gerou marcas visíveis e invisíveis nos modos de vida em território brasileiro, em especial na Bahia.
Fundada em 1988, sob a gestão de Gilberto Gil na Fundação Gregório de Mattos, vinculada a Secretária Municipal de Cultura, a Casa do Benin exibe estas marcas de um jeito diferente. O espaço mescla um acervo composto por cerca de 200 peças colecionadas pelo fotógrafo francês Pierre Verger, vindas diretamente do Golfo do Benin, e exposições rotativas de artistas negros contemporâneos, a Casa do Benin traça paralelos entre o passado emergente e o futuro inalcançado.

Igor Tiago, gestor cultural da Casa do Benin. Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
É o que explica o gestor Igor Tiago, produtor cultural e curador da Casa do Benin. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele conta que “a casa do Benin nasce de a partir dessa publicação, ‘Fluxos e Refluxos’ do Pierre Verger, onde ele traz um pouco desses trânsitos atlânticos percorridos por pessoas escravizadas no processo de escravização que atormentou parte do mundo”.
Tiago relata que a criação deste equipamento é paralela a fundação de uma Casa do Brasil, na cidade de Ouidah, no Benin, promovendo um intercâmbio cultural entre os países. “Paralelo a isso, esse projeto é um projeto que tem dois grandes braços, a criação da Casa do Benin aqui em Salvador e a criação da Casa do Brasil lá no Benin. A ideia era que fossem espaços de intercâmbio. Então, que houvesse trocas culturais, artísticas, que viessem os estudantes habitar a Casa do Benin e estudantes brasileiros indo para o Benin para habitar também a Casa [do Brasil]. [A ideia era] Que fossem em espaços de troca, de diálogo, de conexões.”
Ao BN, ele conta que por ser público, um dos grandes pilares da Casa do Benin é a democratização de seus acessos. “A gente tem feito um trabalho curatorial e de dinamização desse espaço, abrindo mesmo as portas para que os artistas interessados possam ocupar”, garante. “A maioria dos eventos que acontecem na casa do Benin são gratuitos, tanto para quem faz, quanto para quem vem prestigiar os eventos”, disse o gestor.
No que diz respeito à curadoria da Casa do Benin, o produtor cultural destacou que “a Casa do Benin é criada dentro desse desse momento efusivo da das questões negras afro-diaspóricas”.
Assim, a prioridade é para artistas negros, brasileiros ou não. “Eu acho que o trabalho que a gente tem feito, tem reacendido na memória afetiva das pessoas a existência desse espaço e a potência desse espaço. Então, a gente tá muito feliz assim porque a Casa do Benin tá em movimento. A gente tem feito um trabalho super interessante, trazendo muitas perspectivas em torno das artes negras no mundo”, sucinta.

Uma das peças do acervo da Casa do Benin em exposição. Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
Igor define que a prioridade atual também é diversificar o olhar do espaço entre o passado e o futuro. “Atualmente a gente tá com quatro mostras diferentes na Casa do Benin. Então, é cada uma muito diferente da outra e de lugares diferentes também, os artistas de lugares diferentes do mundo. Então, isso mostra o quanto a casa do Benin está em diálogo com essa produção contemporânea negra que a gente tem vivido nesse momento no país e no mundo”.
Ele conta que, nestes moldes, “a casa do Benin, de fato, está tendo uma uma movimentação e uma dinamização onde os artistas, os fazedores de cultura da cidade, como do Brasil, estão entendendo esse espaço como potência”. E isso já tem se refletido na popularidade do espaço.
Segundo o gestor, as solicitações de pauta, ou seja, solicitação para aprovação de mostras e exposições no local tiveram um aumento de 100% em três anos. “Nos últimos anos a casa tem passado por um grande aumento de visitação, de visitação de escolas e instituições de ensino. A casa do Benin é um espaço de produção de conhecimento. É um espaço de difusão e produção de conhecimento”, sucinta.
TESOURO NEGRO
No meio de algumas ruas - e ladeiras - da Baixa do Sapateiros, há um segundo espaço cultural que reacendeu a curiosidade e a memória transatlântica da diáspora negra entre baianos e turistas nos últimos dois anos, desde sua reinauguração. O prédio do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira, o Muncab, está localizado na rua do Tesouro e relembra que a negritude e seus reflexos na cultura brasileira são o que há de mais valioso no Centro Histórico de Salvador.
O local, que ocupa dois prédios na região, foi inaugurado em 2009 e, após um fechamento em 2020, voltou a se tornar um ponto turístico de referência em 2023, após sua reabertura. Com um acervo composto por obras experimentais, figurativas e abstratas, o Muncab recebe exposições de longa e média duração de diversos artistas brasileiros, africanos e afro-diaspóricos de todo o mundo.
