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carla madeira
A escritora Carla Madeira esteve no Hotel Fasano Salvador, na noite desta quinta-feira (6), para um encontro literário promovido pela relações-públicas Licia Fábio. Durante a programação, a autora conversou com os convidados sobre seu novo romance, Quando, lançado neste ano.
A atividade integrou a agenda paralela da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) e reuniu nomes da cena cultural baiana, como Paloma Amado e Soso Bernabò, além de escritores, artistas e intelectuais.
Considerada um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea, Carla Madeira compartilhou bastidores do processo de criação da obra e conversou com o público em uma noite dedicada à literatura no lobby do hotel.
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A Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) anunciou, nesta quinta-feira (28), os primeiros nomes confirmados para a edição de 2026. As escritoras Carla Madeira, Ana Maria Gonçalves, Aline Bei e a baiana Bárbara Carine integram a programação do evento, que será realizado entre os dias 5 e 9 de agosto, no Centro Histórico de Salvador, com atividades gratuitas.
Segundo a organização do evento, a próxima edição terá caráter simbólico para a festa literária por marcar os dez anos da Flipelô e integrar as comemorações pelos 40 anos da Fundação Casa de Jorge Amado, instituição responsável pela realização do evento e referência nacional na preservação da literatura e da cultura brasileira.
O anúncio das quatro escritoras dialoga diretamente com a homenagem da edição, dedicada à poeta baiana Myriam Fraga (1937-2016), idealizadora da Flipelô e diretora da Fundação Casa de Jorge Amado por três décadas. A escolha das primeiras convidadas reforça a presença feminina como eixo central da programação comemorativa.
Considerada um dos principais fenômenos editoriais recentes do país, Carla Madeira reúne milhares de leitores com romances marcados pela intensidade emocional e pelas relações humanas complexas, como “Tudo é Rio”, “Véspera” e “A Natureza da Mordida”.
Já Ana Maria Gonçalves, integrante da Academia Brasileira de Letras e uma das vozes mais relevantes da literatura negra brasileira, é autora de “Um Defeito de Cor”, romance considerado uma das obras mais importantes da literatura contemporânea nacional.
Reconhecida pela escrita experimental e poética, Aline Bei conquistou destaque com livros como “O Peso do Pássaro Morto” e “Pequena Coreografia do Adeus”, aproximando literatura, oralidade e novas formas narrativas.
Representando a produção intelectual baiana contemporânea, Bárbara Carine construiu trajetória ligada à educação, ciência e pensamento antirracista. Escritora, professora e influenciadora educacional, tornou-se uma das principais referências nos debates sobre educação e racialidade no país.
A homenagem a Myriam Fraga também se estende ao artista baiano Calasans Neto, parceiro histórico da escritora e responsável por ilustrações presentes em diversas publicações da poeta desde o lançamento de “Marinhas”, em 1964.
Para Angela Fraga, a escolha das primeiras convidadas carrega significado especial para a edição comemorativa. “A homenagem a Myriam Fraga nos inspira a destacar a força das mulheres na literatura brasileira. Anunciar Carla Madeira, Ana Maria Gonçalves, Aline Bei e Bárbara Carine como os primeiros nomes da Flipelô 2026 é também uma escolha simbólica e proposital, que reafirma a potência da escrita feminina em diferentes gerações, estilos e trajetórias”, afirmou.
Reconhecida como um dos maiores eventos literários do Brasil, a Flipelô transforma anualmente o Pelourinho em um grande circuito cultural, reunindo autores, artistas, leitores e atividades ligadas à literatura, às artes e à produção cultural brasileira e internacional.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.