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bryan bugarin
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acompanha a situação do meia-atacante Bryan Bugarín, de 17 anos, e pode iniciar contatos para tentar levá-lo à seleção brasileira. A informação foi divulgada pelo jornal AS, que aponta uma movimentação da entidade diante da ausência recente do atleta nas convocações da base da Espanha.
O interesse brasileiro se apoia na possibilidade de mudança de nacionalidade esportiva, cenário semelhante ao ocorrido com Nico Paz, que optou por defender a Argentina. No caso de Bugarín, a ligação com o Brasil vem da família: sua mãe, Gisele, é brasileira e possui dupla nacionalidade desde março de 2025, fator que fortalece a investida da CBF.
Nascido em Vigo, na Espanha, o jogador iniciou a formação nas categorias de base do Celta de Vigo antes de ser contratado pelo Real Madrid. Considerado uma promessa desde cedo, chegou a ser apontado como sucessor de Iago Aspas. Até o momento, defendeu as seleções de base da Espanha, com participação recente na equipe sub-17.
Apesar de um início de temporada marcado por lesões, o atleta voltou a ganhar ritmo e desempenho nas últimas semanas. Internamente, a avaliação é de que “ele já está 100%”. A recuperação é evidenciada por atuações recentes e números consistentes: são seis gols em 12 partidas, com 583 minutos em campo.
Bugarín atua como meia-atacante canhoto, com características ofensivas e presença de área. Ele teve o contrato renovado com o Real Madrid até 2028, com multa rescisória estipulada em 75 milhões de euros. O desempenho também desperta o interesse de clubes europeus como Paris Saint-Germain, Borussia Dortmund e Liverpool.
Enquanto o clube espanhol projeta a evolução do jogador para categorias superiores da base, a seleção brasileira observa o cenário com atenção e avalia repetir uma estratégia já vista no futebol internacional: atrair talentos com dupla nacionalidade antes de uma definição definitiva no cenário de seleções.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.