O BN conversou com a diretora geral do museu, a multiartista Cíntia Maria, e diretora artística e curadora, Jamile Coelho, para compreender de que forma o Muncab mantém o "cordão umbilical" com o continente africano enquanto se permite focar no futuro.
Jamile explica porque o equipamento é conhecido como o “museu do processo”. “Neste tempo presente, o propósito do Muncab é dialogar, sobretudo com arte contemporânea. Nós não somos um museu de história. A gente fala do processo dessa diáspora, que existe, ela é viva, e desse contato com essa África também. [O propósito] É tirar um pouco dessa ideia dessa África imaginária”, relata a gestora.

Jamile Coelho, curadora e diretora artística do Muncab. Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
Ela que é curadora e cineasta, explica que “a África imaginária” reside em uma memória coletiva e ancestral, mas que perpetua a imagem de um continente que já não existe mais.
“Acho que todos nós, afrodescendentes, sobretudo nessa diáspora da Bahia, que é uma das maiores diásporas africanas do mundo, a gente tem essa África imaginária que a gente carrega essa ancestralidade para a gente, inclusive, continuar caminhando para o presente. O Muncab tem um papel fundamental nessa ideia dessa arte contemporânea, [de mostrar] o que está sendo produzido no mundo, nesses descendentes, nesses afrodescendentes”, explica.
Enquanto as exposições te levam para uma imersão no universo artístico e contemporâneo, as paredes dos casarões históricos e o entorno do espaço relembram o passado da afrodiáspora. “Salvador nasce aqui, né? Salvador, a cidade alta, nasce aqui, e a gente sabe o quanto a nossa existência, sobretudo no início do processo de colonização dessa cidade, ela foi desumanizada”, contextualiza a curadora.
“Então, a gente reocupar esse espaço, reabrir ele, devolver a sociedade e falar de um processo onde você vê essa ideia de um museu que tá aqui para ressignificar a nossa existência no mundo. Eu acho que o Muncab tem esse papel”, ressalta Jamile. A diretora artística destaca que, portanto, “Emanuel Araújo [mentor do Muncab], sabiamente, quando escolhe o tesouro do Estado para ser o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira, ele quer falar que o tesouro brasileiro é a memória africana, é a memória da diáspora africana”.

Cintia Maria, diretora administrativa do Muncab. Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
No que diz respeito à gestão administrativa do museu, a diretora Cíntia Maria destaca que “o Muncab é um museu que ele é pensado com, para e através da sociedade”. “A gente tem um entendimento da importância desse equipamento e é um compromisso social nosso. É um entendimento sobre a importância desse equipamento, então a gente busca as diferentes formas de que o museu seja acessível.”
A gestora conta que para a garantia dessa democratização do acesso ao equipamento, o museu mantém a visitação gratuita em dois dias da semana, a quarta e o domingo, assim como a tarifa social nos demais dias. “Além disso, escolas públicas, instituições sem fins lucrativos privadas, também podem solicitar a gratuidade da instituição. A gente tem um número gigantesco de visitações cotidianas, a gente tem quatro horários todos os dias, que tá disponível para a população”, garante.
Cíntia completa dizendo que “a gente cobra um valor simbólico para o acesso nos outros dias, mas a gente tem essa série de benefícios que a população pode adquirir, além da minha entrada. Então, pessoas que são residentes de Salvador pagam meia e a gente tem diferentes públicos que também pagam meia”.
Para além da acessibilidade de entrada, Cíntia conta que a acessibilidade física e comunicacional também é prioridade do Muncab. “E quando a gente fala de acessibilidade física, a gente tem uma preocupação muito grande. Existe uma política de acessibilidade do MUCAB. Então, além da acessibilidade física, a gente trabalha a acessibilidade comunicacional”, sustenta.
“Sempre que alguma instituição sinaliza pra gente, a necessidade de algum tipo de acessibilidade, seja intérprete de libras, a gente atende também a isso. A gente tem cadeira de rodas na recepção, se alguém não tiver, né, tiver uma mobilidade reduzida, então ela pode solicitar cadeira de rodas, a gente tem elevador, os nossos banheiros também são acessíveis. Então pra gente, a acessibilidade é um compromisso nosso”, completa.
EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA
No que diz respeito à educação antirracista, os três gestores detalham que a função dos museus é permitir a uma reanálise da história da escravização negra na Bahia em diversos sentidos.
