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camara de valenca
Promotora pede que Câmara e prefeitura de cidade baiana garantam verba mínima para abrigo de menores
A Promotoria de Justiça de Valença, no Baixo Sul, cobrou que a prefeitura municipal e a Câmara de Vereadores tomem providências em relação à Casa de Acolhimento, que abriga crianças e adolescentes em situação de risco. A recomendação foi comunicada nesta terça-feira (9), e partiu da promotora Fernanda Pataro de Queiroz.
Na ação, a promotoria recomendou que a Câmara de Vereadores coloque em votação, no prazo de 30 dias, um projeto de lei que autorize o envio de valores à entidade. O objetivo é garantir um fundo de caixa que garanta compras urgentes, permitindo que a Casa de Acolhimento tenha mais autonomia e flexibilidade na gestão dos recursos.
Com isso, o local pode fazer compras urgentes de itens indispensáveis, como fraldas, lâmpadas, material escolar e medicamentos. A recomendação também foi emitida para o prefeito Jairo Baptista (PP) para que depois de aprovada pela Câmara, a medida seja sancionada pela gestão municipal.
Segundo a promotora, o caso se deve também a dificuldades pela atual dependência exclusiva de processos licitatórios ou autorização da Secretaria de Promoção Social para todas as compras, inclusive as de pequena monta e emergenciais, o que tem se mostrado inadequada, frente às demandas cotidianas do abrigo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.