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carla fleury de souza
Em média, procuradores do Ministério Público de Goiás (MP-GO) recebem R$ 30 mil por mês. A quantia foi motivo de lamentação por parte da procuradora Carla Fleury de Souza durante sessão do Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ), no último dia 29 de maio. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Ao reclamar do salário, Souza “agradeceu” por ser “independente” de seu marido e não precisar ajudar nos custos para manter a sua casa. “Meu dinheiro é só para fazer minhas vaidades: meus brincos, minhas pulseiras, meus sapatos”, afirmou Carla Fleury.
“Eu tenho dó dos promotores que estão aqui iniciando a carreira, porque os promotores têm filhos na escola, que tem que pagar escola - porque hoje o custo de vida é muito caro”, remendou.
Ainda no seu pronunciamento, a promotora Carla Fleury de Souza relatou que as “dificuldades” com o salário ofertado pelo MP-GO foram sentidas por ela desde a infância. Filha de promotor, ela contou o que teria passado. “Meu pai descia com a Caravan dele em ponto morto para economizar a gasolina. É triste, mas foi o que eu passei”, falou. ““Meu pai, aposentou-se para advogar e pagar a nossa escola que estava atrasada há seis meses”, complementou.
Segundo o Portal da Transparência do Ministério Público de Goiás, a procuradora recebeu líquido no último mês de abril o montante de R$ 39.518,87. Em março, o valor chegou a R$ 58.487,35 líquido com adicionais pagos em seu contracheque.
O Metrópoles entrou em contato com a procuradora Carla Fleury de Souza, mas não obteve respostas até a publicação da matéria.
Procuradora reclama do salário no MP de Goiás. “O meu dinheiro é só ‘pra mim fazer’ minhas vaidades”.
— Metrópoles (@Metropoles) May 31, 2023
Filha de promotor, Carla Fleury contou dificuldades que teria passado na infância.
“Meu pai descia com a Caravan
dele em ponto morto para economizar a gasolina. É triste, mas… pic.twitter.com/uSouYwWxMy
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.