Para Igor Tiago, a Casa do Benin já se consolidou como um espaço de difusão do conhecimento, inclusive entre estudantes e pesquisadores. “Muitas escolas, instituições, grupos de universidade, escolas de todas as idades, a gente recebe crianças, adultos. Isso muito também por conta da lei Lei nº 10.639/2003 [legislação que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação] que institui foi a obrigatoriedade do ensino afro-brasileiro nas escolas”, destaca.
O gestor relata que “muitas aulas acontecem aqui na casa do Benin dentro dessa perspectiva do ensino afrobrasileiro, já entrando também nas questões afro diaspóricas. E a gente tem um núcleo educativo que cuida disso”, conta. Ele ressalta que o conhecimento sobre a cultura negra e sua influência no Brasil permitem que os afrodescendentes estabeleçam uma relação mais profunda com a própria identidade.
“Espaços como esses são de extrema importância dentro da cidade de Salvador, que é uma das cidades mais negras fora do continente africano. Acredito que espaço como esse nos fortalece, acho que a gente tem feito um trabalho também de fortalecimento da autoestima negra”, explica Igor.
Para Jamile, no Muncab, a importância desses equipamentos culturais está na possibilidade de “discutir o legado civilizatório das matrizes africanas e das matrizes que nos compõem”. A curadora destaca que o propósito de sua gestão é “mostrar a diversidade, a riqueza e as potencialidades” da afrodescendência. Citando a autora Conceição Evaristo, Jamile traça um paralelo com a frase: “Eles combinaram de nos matar e a gente combinou de não morrer”.
“O Estado brasileiro durante muito tempo teve uma política num processo de tentativa de assassinato, de genocídio. E nessa ideia, durante muito tempo, a gente foi privado da narrativa de subjetividade, o corpo negro ele sofreu uma tentativa de fragmentação muito forte”, contextualiza. “E eu acho que o Muncab tem esse papel de criar esse diálogo, criar esse diálogo de subjetividade”, conclui.
A diretora artística finaliza dizendo que “eu acho que é fundamental, acho que a gestão traz essa ideia de que a gente pode falar de diversas de diversas formas, a gente pode ter diversas expressões artísticas nos compondo”.
A Casa do Benin, localizada no Centro Histórico de Salvador, vai sediar um bate-papo sobre o papel do design na diáspora afro-baiana na próxima terça-feira (28), às 16h. O evento gratuito intitulado "Tremblement"(Tremor), que conta com apoio do Goethe-Institut Salvador-Bahia, terá a presença de Cate Lartey, artista e curadora alemã, e Daniel Jorge, artista visual brasileiro.
A conversa abordará como os processos de design das cidades podem ser concebidos e elaborados dentro das comunidades afro-diaspóricas e afro-baianas, questionando quem tem o poder de definir e moldar a linguagem do design.
Cate Lartey é residente do programa internacional de residência artística Vila Sul do Goethe e também é conhecida por sua abordagem que atravessa a fotografia, publicações e arte midiática. Já Daniel traz uma perspectiva periférica e diaspórica para a discussão, explorando temas de espaço, território e identidade.
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Colecionando mais de 80 edições em seis anos de Culinária Musical, o idealizador e Afrochefe Jorge Washington realizará uma edição especial de aniversário. O evento vai ocorrer neste domingo (5), na Casa do Benin, no bairro do Pelourinho.
Na cozinha, o Afrochefe vai preparar um Xinxim de Galinha e seu tradicional Arrumadinho de Fumeiro e Vegano. Com a entrada custando R$ 30, o Culinária Musical tem início às 12h, seguindo até às 17h. Os pratos serão vendidos a R$70 (R$35/meia porção).
A festa será animada pelo cantor e compositor Dão Black, que tem como convidada a sambista Nivia Mafoany. No Cantinho da Empreendedora, a Terapeuta Holística Nayara Conceição marca presença com o despertar do autoconhecimento por meio de técnicas e produtos terapêuticos.
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O projeto “Memórias Situadas” lança, nesta quinta-feira (6), um site e um e-book sobre a Casa do Benin, equipamento cultural localizado no Centro Histórico de Salvador.
O evento de lançamento do site “Memórias Situadas: A Casa do Benin na Bahia” e do livro “A Casa do Benin na Bahia: projetos, memórias e narrativas, num encontro online” será transmitido a partir das 19h, no Youtube.
Aberto ao público, o encontro virtual terá a participação dos idealizadores da iniciativa, os artistas visuais e pesquisadores Lucas Feres, Lucas Lago e Sarah Marques.
CASA DO BENIN
Inaugurada em 6 de maio de 1988, a Casa do Benin nasce como parte do Projeto Bahia/Benin, que pretendia estreitar laços entre esses dois países (Brasil e Benin), ambos marcados pelo tráfico de escravizados durante quatro séculos. Sua contraparte africana é a Maison du Brésil, na cidade de Ouidah. A iniciativa Memórias Situadas reúne através da Casa, sua arquitetura e seu acervo, algumas das histórias desse projeto.
