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Salvador vai receber, em março de 2026, um recorte expressivo da produção artística nacional. O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro traz à capital baiana a exposição “Uma história da arte brasileira”, que será inaugurada no dia 10 de março no Museu de Arte Moderna da Bahia, equipamento vinculado ao Instituto do Patrimonio Artistico e Cultural da Bahia (IPAC).

Foto: Divulgação
A mostra reúne cerca de 80 obras do acervo do museu carioca e propõe um percurso pela arte brasileira dos séculos XX e XXI. A exposição integra a terceira etapa do programa de itinerância desenvolvido em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil. Antes de chegar a Salvador, passou por Belo Horizonte e Brasilia, após ter sido concebida originalmente para a Cupula do G20 Rio 2024, no Rio, em 2024, atraindo dezenas de milhares de visitantes nas cidades por onde circulou.
Com curadoria de Raquel Barreto e Pablo Lafuente, o projeto está organizado em cinco núcleos cronológicos. O público percorre desde o Modernismo (1910–1950), passando por Abstracionismo e Concretismo, Nova Figuração e poéticas do conceito, até produções contemporâneas marcadas pela diversidade de linguagens e artistas, incluindo nomes negros, indígenas, mulheres e LGBTQIA+. A exposição também incorpora a coleção de fotografia do comodato Joaquim Paiva, com registros de cenas sociais, políticas e culturais do Brasil contemporâneo.
Entre os artistas presentes estão Adriana Varejão, Anita Malfatti, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Di Cavalcanti, Helio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Mario Cravo Neto, Sebastiao Salgado, Tomie Ohtake, Tunga e Waltercio Caldas, compondo um panorama plural da produção artística nacional.
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A obra “A Primeira Missa no Brasil”, feita pelo pintor Candido Portinari, em 1948, foi adquirida pelo Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura e integrará o acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. O quadro estimado em R$ 5 milhões (valor aproximado da compra) poderá ser visto pelo público a partir de março, quando integrará um exposição conjunta com a obra homônima de Victor Meirelles. Também serão alocados na mostra os estudos realizados pelos artistas durante a execução e criação das telas.
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"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".