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cadeirada
Candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSDB, José Luiz Datena afirmou que não vê relação entre a cadeirada dada por ele em Pablo Marçal (PRTB) e o soco dado pelo assessor do ex-coach em Duda Lima, marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB).
“Não tem nada a ver uma coisa com outra. O cara agrediu covardemente alguém e foi preso por causa disso. Eu respondi a uma agressão. Fui agredido verbalmente, de uma forma desumana, que ninguém aguentaria suportar”, disse o apresentador.
Enquanto cumpria agenda de campanha em São Mateus, na zona leste da capital paulista, Datena voltou a afirmar que a cadeirada não foi a melhor forma de reagir às provocações. “Jamais pretendo fazer de novo, mas não fui o elemento agressor. Eu reagi a uma agressão, diferente do cara que me parece que teve uma atitude covarde”, disse.
“Ou a lei eleitoral para esse cidadão, que é na realidade uma ameaça à democracia, ou não tem condição de fazer campanha, de fazer debate. Ele diz que é agredido, mas ele agride de forma subliminar várias vezes. Durante várias respostas que não tinham nada a ver, ele coloca termos como cheirador de ar, sujeito agressivo, assédio, que não tem prova de absolutamente nada, de casos investigados e arquivados. Deturpa completamente o debate. Isso não é jogo democrático, isso é anarquia”, alegou Datena.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.