O espaço foi concebido pela arquiteta e urbanista Lina Bo Bardi, pelo etnólogo e fotógrafo Pierre Verger e pela editora e fotógrafa Arlete Soares, que, à época, era diretora da Fundação Gregório de Mattos. “O lugar foi pensado para ser um espaço de troca, de memória. Com o tempo, muitas coisas foram escritas sobre ele, em diferentes campos do saber e, exatamente por isso, tudo ficou muito compartimentalizado, fragmentado”, explica o pesquisador Lucas Feres, acrescentando que “o que esse projeto pretende é produzir um diálogo possível entre essas narrativas sobre a Casa. Porque nós nos aproximamos da Casa como artistas visuais, dentro das ações de um outro projeto, o Intervalo - Fórum de Arte, ainda em 2019, e que visava a produção de obras por artistas contemporâneos a partir do acervo da Casa”.
Para marcar os quatro anos do projeto, celebrados no dia 4 de março, o Culinária Musical realiza uma edição comemorativa nos dias 13, 26 e 27 deste mês. Por causa da pandemia, o evento será virtual, com transmissão no Youtube da Casa do Benin.
Comandada pelo afrochef Jorge Washington, a programação vai lembrar as primeiras edições e promete muito bate-papo, comida e arte. Neste sábado (13), às 12h, o público assistirá apresentação musical de Jonga Lima, que convidará o cantor Dão e as cantoras Denise Correia e Iracema Kiliane (Ilê Aiyê). O Culinária Musical terá ainda a performance poética de Edvana Carvalho e Fábio Mandingo. No cardápio terá Moqueca de Ovo com Chuchu.
Na Sexta Formativa, no dia 26 de maio, a partir das 15h, Jorge Washington conversa com o professor, bailarino, coreógrafo e diretor artístico, Zebrinha, que abordará culinária afetiva. Na ocasião, ele vai falar sobre como reúne amigos nesta relação, dando um diferencial a sua gastronomia. Durante o bate-papo, o convidado irá cozinhar ao vivo.
SERVIÇO
O QUÊ: Celebração de 4 anos do Culinária Musical
QUANDO: 13/03 (sábado 12h), 26/3 (sexta-15h) e 27/03 (sábado- 12h)
ONDE: Youtube da Casa do Benin
VALOR: O cardápio poderá ser encomendado por R$ 40 porção de 1kg (+ taxa de entrega). Os pedidos devem ser feitos pelo WhatsApp do Afrochefe (71 98878-4634)
O afrochef Jorge Washington volta a reunir gastronomia afetiva, música e poesia, na segunda edição virtual do projeto Culinária Musical, realizada neste sábado (13), a partir das 12h, com transmissão ao vivo no Youtube da Casa do Benin.
No cardápio, será servida uma moqueca de marisco com mamão verde e ovos, que poderá ser encomendada pelo público no "pra levar do afrochef" (delivery) em uma porção de 1kg no valor de R$40.
Desta vez, a música ficará a cargo da cantora Denise Correia e do cantor Elvis Bernardes, que receberão a cantora Gaby Cunha (SP). Formada em canto popular e performance de palco pelo Instituto Negra Voz (Isabêh), Gaby foi iniciada na música gospel e hoje realiza shows em casas paulistanas. Já a poesia ficará por conta de Nelson Maca.
O evento terá ainda uma homenagem à cantora Clementina de Jesus, que no dia 7 de fevereiro faria 120 anos. “Nossos ancestrais fizeram da Clementina um repositório de canções e cantigas que sobreviveram aos porões, chibatas, alvenarias, cozinhas de madames. É um cantar que traz as marcas da experiência negra em todos esses diferentes tempos”, avalia Kátia Santos, escritora e pesquisadora do samba carioca que participará do Culinária Musical. Neste dia também haverá um desfile especial da marca Negrif.
A Casa do Benin foi reaberta para visitação após cerca de oito meses fechada por conta da pandemia do novo coronavírus. Na reabertura, que aconteceu hoje além da exposição permanente com o acervo do espaço, composto por peças adquiridas por Pierre Verger em expedições à Costa do Benin, o público conta com a mostra temporária “Artes do Crer”, com acervo do Museu Afro-Brasileiro da Ufba.
