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caio manhente
O ator Caio Manhente, conhecido por trabalhos em produções como Vai na Fé, Malhação e Garota do Momento, escolheu a Chapada Diamantina como destino para uma imersão em meio à natureza. Durante a viagem, o artista percorreu o Vale do Pati, considerado um dos roteiros de trekking mais famosos do Brasil.
Conhecida pelas longas trilhas, paisagens exuberantes e pelo isolamento em algumas áreas, a região oferece pouca cobertura de telefonia e internet, o que torna a experiência ainda mais conectada à natureza.
Nas redes sociais, Caio compartilhou registros da viagem e se mostrou impressionado com a grandiosidade do destino baiano. “Conhecendo um pedacinho da Chapada. Que é um pedacinho da Bahia. Que é um Brasil inteiro. Que é esse pedação de mundo”, escreveu em publicação no Instagram.
Após alguns dias afastado das redes, o ator reapareceu nos stories brincando com a falta de sinal durante a travessia. “Fala, galera. A quem possa interessar, tô vivo, inacreditavelmente”, comentou em tom descontraído.
Antes de deixar a região, Caio ainda fez questão de exaltar a paisagem da Chapada Diamantina. “Eu tô voltando pra casa e olha esse caminho aqui, bizarro. Só muito bizarro”, disse, admirado com o cenário.
Destino procurado por aventureiros de diferentes partes do Brasil e do mundo, o Vale do Pati é um dos cartões-postais da Chapada Diamantina e segue conquistando visitantes pela combinação de natureza preservada, montanhas, cachoeiras e vistas panorâmicas.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.