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caroline de toni
A deputada bolsonarista Caroline de Toni (PL-SC) apresentou uma projeto na Câmara propondo um “jeitinho” para superar a postura antiarmamentista do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira (12), ela protocolou um projeto de lei complementar que propõe que estados tenham competência para legislar sobre leis referentes ao porte e à posse de armas de fogo.
Isso permitiria, por exemplo, que Santa Catarina, governada pelo bolsonarista Jorginho Mello (PL), propusesse em sua Assembleia Legislativa regras mais permissivas para a comercialização de armamentos. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
“No atual cenário deste ano de 2023, no qual o novo Governo Federal vem impondo fortes limitações a este segmento de armas de fogo, sinalizando com outras séries de restrições a serem implementas, todas as iniciativas para evitar este retrocesso normativo são bem-vindas, desde que promovidas pacificamente, e dentro da legalidade”, argumenta a deputada na proposta.
Pelo projeto, as regras aprovadas pelas assembleias serviriam para práticas esportivas, de defesa pessoal e para controle de fauna, como a caça ao javali e só se aplicariam aos residentes do respectivo estado.
Na proposta, a deputada admite que o projeto tem como alvo a decisão do STF, que julgou como inconstitucionais leis estaduais, deixando claro que a responsabilidade sobre o tema é da União.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.