A Casa do Benin vai funcionar, inicialmente, de segunda a sexta, das 10h às 16h, e as visitas devem ser agendadas previamente pelo telefone ou pelo e-mail [email protected]. A capacidade é limitada a 20 pessoas por horário, cumprindo os protocolos sanitários vigentes. O público pode visitar “Artes do Crer” até o dia fevereiro de 2021
Organizado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), a exposição “Artes do Crer” marca a retomada da Casa do Benin juntamente com a celebração da Consciência Negra. O órgão, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), preparou uma programação especial nos espaços culturais, entre os dias 18 e 28 de novembro.
Além da Casa do Benin, os Espaços Culturais Boca de Brasa vão abrigar exposição, diálogo, cineclube, palco aberto, stand up comedy, entre outras atividades.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA:
- Sexta (20), 16h - Cineclube Boca de Brasa Cajazeiras - Especial Dia da Consciência Negra com exibição dos curtas-metragem: Lápis de Cor de Larissa Fulana de Tal e Pode me chamar de Nadí de Déo Cardoso. Evento Virtual.
- Sábado (21), 19h - Palco Aberto Boca de Brasa Cajazeiras: Especial Noite da Consciência Negra. Evento Virtual.
- Sábado (21), 19h – Cineclube Boca de Brasa - Muncab: homenagem ao ator Antônio Pitanga, e exibição do filme "Quando a Chuva Vem?", seguido do bate-papo com o diretor Jefferson Batista, mediado pelo curador Lecco França.
- Sexta (27), 19h – O Boca de Brasa – Cajazeiras apresenta o Stand Up Comedy: Humor de Preto, com Raoni Beta, Hamilton Júnior, Jão Coutinho, Mateus Nascimento e Ivan Santos.
- Sábado (28),19h – continuam as homenagens ao ator Antônio Pitanga com exibição do filme “A Piscina de Caique” e bate-papo com o diretor Raphael Gustavo e mediação do curador Lecco França.
A Casa do Benin, assim como outros espaços museais e culturais geridos pela prefeitura de Salvador, segue fechada (veja aqui), mas nesta terça-feira (11), o equipamento deu início a uma programação virtual com a exposição das 110 peças que compõem o acervo do museu.
Realizada na conta da Casa no Instagram, a mostra vai expor a cada semana um artefato diferente do acervo, visto por três ângulos distintos.
A primeira peça publicada na rede social foi a máscara Geledés, símbolo do espaço. É utilizada tradicionalmente no topo da cabeça por homens para homenagear mulheres.
O acervo da Casa do Benin é composto por objetos que foram adquiridos pelo etnólogo franco-brasileiro Pierre Verger, com consultoria da arquiteta Lina Bo Bardi, em mercados populares e centros de artesanato das cidades de Cotonou, Uidá, Adjara, Saketê, Porto Novo e Aboumey. No museu podem ser encontrados artefatos em cerâmica, metal, tecelagem, madeira e cestaria.
Projeto do ator e produtor Jorge Washington, o Culinária Musical celebra seus três anos, neste domingo (8), das 12h às 17h30, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador. A edição comemorativa será dedicada às mulheres.
No cardápio, a tradicional maxixada de carne seca e a moqueca de carne com mamão verde. Já a programação artística contará com apresentação da cantora Maíra Guedes, compositora no projeto de música e poesia "Ebó de boca pra Oyá" (2019) e performance poética da professora e poeta Jacquinha Nogueira. O dia também será de desfile da grife Nega Negona.
SERVIÇO
O QUÊ: Aniversário de 3 anos do Culinária Musical em homenagem às mulheres
QUANDO: Domingo, 8 de março, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Acesso R$25 (na porta, no dia), ou R$20 na lista amiga (enviar e-mail com RG para [email protected]). | Prato R$ 30 e R$ 15 (meia porção)
O projeto Culinária Musical fará uma homenagem ao Carnaval de Salvador e à axé music neste domingo (9), a partir das 12, na Casa do Benin, no Pelourinho. Essa é a edição de 59 e terá como atrações o cantor Tonho Matéria e participações de Lucas Di Fiori (Olodum) e Marquinhos Marques (ex-Olodum). O cardápio terá pratos preparados pelo afrochef Jorge Washington. A tradicional Maxixada de Carne Seca e a conhecida Feijoada do Jorge serão os pratos feitos na ocasião.
O evento também terá o desfile da grife Afrolook, criada por Ângela Duarte em 2018 com a proposta de vestir pessoas com identidade africana, divulgar a cultura afro brasileira e as religiões de de mesma matriz por meio da moda.
O acesso ao Culinária Musical custa R$ 20. Já o prato custa R$ 30 e R$ 15 (meia porção). Além da música e culinária, o público também vai ter acesso ao acervo afro-brasileiro da Casa do Benin, que promove em suas peças a relação entre a Bahia e o país da África Ocidental.
