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campeonato baiano 2024
De olho na disputa do Campeonato Brasileiro Série D, o Jacuipense acertou com mais um reforço para a temporada. Na tarde desta sexta-feira (3), o volante Eduardo Neto, que estava no Operário, foi anunciado como novo jogador do Leão do Sisal. Veja o vídeo divulgado pelo clube:
Eduardo tem uma carreira extensa, com passagens pelo Bahia, Botafogo, ABC, Vitória, SC Taryva (UCR), Avaí, Kawasaki Frontanele (JAP), Nagoya Grampus (JAP), Tombense, Oita Trinita (JAP) e Operário. Enquanto atuou pelo Fantasma da Vila, fez um gol em 7 partidas disputadas pelo clube.
O baiano de 34 anos é a 11ª contratação a ser anunciada pelo Jacupa após o fim do Campeonato Baiano desta temporada. Veja a lista dos atletas que já chegaram junto ao jogador:
- Zulu - Zagueiro
- Alex Cazumba - Lateral
- Hugo Moura - Lateral
- Alex Galo - Volante
- Ruan Teles - Atacante
- Rafinha Silva - Volante
- Edgo Guedes - Atacante
- Vitinho - Atacante
- Lucas Duni - Atacante
- Matheus Firmino - Meio-Campo
Nesta segunda-feira (30), na sede da Federação Bahiana de Futebol (FBF), aconteceu o evento que definiu os detalhes do Campeonato Baiano de 2024. A competição começará no dia 14 de janeiro e terá a mesma fórmula do ano passado. A premiação e os valores pagos pela TVE, detentora dos direitos de transmissão do Campeonato Baiano, ainda estão sendo discutidos.
O arbitral contou com representantes dos 10 clubes da Série A do Baianão (Atlético de Alagoinhas, Bahia, Bahia de Feira, Barcelona de Ilhéus, Itabuna, Jacobina, Jacuipense, Juazeirense, Jequié e Vitória) e durou cerca de duas horas onde foram definidos regulamento, datas, estádios da competição etc. O Bahia, atual campeão do torneio, foi representado pelo gerente de operações Edgard Maba. Pelo Vitória, esteve presente o presidente Fábio Mota e o Atlético de Alagoinhas, bicampeão nas edições de 2021 e 2022, foi representado pelo presidente Albino Leite.
Foto: Ulisses Gama/Bahia Notícias
O presidente da FBF, Ricardo Lima, falou sobre o modelo de disputa do Baianão e a participação dos clubes do interior do estado nas últimas temporadas.
"Eu entendo que chegamos no modelo de fórmula que todos tem condições. Todos jogam contra todos, ainda que no sistema apenas de ida devido a dificuldade de datas que temos em toda a região nordeste. Nós passamos alguns anos de grandes dificuldades por conta da pandemia e muitos dos filiados precisavam se reinventar. Eu gosto muito de bater na tecla da gestão participativa, da gestão qualitativa e acho que eles tem entendido todo esse processo de mudança. Observe que, nos últimos anos, e não que isso seja algo tão relevante, mas tivemos clubes do interior chegando (nas fases finais). É algo que a gente precisa valorizar. O campeonato se decide dentro de campo, pode ser com bavi, sem bavi, mas mostra um pouco da preocupação e do processo de amadurecimento que clubes tidos como não favoritos vem fazendo em nosso estado e nas nossas competições. Particularmente eu fico feliz quando vejo um clube com menor poderio econômico chegar às finais das competições. O futebol hoje cresceu muito. É um grande negócio, um grande produto. Embora muitos ainda querem achar que temos que ter seis BaVis em uma competição, remetendo a anos anteriores. Isso não cabe mais. O calendário é apertadinho. Mas acho que isso são grandes feitos que a gente precisa está tocando nessa tecla para que a gente esteja seguindo o fluxo normal”, disse Ricardo Lima.
Disputado desde 1905, a edição de 2024 será a 120ª da história do Campeonato Baiano, que tem o Bahia como maior campeão com 50 títulos, seguido pelo Vitória, que soma 29.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.