SERVIÇO
O QUÊ: 59ª edição do projeto Culinária Musical
QUANDO: 9 de fevereiro (domingo)
ONDE: Casa do Benin - Pelourinho
VALOR: R$ 20 (o acesso) e R$ 15 (prato)
Idealizado pelo afrochef Jorge Washington, o Culinária Musical realiza sua 59ª edição no dia 9 de fevereiro, a partir das 12h, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador. No cardápio, a tradicional maxixada de carne seca, carro-chefe do projeto, e a feijoada do Jorge.
Já a música ficará por conta de Tonho Matéria, que fará um show em homenagem ao axé music, com participações especiais de Lucas Di Fiori (Olodum) e Marquinhos Marques (ex-Olodum. No repertório, hits que embalaram a história do carnaval baiano.
O evento contará ainda com um desfile da Afrolook, grife criada por Angela Duarte em 2018, com a proposta de vestir pessoas com identidade africana, além de divulgar a cultura afro-brasileira e as religiões de matriz africana por meio da moda.
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical
QUANDO: Domingo, 9 de fevereiro, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Acesso R$20 (em espécie) | Prato R$ 30 e R$ 15 (meia porção)
O projeto Culinária Musical abre a temporada 2020 neste domingo (12), a partir das 12h, na Casa do Benin, no Pelourinho. Na ocasião, o anfitrião Jorge Washington recebe Denise Correia e Banda Naveiadanega para comandar a programação musical. O evento terá ainda a participação do cantor e compositor Tito Bahiense, com o show “Radio Bahiense”, e da cantora mirim Maria Alice Xavier, ex-integrante do Sarau Kids de Carlinhos Brown.
No cardápio deste domingo, o afrochef vai servir a famosa e premiada maxixada de carne seca e feijoada preta como opções. Nesta primeira edição o público poderá conferir ainda uma exposição da grife Realeza, criada em Salvador no ano de 2012, pelo empresário e serígrafo Tiago Azeviche. Voltada para o público masculino, a marca é famosa por suas camisetas com mensagens positivas por meio de frases e desenhos.
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical na Casa do Benin
QUANDO: 12 de Janeiro de 2020, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin, Rua Padre Agostinho Gomes,17, Pelourinho
VALOR: Acesso $ 20 (Em espécie) | Prato R$ 30 e $ 15 meia porção (o local aceita cartão de débito e crédito)
O Culinária Musical faz sua penúltima edição de 2019, neste domingo (8), das 12h às 17h30, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador. Na ocasião, o afrochef Jorge Washington traz no cardápio um sarapatel e maxixada de carne seca.
O evento terá ainda uma homenagem ao samba, com apresentação do Grupo Quinteto e participações especiais de Juliana Ribeiro, Raimundo Lima e Samba Ohana.
A entrada custa R$ 20, apenas em espécie. Já o prato custa R$ 30 (porção inteira) e R$ 15 (meia), com pagamento aceito também em cartão de débito e te crédito.
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical
QUANDO: Domingo, 8 de dezembro, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin - Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Entrada custa R$ 20 (Em espécie) | Prato custa R$ 30 (porção inteira) e R$ 15 (meia), com pagamento aceito também com cartão de débito e crédito
Jorge Washington recebe a banda Na Veia da Nêga, comandada por Denise Correia, além de Margareth Menezes e Nelson Rufino, na próxima edição do Culinária Musical.
O evento acontece neste domingo (6), das 12h às 17h30, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador. No cardápio gastronômico deste fim de semana, o afrochef vai preparar dois de seus famosos pratos: maxixada de carne seca e moqueca de carne seca com mamão verde.
A programação musical contará com Denise Correia e sua banda Na Veia da Nêga, que apresentará um repertório diversificado, que inclui axé, MPB e black music; Nelson Rufino, celebrando seus 55 anos de samba; e Margareth, que apresentará sucessos de sua carreira e da música baiana.
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical
QUANDO: Domingo, 6 de outubro de 2019, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 20 (entrada em espécie) prato R$ 30 (o local aceita cartão de débito e crédito)
Após ter sua última edição cancelada por conta das fortes chuvas, o “Culinária Musical” recebe Denise Correia e Guiguio Shewell, neste domingo (15), das 12h às 17h30, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador.
Na ocasião, o anfitrião Jorge Washington recebe Denise Correia e sua banda, “Na Veia da Nêga”, que apresenta um repertório diversificado, incluindo o afropop, axé e a MPB. O show contará ainda com a participação do cantor Guiguio Shewell, que marcou a história do Bloco Afro Ilê Aiyê por muitos anos.
Os pratos preparados pelo afrochef continuam os mesmos que seriam servidos no evento cancelado: bacalhau martelo e sarapatel.
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical
QUANDO: Domingo, 15 de Setembro, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 20 (entrada em espécie); Prato R$30 (o local aceita cartão de débito e crédito)
O projeto Culinária Musical realiza uma edição especial de Dia dos Namorados, neste domingo (9), das 12h às 17h30, na Casa do Benin, situada no Pelourinho, em Salvador.
Nesta edição, o afrochef Jorge Whashington vai preparar para o público uma maxixada e a carne de fumeiro com farofa d'água.
A programação musical ficará por conta do grupo Quinteto, com participações do dueto formado por Beatriz e Mário Ulhoa e do trompetista Tonynho dos Santos. O evento terá ainda um recital poético com Edvana Carvalho, Bárbara Borgga e Cristiane Pinho.
A entrada custa R$20 (em espécie) e o prato R$ 30 (em espécie e no débito).
SERVIÇO
O QUÊ: Culinária Musical – Edição especial de Dia dos Namorados
QUANDO: Domingo, 9 de junho, das 12h às 17h30
ONDE: Casa do Benin – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: R$20 (em espécie) e o prato R$ 30 (em espécie e no débito)
A Balada Literária da Bahia chega à quarta edição entre os dias 14 e 17 de novembro, na Casa do Benin, em Salvador. A programação começa com uma edição especial e afetiva do Sarau Bem Black, que celebra o Novembro Negro e as obras essenciais de Lazzo Matumbi e Itamar Assumpção (1949-2003), tocadas na discotecagem da noite do DJ Joe. Apresentando por Nelson Maca, o Sarau tem entre os convidados a cantora Anelis Assumpção (filha de Itamar) e os escritores Marcelino Freire e Alex Simões.
Nos quatro dias, a Balada baiana terá uma programação que contempla saraus, bate-papos, oficina, lançamentos e performances artísticas. Entre os destaques estão as presenças das cantoras Anelis Assumpção, Alzira E, da escritora Alice Ruiz e de Carlos Verçosa, escritor e pesquisador parceiro de Itamar Assumpção na juventude; o lançamento de “Bagageiro”, novo livro do escritor Marcelino Freire; a presença do autor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa; uma conversa musical com Lazzo; a edição especial do Sarau Bem Black; e uma conversa-oficina sobre produção literária em tempos digitais, que contará com a participação de Talita Taliberti, gerente de autopublicação da Amazon. (Clique aqui e confira a programação completa).
Idealizador e articulador da Balada Literária de São Paulo, o autor pernambucano Marcelino Freire divide com o poeta Nelson Maca a curadoria da edição baiana e estará presente em várias atividades.
SERVIÇO
O QUÊ: IV Balada Literária da Bahia
QUANDO: 14 a 17 de novembro
ONDE: Casa do Benin - Largo do Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Gratuito, com exceção do show Paralelas, com Alice Ruiz e Alzira E
No Brasil para um encontro de negócios entre embaixadores de países da Arábia e África, o Embaixador beninense, Boniface Vingnon, visitou, nesta quinta-feira (21), a Casa do Benin, espaço cultural gerido pela Fundação Gregório de Mattos (FGM). Durante a visita da comitiva de embaixadores de países africanos e árabes ao local, Vingnon doou uma obra representativa dos Eguguns para compor o acervo do espaço. Na ocasião, estiveram presentes os Embaixadores do Mali, Mr. Mamadou Traore; da Mauritânia ,Mr. wagne Abdoulaye; do Togo, Koffi A. Máxime Assah; o Presidente da FGM, Fernando Guerreiro; além de Chicco Assis, Gerente de Espaços Culturais da Fundação; Aline Rodrigues, Gestora da Casa e a arte educadora Régia Ribeiro.
Como resultado das pesquisas realizadas pelo Contramestre Sem Terra, durante o projeto Vadiando no Dois de Julho, será lançada, na próxima terça-feira (27), uma cartilha digital que conta de forma lúdica a história da capoeira no bairro de Salvador. O evento acontecerá no Museu Casa do Benin, situado no Pelourinho, a partir das 18h. A obra remonta ocorridos desde a década de 50, quando circulavam pela região capoeiristas importantes, como os carregadores Barandão, Chico Diabo e Barbosa, que trabalhavam no Jardim das Flores eAleixo Açougueiro, que vendia carne na Rua do Cabeça. “A cartilha mostra que o Dois de Julho é lugar de moradia, trabalho, comércio, arte, cultura, boemia e resistência, além de abrigar, até hoje, diferentes famílias e propostas de capoeira. Nessa imersão, o bairro ganhou muito ao destacar sua diversidade e ação cultural”, conta Luís Alencar, idealizador do projeto. Além do lançamento da cartilha, a Casa do Benin sediará, nos dias 27 e 28, apresentações e exibições de vídeos que mostram o processo para a realização da obra.
SERVIÇO
O QUÊ: Vadiando no Dois de Julho – Lançamento da Cartilha Digital e Mostras
QUANDO: Terça e quarta-feira, 27 e 28 de março, a partir das 18h
ONDE: Casa do Benin - Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Entrada gratuita
A casa do Benin, espaço cultural gerido pela FGM, no Pelourinho, recebe a partir desta terça-feira (23), a exposição itinerante AFETO, às 18h. A mostra fotográfica, que ficará aberta até o dia 3 de março, destaca as relações de afeto constituídas dentro dos terreiros de Candomblé, a partir do olhar do fotógrafo Roger Cipó. A curadoria é de Marco Antonio Teobaldo. Na abertura, Cipó receberá profissionais de Fotografia e público em geral para um bate-papo sobre fotografia preta. Ao percorrer dezenas de terreiros no estado de São Paulo e Rio de Janeiro e vivenciar as diferentes manifestações de fé afro-brasileira, AFÉTO apresenta raras e delicadas imagens que revelam a interação dos fiéis entre si. A entrada da exposição é gratuita.
SERVIÇO
O QUÊ: Exposição itinerante AFETO
QUANDO: Terça-feira, 23 de fevereiro (às 18h) até 3 de março, (segunda a sexta-feira, das 10h às 17h)
ONDE: A Casa do Benin, no Pelourinho, Salvador (BA)
VALOR: Gratuito
A Casa do Benin promove, no dia 18 de abril, às 14h, uma roda de conversa sobre literatura africana voltada para as crianças. O evento, que faz parte das comemorações pelo Dia do Livro Infantil, contará com as presenças de lideranças das Bibliotecas Comunitárias. Na ocasião, será apresentada ainda a nova gerência à rede de bibliotecas. A atividade é aberta ao público e tem entrada gratuita.
SERVIÇO
O QUÊ: Roda de Conversa sobre a Literatura Africana para crianças
QUANDO: Terça-feira, 18 de abril, às 14h
ONDE: Casa do Benin - Pelourinho
VALOR: Aberto ao público
A Casa do Benin, Centro Histórico de Salvador, recebe mais uma edição da Oficina de Gastronomia Afrobaiana, na próxima terça-feira (11), das 14h às 17h. A aula, ministrada por Ana Célia (Zanzibar), é aberta ao público e tem inscrição gratuita na hora e no local, até a lotação do espaço. Já das 17h às 21h, a casa promove o Ajeum Sonoro, uma mostra gastronômica com música a cargo do Coletivo Crokant, formado pelos DJs Mauro Telefunksoul, Lenadro e Raiz. A entrada também é gratuita, mas aqueles que desejarem degustar o menu montado por Ana Célia devem pagar R$ 20, com direito a entrada, prato principal e sobremesa.
SERVIÇO
O QUÊ: Oficina de Gastronomia Afrobaiana
QUANDO: Terça-feira, 11 de abril, das 14h às 17h
O QUÊ: Ajeum Sonoro
QUANDO: Terça-feira, 11 de abril, 17h às 21h
ONDE: Casa do Benin – Centro Histórico
VALOR: Grátis
Além das apresentações, o projeto promoverá ainda oficinas artísticas que visam contribuir para o processo de formação da população negra, também as terças e quintas-feiras. As oficinas de samba de roda acontecem nos dias 26 e 28 de janeiro; as aulas de maculelê serão realizadas nos dias 23 e 25 de fevereiro e 1º e 3 de março; já as oficinas de puxada de rede acontecem nos dias 8,10, 15 e 17 de março; e as aulas de capoeira serão ministradas nos dias 22, 24, 29 e 31 de março. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do e-mail [email protected].

Espaço interno da Casa do Benin / Foto: Divulgação
A inauguração terá as presenças do prefeito ACM Neto; o secretário de Desenvolvimento, Turismo e Cultura, Guilherme Bellintani; o presidente da FGM, Fernando Guerreiro; além do embaixador e do cônsul do Benin, Izidore Monsi e Marcelo Sacramento, respectivamente. O evento contará ainda com apresentações doe grupos Coletivo de Tambores e Aspiral do Reggae, assim como Dão Anderson, que encerra a programação de reinauguração. O térreo da Casa do Benin contará com uma exposição permanente com obras catalogadas pelo antropólogo e fotografo francês Pierre Verger. Os outros dois andares do prédio serão dedicados a exposições itinerantes, a primeira delas é a mostra "A Casa do Benin no Olhar do Artista do Pelourinho", que fica em cartaz até o dia 3 de fevereiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).